📦 Visão geral
O Gestão de TI organiza os custos de TI e a gestão/governança da TI da empresa. Na parte financeira ele cruza fornecedor × classe contábil e atribui um nome padronizado baseado em frameworks de mercado (TBM, COBIT, ITIL, ISO). Serve de base para relatórios, controle de orçamento de TI, gestão de lançamentos recorrentes e a conformidade (ISO, Risco, Inventário).
Os dados do sistema ficam isolados no schema admti (tabelas ti_*), separados
das tabelas originais do ERP — veja Arquitetura & schema admti. Para
reprocessar dados use a aba Manutenção.
Acesso: o app abre numa tela de login (e-mail corporativo + senha) e só carrega os dados depois de autenticar. No primeiro acesso ele pede a troca de senha. Quem está logado aparece no topo (👤) e é gravado na trilha de auditoria.
A tela inicial é o 📊 Dashboard: custo de TI do mês, por centro de custo (showback), por categoria e evolução de 12 meses.
O sistema se divide em áreas (botões no topo) — você só enxerga aquelas que a sua função libera:
- 💰 Financeiro (ex-"Custos & Pagamentos"): Dashboard, Reconciliação, De-Para, Recorrentes (boleto), 📇 Cadastro de Recorrências, 📣 Entenda as Recorrentes, Cartão (conciliação), 🔋 Recargas, ⚡ Avulsos, Financiamento, APs, Todas as APs, Auditoria, Calendário, Orçamento, Categorias, Anomalias, 🤖 Automações e Tarefas — e, para quem tem a permissão 💰, as abas need-to-know 👥 Pagamentos Equipe e 💰 Folha (a Folha deixou de ser área própria: virou abas dentro do Financeiro).
- 🛠️ Gestão de TI — a operação/governança: Inventário de Ativos, Rede, 🏷️ Equipamentos, 📍 Locais, CNPJs, 📑 Contratos, 🌐 Disponibilidade de Internet, Fornecedores, Repositórios, Organograma, Patrocinadores, ISO/Conformidade, Matriz de Risco, Procedimentos e Treinamentos.
- 🤝 Reuniões — atas executivas (análise crítica pela direção): a reunião vira registro e converte cada tema em tarefa, risco, decisão ou projeto.
- ⚙️ Sistema — Pessoas, Histórico (trilha de auditoria), Manutenção e Configurações (agentes de IA).
- 🏢 CSC — a Central de Serviços Compartilhados: o hub único de 🎫 Chamados de todos os módulos, a caixa de entrada ✅ Minhas pendências e o 🗂️ Catálogo de serviços — que não é só de TI: são 23 áreas da empresa. (A aba de tarefas também aparece filtrada dentro do Financeiro e da Gestão.)
- 🏠 Intranet — o espaço de todo colaborador: 📰 Feed, 🎁 Benefícios, 📍 Localizações, 👥 Pessoas e 👤 Meu perfil e as suas pendências. Funciona no celular.
- E, conforme a sua função: 🤖 Claude Creators, 🦾 AI Workforce e 🔐 Aprovações.
No cabeçalho ainda há a lente 👁️ Visão (Empresa ou um departamento) que filtra as telas de ISO e Matriz de Risco. A Ajuda mora na área ⚙️ Sistema — o botão ? contextual aparece para quem tem acesso a ela.
💡 O método por trás das telas do Financeiro (leia isto primeiro)
O sistema olha o mesmo contas-a-pagar por três lentes que se completam:
- 🌐 Todas as APs é a DESCOBERTA — a empresa inteira, qualquer centro de custo, pra achar gasto de TI escondido (lançado no CC errado ou numa classe genérica como Adiantamento).
- 🧮 Reconciliação é o DEBATE — tudo que o financeiro enxerga como TI (o centro de custo 23 inteiro, com folha e impostos retidos), separado em baldes, pra decidir junto com o orçamento o que conta como custo de TI.
- 📋 De-Para é a CURADORIA — a regra fornecedor×classe que define o universo oficial, que alimenta Dashboard, Recorrentes, Cartão, Financiamento e Orçamento.
Um gasto novo sobe o funil: é descoberto, debatido e classificado. Nenhum número é "a verdade" sozinho — o número do financeiro (CC-23 cheio) e o número curado (De-Para) são reconciliados, e a diferença entre eles é explicável linha a linha, rastreável até a AP do ERP.
🔐 Entrar no sistema (login)
O acesso ao sistema é protegido por login. Antes de qualquer tela aparecer, você precisa entrar com o seu e-mail corporativo e uma senha. Enquanto não fizer login, nenhum dado do sistema é carregado.
Como entrar
- Abra https://gestaoti.appinc.com.br no navegador (o acesso é sempre por HTTPS). A tela de login aparece primeiro.
- Digite o seu e-mail corporativo (o mesmo do diretório da empresa) e a sua senha.
- Se e-mail e senha estiverem certos, você entra direto no 📊 Dashboard.
- Você continua logado por 30 dias naquele navegador — não precisa digitar a senha toda vez. Depois desse prazo (ou se você sair), o sistema pede o login de novo.
🪟 Entrar com Microsoft
Se disponível, o botão "Entrar com Microsoft" aparece abaixo do formulário: você entra com a sua conta corporativa do meuinc (a mesma do Outlook/Teams, com o MFA da empresa) — sem digitar senha aqui. Importante: ter conta Microsoft não libera o acesso sozinho — vale a mesma regra de liberação abaixo; se a sua conta ainda não foi liberada, o sistema avisa e você deve falar com a TI. Quem entra pela Microsoft não precisa da senha local (ela continua existindo como alternativa).
Primeiro acesso — trocar a senha
No seu primeiro acesso, use a senha padrão informada pela TI. Assim que você entra pela primeira vez, o sistema obriga a trocar a senha antes de liberar as telas: escolha uma senha nova com no mínimo 8 caracteres. A partir daí, é essa a sua senha. A senha nunca é guardada em texto — o sistema só guarda uma versão embaralhada dela, então nem a TI consegue ver a sua senha. (Entrando pela Microsoft, essa etapa não existe — a senha é a da sua conta corporativa.)
Sair
No canto superior direito, ao lado do seu nome, há o botão Sair. Clique nele para encerrar a sessão — útil em computador compartilhado. Depois de sair, o sistema volta a pedir e-mail e senha.
Acesso por papel (o que cada um vê)
Entrar não é o mesmo que ter acesso a tudo. Qualquer pessoa da INC consegue entrar com a Microsoft, mas o que você enxerga depende do seu papel:
- Admin — acesso completo (Custos, Gestão de TI, Reuniões, Creators, Workforce, Sistema).
- Creator (do programa Claude Creators) — vê só a área Claude Creators: consulta o catálogo de creators e criações, cria projetos novos e edita os detalhes dos próprios. Ficam com o admin do programa: publicar no Marketplace, mudar status/promover, gerir co-criadores e remover. As avaliações de desempenho alheias ficam ocultas (você vê só as suas).
- Sem papel — cai numa tela de boas-vindas: está autenticado, mas ainda não tem módulo liberado.
Para ganhar acesso (virar creator, ou ser liberado como admin/analista) ou se tiver problema para entrar, fale com a TI. Por segurança, o login por senha mostra a mesma mensagem para senha errada e acesso não liberado.
📊 Como usar: Dashboard
Visão executiva do custo de TI, com seletor de mês de referência no topo. É a tela inicial.
De onde vem o valor
A medida é o valor rateado por centro de custo (cost_center_value) dos lançamentos
classificados como TI no de-para. Esse valor é aditivo: a soma por centro de custo, por categoria e
por mês fecha sempre no mesmo total. Pode divergir ~1% do "realizado" da tela de Orçamento, que usa outra
dedup — os dois estão certos, só medem de formas diferentes.
Competência vs. caixa (o detalhe dos atrasos)
O mês é por competência (mês do vencimento). O custo do mês se divide em:
| Status | O que é |
|---|---|
| ✅ Pago em dia | pago no mês do vencimento ou antes |
| ⏰ Pago atrasado | a conta era deste mês, mas foi paga num mês posterior (atraso histórico) |
| 🔴 Vencido (não pago) | passou do vencimento e ainda não foi paga — é o "atrasado" que aparece na Recorrência como Faltando |
| ⌛ A vencer | em aberto, mas o vencimento ainda não chegou |
O KPI "Saiu do caixa no mês" mostra o desembolso real do mês (por data de pagamento) e quanto dele era de contas atrasadas de meses anteriores — assim você vê tanto a competência quanto o caixa.
OPEX × CAPEX
O KPI "OPEX × CAPEX" separa o gasto operacional (⚙️ recorrente + avulso) do financiamento (💳 parcelamento de compras — Dell, Aymoré...). É a leitura que o board espera: custeio vs. investimento. Os dois somados batem com a competência do mês.
As visões
- 🏢 Por Centro de Custo (showback): quanto cada área da empresa consome de TI. As barras separam
pago (verde) de em aberto (hachura). É o jeito de saber quem usa o orçamento de TI e ratear.
As barras são clicáveis: clique num centro de custo pra abrir, ali mesmo, os fornecedores dentro dele naquele mês (o CC 23 vem marcado 🖥️ TI). No detalhe, o nome do fornecedor leva às APs dele, e o botão ver lançamentos › abre a aba APs já filtrada naquele CC e mês. - 🏷️ Por Categoria / Pool (TBM): o tipo de gasto, agrupado pela taxonomia de 3 níveis (Software, Nuvem, Telecom... e subcategorias). As barras usam o nome curto da categoria (definido na aba Categorias); o nome completo aparece no tooltip. Tudo é clicável: o cabeçalho do pool abre os fornecedores daquele pool, e cada barra de categoria abre os fornecedores daquela categoria (naquele mês) — o nome do fornecedor leva às APs dele. É o mesmo drill do centro de custo, em 3 níveis.
- 📈 Evolução 12 meses: barras empilhadas por competência mostrando pago em dia · pago atrasado · em aberto, mês a mês — enxerga tendência e meses com muito atraso.
- 💳 Cartões de KPI clicáveis: os chips de status (✅ pago em dia · ⏰ pago atrasado · 🔴 vencido não pago · ⌛ a vencer · ⚙️ Operacional · 💳 Financiamento · em aberto) abrem, num painel abaixo dos cartões, os fornecedores daquele recorte — pra saber exatamente quem está por trás de cada número.
O Dashboard mostra o número do universo curado (De-Para). Pra debater o perímetro — o que deveria ou não contar como TI — use a 🧮 Reconciliação.
🧾 Impostos retidos não somam: quando o app retém imposto de um fornecedor (CS UNIF, IRRF, INSS — "Retenção Pessoa Jurídica") e recolhe à Receita, esse valor já está dentro do bruto do fornecedor — então é marcado como Retenção no De-Para e excluído do custo (senão contaria duas vezes). No De-Para, o seletor tem a opção 🧾 Retenção pra classificar novos casos.
🧮 Como usar: Reconciliação
A tela do debate com o orçamento. Pega TUDO que caiu no centro de custo de TI (23) num período — a visão que o financeiro enxerga, incluindo folha e impostos retidos — e divide em 6 baldes (buckets), pra vocês decidirem juntos o que conta como custo de TI. A filosofia: nenhum dos dois números é "a verdade" sozinho — o CC-23 cheio (financeiro) e o curado (De-Para) são reconciliados, bucket a bucket, linha a linha.
Os 6 buckets
| Bucket | O que cai nele |
|---|---|
| 🖥️ Fornecedores de TI | o que está no De-Para (o universo curado) — conta como TI por padrão |
| 💳 Financiamento | parcelamentos (tipo Financiamento no De-Para: Dell, Aymoré) — conta como TI por padrão |
| ❓ Não mapeado | caiu no CC-23 mas não tem regra no De-Para — gasto possivelmente de TI que está escapando (ex.: fornecedores pagos como Adiantamento) |
| 🚫 Não é TI | pares marcados 🚫 Não é TI no De-Para (ex.: a limpeza/obra da SUPREM) — revisado e deliberadamente fora do custo |
| 🧾 Impostos / Retenções | IRRF, CS, ISS... — separados automaticamente, mesmo quando estão (por engano) no De-Para |
| 🧑💼 Folha / Pessoal | folha de pagamento, FGTS, INSS, plano de saúde — o financeiro conta no CC-23; a TI normalmente não |
Como usar
- Período: De → Até (por competência). O padrão é o ano corrente.
- Compositor: o checkbox de cada bucket define se ele conta no "Custo de TI" — os cards do topo recalculam na hora. É a ferramenta do debate: "e se folha entrar? e se imposto sair?".
- Clique num bucket pra abrir os fornecedores dentro dele, com valor. Cada nome leva às APs do fornecedor (rastreável até a AP/documento do ERP).
- classificar ›: nos fornecedores sem De-Para, esse link abre as APs deles com um seletor ↳ classificar… em cada linha — a regra nasce na hora e o fornecedor migra do "Não mapeado" pros "Fornecedores de TI".
Os buckets de folha/imposto são identificados pelo nome do agente (convenção). Fornecedor com nome fora do padrão pode cair no balde errado — confira o detalhe antes de fechar o número.
🔒 Fechar período (o veredito persiste)
Quando o debate termina, o botão 🔒 Fechar período grava o acordo: a composição de buckets marcada + os totais recalculados no servidor + quem fechou e quando. Reabrir o mesmo período restaura a composição e mostra o banner "período fechado"; o histórico fica na própria tela (🔓 reabrir / excluir). É a evidência de que "o custo de TI de tal mês fechou em R$ X".
🧾 Retenções → fornecedor de origem (e os "perdidos")
Quando a empresa retém imposto de um fornecedor (CS UNIF, IRRF, INSS) e recolhe à Receita, esse valor já está no bruto do fornecedor (não soma de novo). O app atribui cada retenção ao fornecedor de origem automaticamente, casando pelo documento + filial da nota — então, ao abrir os baldes de TI, a retenção aparece aninhada abaixo do fornecedor a que pertence ("🧾 R$X retido à Receita neste fornecedor").
- ~99% casam sozinhas. As que não casam (a NF de origem ainda não está no espelho, ou o documento diverge) ficam como "perdidas" — mostradas no balde 🧾 Impostos / Retenções, em âmbar.
- Associar na mão: abra o balde de imposto → cada retenção sem origem tem um campo "fornecedor de origem" (digite pra buscar) + associar. A partir daí ela conta para aquele fornecedor (aparece na Auditoria dele com o selo 🔗) e sai da lista de perdidos. A associação é por documento+filial e pode ser removida (volta ao automático).
📆 Como usar: Fechamento do mês (competência × caixa)
Existe porque o app e o financeiro fecham em eixos diferentes — e os dois estão certos:
- Competência = o mês do vencimento da conta. É o eixo do 📊 Dashboard, do 💰 Orçamento e da 🧮 Reconciliação: "quanto a TI consumiu em julho".
- Caixa = o mês em que o dinheiro saiu do banco (a baixa). É o eixo do relatório do controle financeiro: "quanto saiu em julho".
Uma conta vence num mês e é paga em outro, então os dois números nunca batem — e a diferença não é erro. Esta tela mostra exatamente de quais meses veio o que saiu, para a conciliação deixar de ser investigação manual.
O que cada parte responde
- A tabela por mês — uma linha por mês de pagamento. A barra colorida mostra a origem do que saiu: verde = do próprio mês · âmbar = de meses anteriores (o clássico "pagou este mês uma conta do mês passado") · azul = antecipado (pagou antes de vencer).
- "ainda em aberto" — a competência daquele mês que ainda não virou caixa. É a soma dos dois chips do Dashboard: 🔴 vencido não pago + ⏳ a vencer — no mês corrente a célula mostra a quebra, para os dois números nunca parecerem "diferentes". Nos meses já fechados é tudo vencido; ou o pagamento não aconteceu, ou aconteceu e a baixa ainda não chegou ao espelho (o selo de carga, abaixo, ajuda a distinguir).
- Clique num mês para ver o detalhe por fornecedor, separado em três blocos: pago do próprio mês · pago mas era de meses anteriores · pago antecipado. A coluna atraso traz a média de dias entre vencer e sair.
- Escopo — 🖥️ custo de TI (só o par fornecedor×classe mapeado no De-Para, em qualquer centro de custo: é o que o Dashboard conta) ou 🧮 tudo do CC-23 (o universo da Reconciliação, que inclui folha, impostos e não-mapeados). São perguntas diferentes — por isso não se fundem.
⚠️ O selo "carga incompleta" não é enfeite. As baixas do ERP chegam em rajada: o mês corrente e às vezes o anterior aparecem com uma fração do valor real. A tela compara o mês com a mediana dos meses fechados e avisa quando está abaixo de 70%. Isso não é economia — é carga que ainda não chegou. Nesses meses, feche pela competência, não pelo caixa.
⚠️ Os valores usam a fatia por centro de custo já deduplicada: no espelho, o rateio de um título é repetido uma vez por documento de baixa (pagamento em várias remessas = várias cópias). Somar cru infla o mês — aqui isso já está tratado.
A tela é somente leitura: não altera nenhum dado, não muda regra de dinheiro. Para mudar o que conta como TI, use o 📋 De-Para; para debater o perímetro e fechar o período, a 🧮 Reconciliação.
⚖️ Como usar: Nosso × FC
Compara, fornecedor por fornecedor e lado a lado, o mês fechado pela planilha do controle financeiro ("Base TI <mês>.xlsx") com o nosso espelho do ERP. Os dois lados são caixa: o que saiu do banco no mês.
- 📄 Planilha — a união das duas abas do arquivo do FC (sem contar a interseção 2×), importada
para o banco. A planilha não viaja com o app: importe do seu computador com
node scripts/import-fc-fechamento.js "dados uteis/Base TI <Mês> 2026.xlsx" AAAA-MM(idempotente — re-rodar substitui só aquela competência). - 🪞 Nosso — as baixas do espelho no mesmo mês, deduplicadas, e restritas por fornecedor aos mesmos centros de custo em que a planilha o traz (senão um fornecedor compartilhado, tipo Kalunga, inflaria o nosso lado com compra de outra área).
- As duas barras — a de cima é a planilha (âmbar), a de baixo é o nosso (verde), na mesma escala: dá para VER a diferença sem ler número.
- Situação — ✓ bate ao centavo · planilha maior (em geral juros/multa, que somam no caixa e não na AP) · nosso maior (em geral retenção na fonte: a planilha registra o líquido, a AP é bruta) · só na planilha (o espelho não viu — investigar).
- 🪞 Ausentes da planilha — fornecedores com pagamento de TI no espelho (a fatia da classe mapeada no De-Para, ou o que caiu no CC-23) que a planilha não menciona. Boa parte é a fronteira TI de obra × corporativa (internet de canteiro, impressora de obra) — decidir se entram é conversa com o FC, não defeito de ninguém.
- 🚫 Remover do custo de TI — o botão na linha do ausente (e nos drills de fornecedor do Dashboard) abre as classes daquele fornecedor que estão no De-Para, com o movimento real de cada uma. Marque o que não é da TI (compra da obra, vigilância, material): o par vira 🚫 não é TI e sai do Dashboard, do Orçamento e de toda conta de TI na hora. As classes com "(Obra)" no nome já vêm sugeridas — mas quem decide é você, par por par (a unidade é fornecedor × classe, nunca o fornecedor inteiro: a SUPREM vende informática E limpeza). Se a classe tem recorrência ativa, o aviso diz o que acontece com ela. Reversível no De-Para (badge 🚫).
⚠️ A tela compara caixa com caixa — não confundir com o 📆 Fechamento do mês (que cruza competência × caixa) nem com a 🧮 Reconciliação (que debate o que conta como TI, por competência). A única escrita é o atalho 🚫, que edita o De-Para (com trilha).
📋 Como usar: De-Para
- Buscar: digite fornecedor, classe, código ou nome novo.
- Filtrar: por categoria, motivo (Categoria/Centro de Custo) ou status de revisão.
- Editar (✏️): escolher a categoria de cada par fornecedor×classe. Ao escolher, o campo "Nome padrão" se preenche sozinho com o nome da categoria (mantém o padrão). Só edite esse campo se quiser um rótulo próprio.
- Tipo do gasto: na edição, o seletor tem 5 opções — 🔄 Normal · 💳 Financiamento (parcelamentos Dell/Aymoré: badge 💳, nunca entra na recorrência) · 🧾 Retenção (imposto retido na fonte: já está dentro do bruto, não soma no custo) · 🚫 Não é TI (revisado e fora do custo, sem nag) · 🔋 Recarga (crédito pré-pago: conta no custo, só muda para a aba 🔋).
- 🚫 Não é TI: para fornecedor de item misto — vende TI e outras coisas (ex.: a SUPREM vende informática e limpeza). Marque as classes que não são de TI (limpeza, obra, uniforme…): elas saem do custo de TI e param de aparecer como "a classificar", sem sumir do registro. Assim o fornecedor aparece aqui em várias linhas, uma por classe — cada compra tratada por conta própria. Marque pela opção 🚫 Não é TI no seletor "classificar…" (nas APs/Auditoria) ou pelo tipo aqui no De-Para.
- Dois nomes — não confunda: o "Nome padrão" (ao lado da categoria) é o nome padronizado daquela classificação e segue a categoria. Já o "Apelido do fornecedor" (na coluna do fornecedor) é um nome amigável do fornecedor inteiro — outra coisa.
- A recorrência segue o de-para: quando você muda a categoria de um fornecedor aqui, as contas recorrentes dele são realinhadas automaticamente para a nova categoria (e o status Pago/Faltando se corrige). Se precisar forçar tudo de uma vez, use Manutenção › Sincronizar categorias.
- Revisar: marque o checkbox quando a regra estiver conferida.
- 🗑 Remover regra: tira do de-para algo que entrou errado como TI (ex.: ISS/imposto próprio, despesa de outra área). Os lançamentos daquele par fornecedor×classe deixam de contar como custo de TI (somem do Dashboard/APs/Orçamento). Se o fornecedor ficar sem nenhuma regra, recorrências sem dados manuais também são limpas. A remoção fica registrada na trilha de auditoria (Sistema › Histórico) — dá pra saber quem removeu o quê. Para reclassificar (continua sendo TI, só muda a categoria), use o ✏️, não o 🗑.
- Motivo: Categoria = a classe já é de TI por natureza; Centro de Custo = só é TI quando lançada no centro de custo 23 (TI).
- Apelido do fornecedor: ao editar, dá pra dar um nome amigável (ex: "Felipe (Equipe TI)"). Ele aparece em destaque com a razão social embaixo, em todas as telas. Fica numa tabela separada — não altera o cadastro original do ERP.
🔁 Como usar: Recorrentes
Controle das contas que se repetem todo mês (sistemas, internet, telefonia...), uma linha por conta de cada local. O objetivo é não deixar nada vencer. Esta lista é só boleto/pagamento manual — fornecedor pago no cartão/débito automático vive na aba 💳 Cartão (lá o critério é conciliação, não risco de corte); o botão 💳 na linha move um fornecedor pra lá.
Como entram na lista: ninguém cadastra — o sistema lê o histórico de pagamento e cria a linha sozinho quando o mesmo serviço aparece em ≥3 meses, ainda ativo e com cadência mensal. Compra avulsa não entra. Conta nova demais (que ainda não tem 3 meses) pode ser marcada na mão pelo botão 🔁 recorrente? na tela de APs.
O que faz duas cobranças serem a MESMA conta — quatro coisas: quem cobra (fornecedor) · o que é (categoria) · qual CNPJ paga (filial) · qual a classificação contábil (classe). A quarta parece detalhe de contador, mas é ela que separa serviços: a ON TELECOM cobra três internets no mesmo CNPJ — a do stand (R$300, classe 207), a da obra (R$249,90, classe 162) e a do marketing (R$206,30, classe 122). Sem a classe na conta, as três viravam uma só. (E quando duas contratações são idênticas até na classe, separadas só pelo valor, existe o ✂️ Separar — explicado junto do 🔗 Unir, mais abaixo. ⚠️ Não confundir com o ✂️ Risco de corte, que é outra coisa e tem seção própria: a tesoura aparece nos dois sentidos nesta tela.)
O valor estimado é a mediana dos pagamentos reais (não a média — imune a lançamentos residuais de centavos: a AWS daria R$3.870 pela média e a mediana mostra os R$5.100 de verdade); dá pra ajustar na mão no ✏️.
Status do mês (calculado dos pagamentos reais)
| Status | O que significa |
|---|---|
| 🟢 Pago | tem baixa (pagamento) neste mês |
| 🔵 Previsto | tem conta em aberto lançada neste mês — já no fluxo, é só pagar. A linha mostra QUAL título: 🧾 nº da AP e o vencimento do título (não o dia cadastrado); com 2+ títulos, a contagem e a data mais próxima. Vale também na 💳 Cartão. |
| 🔴 Faltando | passou do vencimento e não há pagamento nem conta em aberto — perigo, nem entrou no sistema |
| 🟡 Aguardando | ainda não venceu este mês |
💸 O badge da causa (ao lado do status)
O status acima é sobre o mês. O badge é sobre o contrato — e é ele que diz a ação:
| Badge | O que significa | Ação |
|---|---|---|
| ⏳ 1ª fatura | nunca houve baixa, mas já há título em aberto — contrato novo | Esperar. Não gera alerta. |
| 🔴 faturando e não pago Nm | o fornecedor continua emitindo título e a baixa não aparece | Cobrar o financeiro. |
| 🟣 parou de faturar Nm | nada novo em aberto há meses — serviço pode ter acabado | Encerrar a recorrência? |
| ❔ sem título | nunca houve baixa e não há título em aberto | Conferir o cadastro. |
⚠️ Por que ele existe: o 🔵 Previsto juntava dois casos opostos no mesmo azul-neutro — a primeira fatura de um contrato que acabou de nascer (normal) e o fornecedor que cobra todo mês sem ninguém pagar (problema). Agora o segundo também entra nos 🔔 Alertas, e o primeiro nunca entra. Mesma tabela e mesmas cores em 📑 Contratos › 💸 O selo de pagamento.
Atraso acumulado (⏳ Xm)
Conta há quantos meses consecutivos a conta está sem pagamento, do mês atual pra trás até o último pagamento. Ex: último pagamento em abril + faltando em junho = ⏳ 2m (maio e junho). Quem está atrasado há mais tempo sobe no topo.
Minha ação (registro da equipe)
O seletor "Minha ação" deixa você registrar o que já fez, mesmo antes do ERP saber: ✅ Paguei · 📅 Agendei · 🔍 Em análise · ⏸️ Segurado. Fica salvo por mês e tira a conta dos alertas.
⋯ O menu de ações da linha
Na linha ficam só o ✏️ editar e o ⋯, que abre as ações com rótulo: 🔎 Auditar fornecedor · 📌 Virar tarefa (tratativa) · ✂️ Separar em 2 contratações · 🔗 Unir com outra recorrência · 💳 Mover para Cartão · 🔋 Mover para Recargas · 🚫 Encerrar. (Eram 8 ícones mudos por linha — o ganho não é o espaço, é o rótulo.)
🔗 Unir recorrências (classe alternada)
Às vezes a mesma conta aparece duas vezes na lista porque quem lança no ERP alterna a classe contábil do mesmo serviço (ex.: a internet ora vai como "Internet (MKT)", ora "Internet (Adm)"). Como o sistema separa recorrências por classe, isso vira duas linhas — e uma passa a mostrar 🔴 Faltando à toa (os pagamentos foram para a outra classe). No menu ⋯ da linha que você quer manter, use 🔗 Unir com outra recorrência e marque a(s) outra(s) para unir: os pagamentos das classes passam a somar numa recorrência só e o falso "Faltando" some. É durável (não volta a separar sozinho) e reversível (dá pra desfazer a união no mesmo modal). Um selo 🔗 une classe X aparece na linha. (É o inverso do ✂️ Separar, que quebra por VALOR quando são contratações diferentes no mesmo serviço.)
Atalho: ver as APs do fornecedor
Clique no nome do fornecedor (fica sublinhado ao passar o mouse) para abrir a aba 🧾 APs já filtrada por ele — você vê todos os lançamentos dele. De lá, o botão ✏️ Corrigir no De-Para leva à classificação se precisar ajustar.
Dados do contrato
Ao editar (✏️) uma conta, você pode guardar valor do contrato, data de renovação, contato e telefone do fornecedor — útil pra renegociar e saber com quem falar.
✂️ Risco de corte e criticidade
Na edição você define, por conta:
- Corta após (dias) — depois de quantos dias de atraso o fornecedor corta o serviço
- Criticidade — o impacto se o serviço parar (🔴 Crítica / 🟠 Alta / 🟡 Média / 🟢 Baixa)
O sistema cruza os dias de atraso com o limite de corte e mostra um selo: ⚠️ perto do corte (passou de 60% do prazo) ou ✂️ RISCO DE CORTE (já passou do limite). Esses casos sobem nos Alertas, priorizados pela criticidade — primeiro os críticos prestes a serem cortados.
🏢 Filial e 📍 Projeto
São duas dimensões diferentes:
- Filial = a dona da conta (entidade com CNPJ que paga). Vem automática da tabela de filiais — mostra nome fantasia + razão social + CNPJ.
- Projeto = onde o custo é usado (o empreendimento). É manual: o "— associar —" é clicável e abre um popup de conferência (serviço + CNPJ + escolha do projeto) com 3 saídas — Cancelar · Só o projeto · Associar + criar o 📑 contrato no Local (vincula o CNPJ e carimba o projeto — a mão dupla com 📍 Locais). Também dá pelo ✏️.
Os dois podem diferir (ex: internet de uma obra lançada na matriz). Use o filtro 📍 Sem projeto pra ver o que falta associar.
🔄 Ciclo de vida da conta (ativa → tratativa → encerrada)
| Estado | O que é / como chega |
|---|---|
| Ativa | na lista normal, sendo acompanhada |
| Em tratativa 🔧 | saiu da lista pra ser investigada numa tarefa (você clicou 📌). Fica aguardando resolução. Filtro 🔧 Em tratativa. |
| Encerrada 🗄️ | desligada de vez (obra acabou, cancelada), com motivo no histórico. Filtro 🗄️ Encerrados. |
Da tratativa, a tarefa tem dois botões que resolvem tudo num clique: ↩️ Manter (volta pra ativa) ou 🚫 Encerrar (vai pro histórico). O 🚫 Encerrar no menu ⋯ da linha também funciona — e sempre gera uma tarefa concluída de registro, com o motivo. Encerrou por engano? ↩️ reativa.
Ao encerrar, abre uma janela pra escolher o motivo (obra encerrada, serviço cancelado, contrato não renovado, migrou de fornecedor, reduziu escopo, duplicado…) e um comentário opcional (obrigatório em "Outro") — o motivo fica gravado na linha do histórico (filtro 🗄️ Encerrados).
Filtros e marcadores
- Chips por categoria — Internet, Nuvem, Telefonia... troca num clique
- 🏢 Filial — vê só as contas de um CNPJ
- 📍 Projeto/empreendimento e 🏭 Fornecedor — selects de conferência (só o que existe nas recorrentes)
- 🔴 Só faltando — mostra só o que está faltando ou em atraso (sua lista de "pagar agora")
- 📍 Sem projeto — contas que ainda não têm projeto associado
- 🔧 Em tratativa / 🗄️ Encerrados — as contas fora da lista ativa
- 🔔 Alertas — abre o painel de contas que precisam de atenção
- 📥 Excel / 📅 Matriz mensal — exporta / grade ✓✗ dos últimos 6 meses
Importante: "Faltando" = "não encontrei pagamento" — pode ser não-pago de verdade, ou pago mas ainda não carregado/lançado em outro lugar. É um radar de atenção, não uma certeza.
✨ Recorrências v2 · re-detecção limpa dos últimos 3 meses
A primeira detecção de recorrências varreu 2 anos de lançamentos e trouxe muito lixo (contas que já não existem, avulsos que pareciam mensais). A v2 reanalisa todas as APs e traz só o que tem recorrência nos últimos 3 meses — isso limpa a maior parte dos erros de uma vez.
Como ela é certeira (usa a inteligência que já temos)
Mesma régua da detecção oficial: de-para só-TI (fora financiamento, retenção e não-TI), união de classes, dedup do rateio por centro de custo, mediana do valor e moda do dia de vencimento. Fora também o que é 💰 Folha (PJ vive na aba Folha) e as 🔋 recargas.
⚠️ A cadência conta o título (aberto ou pago) pela competência (mês do vencimento) — não só a baixa. É isso que a torna imune a “pagamos atrasado”: os pagamentos chegam em rajada, então medir só pela baixa faria toda recorrência recente parecer parada. É recorrência quando aparece em pelo menos 2 dos 3 meses.
Os 3 baldes
- ✅ Confirmada — já está na aba Recorrentes e tem título nos últimos 3 meses.
- 🆕 Nova — apareceu nos últimos 3 meses e ainda não está cadastrada. Botão ➕ criar recorrência (usa a mediana e o dia detectados; não duplica).
- 🗑️ Sumida — recorrência ativa sem nenhum título nos últimos 3 meses = candidata a lixo dos 2 anos. Confira antes (pode ser anual ou ter parado); o botão ⏹️ encerrar tira da aba Recorrentes e é reversível (dá para reativar).
Os dois alertas que o Felipe pediu
⏰ Pago atrasado — títulos pagos no mês seguinte ao vencimento. ⚠️ Pago 2× no mês — dois ou mais títulos do mesmo valor pagos na mesma competência (candidato a pagamento duplicado; SaaS de uso, como Anthropic/OpenAI, tem vários títulos de valores diferentes no mês — isso não é duplicidade e não é marcado). E 📋 no administrativo = a planilha da Ana Julia também registra o fornecedor como recorrente (confirmação extra, forte nos SaaS de cartão).
Esta tela não altera nada sozinha — é uma análise. Você promove as novas e encerra as sumidas com um clique, e a curadoria/associações com locais da aba 🔁 continua intacta. Botão 🔄 reanalisar recalcula na hora (o resultado fica em cache por 1 minuto).
💳 Como usar: Cartão (conciliação)
Os fornecedores pagos no cartão de crédito / débito automático (AWS, Google, Anthropic, Hetzner…). Eles cobram sozinhos — então o critério aqui não é "risco de corte por dias de atraso" (isso é coisa de boleto), e sim CONCILIAÇÃO: a baixa do mês já apareceu no espelho do ERP?
O risco escala pelo tempo sem conciliar
| Selo | O que significa |
|---|---|
| ✅ Conciliado / 📋 Previsto | a baixa do mês apareceu (ou há título em aberto no fluxo) — ok |
| ⏳ A conciliar (1–2 meses) | a baixa ainda não apareceu — o mais provável é defasagem do espelho (o ERP registra as baixas de cartão em rajada, atrasado). Observar. |
| ⛔ Sem conciliar 3m+ · ⚠️ VERIFICAR | passou do plausível — o cartão pode ter falhado (recusado, limite, expirado) e o serviço ser cortado. Confira a fatura do cartão. O badge da aba conta esses casos. |
Ao lado do selo vem o badge da causa (⏳ 1ª fatura · 🔴 faturando e não pago · 🟣 parou de faturar) — porque “📋 Previsto” também era ambíguo aqui: a primeira cobrança de uma assinatura nova ficava idêntica ao serviço que emite título e nunca concilia. ⚠️ O badge não recoloriza o selo: a decisão de que o cartão nunca fica vermelho por dias de atraso continua valendo. Tabela completa em 📑 Contratos › 💸 O selo de pagamento.
Como um fornecedor vira "cartão"
Automático: o sistema detecta pela forma de pagamento predominante das baixas. Manual: nos Recorrentes, 💳 Mover para Cartão fica no menu ⋯ da linha; o 📄 aqui devolve pros Recorrentes (botão direto na linha) — o manual sempre vence o automático.
- Filtros — os mesmos dos Recorrentes: chips de categoria, filial, ⏳ só pendências, 📍 sem projeto, 🔧 em tratativa, 🗄️ encerrados, 📥 Excel e 📅 matriz mensal.
- 📌 Conferir fatura — cria uma tarefa já preenchida com o contexto da conciliação (prioridade alta quando está em ⚠️).
Por que existe: o caso AWS — paga no cartão todo mês, mas o espelho registrava a baixa meses depois, gerando um falso "RISCO DE CORTE". Aqui o alerta é honesto: ele não some, muda de eixo.
🧾 Como usar: APs
Lista as APs (lançamentos individuais) de TI — as notas a pagar e pagas, uma linha por nota/classe. É o detalhe por trás dos números agregados.
🪞 "Lancei a AP e ela não aparece aqui"
Antes de procurar erro, olhe a faixa cinza logo abaixo dos cartões: "🪞 espelho do ERP · títulos há 2 horas". Ela responde a pergunta que a tela sozinha não respondia — quando este app foi atualizado pela última vez com dados do Mega.
Este app não fala com o Mega em tempo real: ele lê uma cópia (um "espelho") que é atualizada de tempos em tempos ao longo do dia. Então um título lançado no Mega agora ainda não está aqui — e isso não é defeito, é o intervalo entre uma carga e outra.
- Se a faixa diz "há alguns minutos" e a AP não está na lista → o problema provavelmente é no cadastro (filial errada, classe errada, ainda não aprovada). Vale investigar.
- Se a faixa diz "há 3 horas" → é provável que ela só ainda não tenha chegado. Espere a próxima carga. (Casos reais: duas APs procuradas à tarde apareceram na manhã seguinte.)
- Se aparecer o aviso âmbar "⚠️ sem carga há N horas úteis" → aí sim a atualização pode ter parado; vale falar com quem cuida do banco. O aviso desconta noites, fins de semana e feriados, então ele não acende só porque é domingo.
⚠️ O número da AP se repete entre filiais (cada CNPJ tem a sua contagem) — por isso, ao procurar um título, informe sempre número + filial. E é normal existirem "buracos" na numeração: o ERP não usa todos os números.
Filtros
- Período: mês atual · últimos 3 meses · 12 meses · um mês específico… (abre o seletor de mês — ex.: "só maio") · tudo. Sempre por data de vencimento (competência).
- Centro de custo: restrinja a um CC (o 23 vem marcado 🖥️ TI) — é como o drill do Dashboard chega aqui.
- Tipo: Todos · 🔁 Recorrentes · ⚡ Avulsos · 💳 Financiamento. Use Avulsos para compras pontuais; Financiamento para parcelamentos (Dell, Aymoré...).
- Busca: por fornecedor, classe, código, nº da AP (igualdade exata quando você digita só dígitos) ou nº do documento (parcial).
- 🪪 Filial/CNPJ: filtra pela dona da conta — também vale no Excel e desbloqueia o "Todas as APs".
- ⬇️ Exportar (Excel): baixa uma planilha com exatamente o que está filtrado — e todas as linhas (não só a página da tela), com total no rodapé. É pra conferir os custos de TI à mão: mude os filtros (período, fornecedor, CC…) e o Excel sai igualzinho ao que você vê.
As três naturezas
| Tipo | O que é |
|---|---|
| 🔁 Recorrente | conta que se repete todo mês (assinatura, internet, sistema) |
| 💳 Financiamento | parcelamento de compra (Dell, Aymoré...). Nunca entra na recorrência, mesmo repetindo todo mês |
| ⚡ Avulso | compra pontual/eventual |
Para marcar um fornecedor como financiamento: edite-o no De-Para e escolha 💳 Financiamento no seletor de tipo. Ele sai da recorrência automaticamente.
Resumo e colunas
No topo: total de lançamentos e valor, separando 🔁 recorrente, ⚡ avulso e
💳 financiamento. A tabela
mostra vencimento, AP / Doc (o nº da AP, a parcela e o nº do documento — pra localizar o título
no ERP), status (✅ pago · ⏰ pago atrasado · ⌛ em aberto), fornecedor, classe de origem,
categoria, filial, centro de custo e valor. O valor é o da linha da nota (class_value).
Sob a Filial aparece o 📍 local/projeto quando a recorrente do serviço está ligada a um
local (vai no Excel também); e sob a linha do fornecedor, a sub-linha âmbar 🧾 "R$ X retido à
Receita" mostra a retenção daquele documento — já está no bruto, não soma.
Navegação cruzada
- Clicar no nome do fornecedor (na Recorrência) abre as APs dele já filtradas.
- Na barra do fornecedor há o atalho ✏️ Corrigir no De-Para.
- Numa AP que é recorrência, o ícone 🔁 leva para a Recorrência correspondente.
- Ao filtrar por um fornecedor, a lista mostra também os lançamentos dele fora do De-Para (ex.: adiantamentos), com um seletor ⚠️ classificar… — escolha a categoria e a regra nasce no De-Para na hora, sem trocar de tela.
📏 Regras de leitura das APs (importante)
Para os números baterem com a realidade, o sistema aplica estas regras ao ler as APs do ERP (valem para APs, Dashboard, Auditoria, Orçamento e Recorrências):
| Regra | Por quê |
|---|---|
Só conta como pago o que tem baixa real (baixa_date preenchido) |
O ERP tem registros "Ap Baixada" sem dados de pagamento (sem baixa, líquido 0) — duplicatas/ reemissões. São ignorados: não entram como pago nem como "em aberto". (Eram a causa das notas repetidas na mesma data.) |
Valor por linha = class_value deduplicado (por título+filial+parcela+classe) |
Um título se repete por classe e por centro de custo. Somar o total inflaria 2–3×; por isso conta o valor da classe uma vez. |
| Só é "de TI" o par fornecedor × classe que estiver no De-Para | Se o ERP lança o mesmo fornecedor em classes diferentes (ex: "Adiantamento" num mês, "Serviços" no outro) e só uma estiver mapeada, o sistema só vê essa — pode subnotificar. Ao auditar, se faltar mês, verifique se há outra classe não mapeada e classifique-a no De-Para. |
| Mês = competência (vencimento); pago em dia/atrasado pela data de baixa | Separa o que é do mês do que foi pago atrasado em outro mês (ver Dashboard). |
| Natureza: recorrente / avulso / financiamento | Financiamento (parcelamento, ex: Dell) nunca entra na recorrência. Definido no De-Para. |
Essas regras existem porque a base é um espelho do ERP (Senior/Mega) e tem ruído. Quando um número parecer estranho, comece pela Auditoria do fornecedor — ela mostra classes, meses e valores lado a lado.
🔄 Sobre a atualização dos dados: as APs são recarregadas do ERP de tempos em tempos pelo time de dados. Eventuais defeitos da origem (linhas "fantasma" sem baixa, ou datas com o ano trocado no reagendamento) são filtrados/ neutralizados por essas regras e não afetam os números de TI — a última verificação (jul/2026) achou umas datas erradas, mas todas em centros de custo de obra (fora da TI). O time de dados corrige na origem quando avisamos.
🔋 Como usar: Recargas
Recarga é crédito pré-pago — a empresa põe saldo antes de usar (o caso típico é telefonia: você recarrega R$ 500, R$ 1.000, R$ 2.000 conforme acaba).
Por que ela tem aba própria. Cada aba de pagamento existe porque faz uma pergunta diferente: 🔁 Recorrentes pergunta "vai cortar?" (e por isso conta dias de atraso); 💳 Cartão pergunta "conciliou?" (cobra sozinho, não corta); 📉 Financiamento pergunta "quantas parcelas faltam?". Crédito pré-pago não vence — você recarrega quando acaba. Aqui a pergunta é quanto estamos consumindo, e está acelerando?, e por isso esta tela não tem status do mês, nem "faltando", nem dia de vencimento. Um alarme que sempre toca é um alarme que ninguém escuta.
🔋 Recarga CONTA no custo de TI
⚠️ Diferente da 🧾 Retenção (que já está dentro do bruto e seria contada duas vezes) e do 🚫 Não é TI (que não é TI), a recarga é dinheiro de TI que saiu de verdade. Ela continua no Dashboard, no Orçamento e na Reconciliação exatamente como antes — a marcação só diz em que aba ela aparece.
Como marcar
Três caminhos: pelo De-Para (o seletor de tipo tem a opção 🔋 Recarga — marca o par fornecedor×classe inteiro), pelo botão 🔎 o que mais pode ser recarga? dentro da própria aba, ou por LINHA: "🔋 Mover para Recargas" no menu ⋯ da aba 🔁 marca uma recorrência (o caso misto DirectCall: mensalidade + recarga no mesmo par) — e o 🔁 devolver dentro do cartão daqui desfaz.
⚠️ A marcação é manual, de propósito. "Valor que varia" não é sinônimo de recarga: material de escritório, hardware e compra avulsa também variam, e consumo medido (API de IA, nuvem) é pago depois do uso, não antes. Detectar automaticamente pela variação arrastaria todos esses para cá. Por isso a lista de sugestões é só uma sugestão para conferir — quem decide é você, olhando.
E a mensalidade que convive com a recarga?
Um mesmo fornecedor pode ter uma mensalidade fixa e recargas variáveis na mesma classe contábil (o caso DirectCall: R$ 981,60 todo mês + recargas de R$ 500/1.000/2.000). A regra é: a recorrência reivindica o valor dela. O lançamento que casa com o valor de uma recorrência ativa daquele fornecedor/classe é a mensalidade e fica em 🔁 Recorrentes; todo o resto é recarga. Se o valor da recorrência estiver errado (porque a mediana misturou tudo), use o ✂️ Separar na aba 🔁 para declarar qual é a mensalidade — o cartão desta tela avisa quando nenhuma mensalidade foi declarada no grupo.
📉 Como usar: Financiamento
Os parcelamentos de TI (tipo 💳 Financiamento no De-Para — Dell, Aymoré…) em visão de dívida, separados dos Recorrentes e do Cartão — porque parcelamento não é assinatura: tem começo, meio e fim.
- Cards do topo: total financiado, já pago e o saldo devedor (quantas parcelas faltam).
- Por fornecedor: a barra mostra o % já pago e a próxima parcela. Clique pra abrir todas as parcelas — com nº da AP/documento (pra conferir no ERP), vencimento, status e valor.
- Pra um parcelamento novo aparecer aqui: marque o fornecedor como 💳 Financiamento no De-Para (ele sai da recorrência automaticamente).
🤖 Automações
O painel que torna as recorrências inteligentes: a conta/boleto chega por um canal (📧 e-mail · 🔌 API · 💬 WhatsApp) → é validada por condições (🤖 automação; o 🧠 IA é um rótulo/gancho — a validação por IA ainda não roda) → vai ao ERP por uma saída (📋 pedido, que passa pelo fluxo de aprovação · 💸 direto no financeiro, que exige validação com contrato). Tudo num lugar.
- Por recorrência: ligue a automação e escolha canal, motor e saída. Os ícones (🤖/🧠 · 📧🔌💬 · 📋/💸) aparecem também nas Recorrentes e nos contratos dos Locais, pra leitura rápida.
- Regras do envio direto (config): permite direto? exige contrato? exige valor batendo? tolerância %.
- 📥 Inbox: as contas recebidas caem aqui pra você validar e enviar (ou rejeitar). A API de entrada
é segura por token (env
AUTOMACAO_TOKEN) — enquanto sem token, fica desligada. - Nº do contrato na lista: vê rápido quem já tem contrato configurado.
⚠️ A saída real ao ERP (Approvo/Mega) e a recepção por e-mail ainda não foram implementadas — são os próximos passos (dependem da especificação da API). Hoje a saída é um registro interno ("enviado") e a entrada é a API por token.
🔐 Aprovação de automações
O controle de compliance da automação: um aprovador libera explicitamente que uma recorrência pode entrar automática. É a autorização/segregação de função que ISO e auditoria pedem. Hoje é o registro de compliance; amarrá-la como pré-requisito do envio automático é o próximo passo (entra junto com a saída real ao ERP).
- 🔐 autorizar abre um wizard em 3 passos: (1) contrato & valores/prazo; (2) classe, centro de custo e CNPJ; (3) conferência (✅/⚠️) + assertividade % → Aprovar tokenizando. Gera um token e congela um snapshot como evidência.
- 📄 Documento de auditoria: o comprovante tokenizado do que foi conferido (contrato/valor/local/prazo + assertividade), com Imprimir/PDF.
- 🚫 Revogar a qualquer momento. A tela é limitada por papel (módulo Aprovação) — o aprovador só vê/autoriza, atribuído pela tela 🔑 Funções (Sistema).
🌐 Como usar: Todas as APs
O buscador do contas-a-pagar INTEIRO da empresa — qualquer centro de custo, dentro ou fora do De-Para. É a lente de descoberta do funil: acha gasto de TI lançado no lugar errado, que nem o De-Para (por classe) nem a Reconciliação (pelo CC-23) enxergam.
- Buscar: fornecedor, classe ou nº da AP (mínimo 2 letras) — e/ou filtre por mês e centro de custo. Sem nenhum filtro a tela não varre (são ~120 mil lançamentos).
- Linha com ✓ verde: o par fornecedor×classe já está no De-Para (classificado como TI).
- Linha com ↳ classificar como…: está fora do De-Para. Escolha a categoria no seletor e a regra nasce na hora — o gasto é "puxado" pro sistema num clique e passa a contar no Dashboard, APs e Orçamento.
Exemplo real: buscar "digital" mostra fornecedores em Marketing, Contabilidade e Projetos — uns já são TI classificada, outros são exatamente o que estava escapando.
🔎 Como usar: Auditoria
Visão consolidada de um fornecedor numa tela só — pra investigar/auditar gastos.
- Escolher o fornecedor: digite no campo de busca (nome ou código) e selecione; ou use 🔎 Auditar fornecedor no menu ⋯ da linha na aba 🔁 (na 💳 Cartão o 🔎 segue botão direto), que abre a auditoria já naquele fornecedor.
- O que mostra: cabeçalho com total histórico, nº de lançamentos, classes e filiais; lista de recorrências; classes utilizadas (com categoria e valor); e filiais onde aparece.
- ⚠️ Classes não classificadas: se o fornecedor tem gasto em classes que não estão no
De-Para (ex: a empresa lança tudo em "764 Adiantamento a fornecedores" e não reclassifica), elas
aparecem num painel de aviso — com a marca CC 23 · TI quando foram lançadas no centro de custo de
TI. Dá pra classificar na hora: escolha a categoria no seletor e ela vira regra no De-Para, passando
a contar no controle de TI. É o jeito de capturar gasto de TI que estava escondido em adiantamentos.
Obs.: essas classes também aparecem nas APs quando você filtra por esse fornecedor (com o mesmo classificar inline) e na aba 🌐 Todas as APs — a Auditoria é onde elas ganham o painel consolidado com a marca CC 23 · TI. - ⚠️ Fornecedor dividido em N categorias: quando o fornecedor foi lançado em classes que caem em categorias diferentes (ex: a Vercel ficou meses como "Suporte" e depois virou "Compute" quando o financeiro corrigiu a classe), a recorrência racha (uma vira recorrente, a outra avulsa). O painel mostra as categorias e oferece 🔗 Unificar: escolha a categoria certa (já sugere a mais recente) e todas as classes do fornecedor passam pra ela — a recorrência se junta sozinha.
- 📋 Todos os lançamentos: no fim da tela, a lista completa e crua do fornecedor — pagos, em aberto, zerados/cancelados e classes não mapeadas, sem filtro. Mostra Valor (classe) e Pago (baixa) lado a lado, então dá pra ver os registros com valor de classe mas baixa zerada (cancelados/reclassificações). É a visão de auditoria forense. ⚠️ NÃO some a coluna de olho: quando há rateio (um título dividido entre centros de custo), cada linha traz o valor da classe cheio — a nota "🧩 N linha(s) são rateio" no topo e a etiqueta 🧩 1/N por linha (com a fatia R$ quando o rateio fecha) existem para isso; o resumo do topo sempre esteve certo (deduplica).
- Atalhos: botões 🧾 Ver APs (lista filtrada/limpa, em outra aba) e ✏️ Corrigir no De-Para.
- 🤖 Assistente de IA (painel à direita): um mini chat para perguntar sobre o fornecedor. Hoje ele responde em modo prévia (mesmo com agente cadastrado em ⚙️ Config, a ligação com a API ainda não foi ativada neste ponto) — quando for ligada, é aqui que o agente responderá com os dados do fornecedor.
⚙️ Configurações — Agentes de IA
Onde se cadastra os agentes de IA usados na Auditoria (e futuras telas). Cada agente guarda: nome, provider (anthropic/openai/custom), modelo, API URL, API Key (fica local e aparece mascarada), funções/ferramentas que ele pode usar, escopo e se está ativo.
A ligação real com a API do agente será feita depois — a estrutura já está pronta: ao cadastrar e ativar um agente de escopo auditoria, o chat da Auditoria passa a usá-lo. Por enquanto o chat responde em modo prévia. A chave de API não é sobrescrita ao editar se você deixar o campo em branco.
✅ Como usar: Tarefas
Onde você registra e acompanha os casos a tratar — achados avulsos da operação (ex: "a Alta Vista trocou de CNPJ?") e tratativas que precisam de um próximo passo e não podem se perder. É o hub único de tarefas de todo o sistema.
- ➕ Nova tarefa — título, descrição, prioridade (🔴🟡🟢), situação, prazo, o departamento (ou divisão) responsável, a equipe de atendimento, o serviço do catálogo e o fornecedor relacionado
- Concluir — marque o checkbox. ⚠️ Chamado que está com o fornecedor ou resolvido aguardando avaliação não tem checkbox: quem fecha ali é a avaliação de quem pediu.
- Editar — clique no corpo da tarefa
- Filtros — por situação (abertas / em andamento / ⏸️ aguardando fornecedor / ✅ resolvidos / concluídas / tudo), por módulo e pelos baldes de escopo (minhas / da equipe / novos / dos liderados / seguindo / abri eu). O botão 🏢 CSC no topo é o hub com todas as tarefas do sistema.
Cada tarefa tem duas dimensões independentes:
| Dimensão | Valores |
|---|---|
| Módulo (de onde veio) | 💰 Financeiro · ⚠️ Risco · 📐 ISO · 🖥️ Infraestrutura · 🤝 Reunião · Geral |
| Área responsável (quem executa) | o departamento ou a divisão de verdade (🏛️ Departamentos) — ex.: Tecnologia da Informação › Sistemas. É por ela que o líder da área enxerga o chamado. |
| 👥 Equipe de atendimento (a fila) | quem atende aquele tipo de trabalho (⚙️ Sistema › 👥 Equipes). Todo mundo da equipe vê; um por vez atende. |
🎫 Chamado: quem vê, quem atende, quem acompanha
Um chamado tem um número (#41) — é ele que se cita numa conversa e o que vai
na busca. A barra de baldes no topo da lista é o seu recorte:
| Balde | O que traz |
|---|---|
| 📥 Minhas | os que estão com você |
| 👥 Chamados da equipe | de todas as suas equipes de atendimento — só aparece se você está em alguma |
| 🆕 Novos | na fila e ainda sem ninguém atendendo |
| 👑 Dos liderados | de quem responde a você (pelo gestor do 🧑💼 Organograma) e da área que você lidera — só aparece para quem lidera |
| 👁️ Seguindo | chamados que você acompanha sem ser o responsável |
| 📤 Abri eu | o que você mesmo pediu |
👁️ Seguidor — dentro do chamado você adiciona quem precisa acompanhar, e essa pessoa passa a vê-lo. ⚠️ Seguir dá leitura, nunca escrita: o seguidor acompanha, mas não edita nem conclui. Qualquer um pode deixar de seguir.
🤝 Transferência — a regra combinada:
- chamado na fila, sem ninguém → qualquer um da equipe usa ✋ Assumir;
- chamado com outra pessoa → você pede a transferência (com o motivo), e quem decide é o dono do chamado ou um líder;
- o líder passa direto, sem pedir — é assim que um chamado parado com alguém de férias não fica travado.
⚠️⚠️ Ver é da equipe; EXECUTAR é de quem está com o chamado. Você enxerga o chamado do colega (é a sua fila, e isso é proposital), mas concluir e informar o código do projeto no Mega só quem está com ele. Sem essa regra, a transferência viraria enfeite — para que pedir o chamado, se dá para simplesmente fazer o trabalho dele? E a trilha passaria a atribuir a conclusão a quem não fez. Está na fila sem dono? ✋ Assuma (um clique) e siga.
🗂️ O serviço define o resto (área, equipe e prazo)
Ao abrir um chamado você escolhe o serviço no catálogo — e é ele que decide, sozinho, quem atende e em quanto tempo. O card mostra o caminho escolhido (Tecnologia da Informação › Mega ERP › Fiscal › NF não localizada), a criticidade e o prazo.
- O prazo é contado em horário útil (pula fim de semana e feriado) e fica congelado na abertura — mudar o SLA depois não mexe no que já foi prometido a quem pediu.
- Serviço sem criticidade definida no catálogo faz o chamado nascer em média: é padrão, não ausência de prazo.
- Não escolher serviço continua valendo (o chamado nasce sem prazo específico) — mas aí ninguém calibrou nada por você.
⚠️ O líder acompanha as aprovações de quem responde a ele (aba 👑 Da minha equipe em ✅ Minhas pendências), mas não assina no lugar de ninguém: assinatura é identidade, não permissão. Quem decide é quem foi convocado.
📞 Telefonia e contas recorrentes caem automaticamente na equipe Administrativo de TI. O sinal é estrutural (a tarefa está ligada a uma conta recorrente), não uma palavra no título — então um chamado solto de telefonia precisa da equipe escolhida à mão.
- Tarefas dentro de cada área — além do hub, há uma aba ✅ Tarefas em 💰 Financeiro (já filtrada em financeiro) e em 🛠️ Gestão (em risco). Nelas o filtro de módulo fica travado e a ➕ Nova tarefa já entra com aquele módulo.
- ⚠️ Incluir na matriz de risco — no modal da tarefa, vincule-a a um risco existente (vira tratativa dele) ou crie um risco novo na hora. Tarefas geradas dentro de um risco/tratativa aparecem com o módulo risco.
- Vem de outras telas — há botão ➕ Gerar tarefa no controle ISO (módulo iso, mostra 📐 código), no Inventário de Ativos (módulo infra, vinculada ao ativo) e nos temas de reunião (módulo reunião, mostra 🤝). O botão 📌 Virar tarefa nos Recorrentes, no Cartão (conferir fatura, com o contexto da conciliação) e nas Anomalias cria a tarefa já preenchida (fornecedor, contexto e achado).
- Prazo vencido aparece em vermelho ("atrasada"); o badge na aba mostra quantas estão abertas.
- Tarefa de uma conta recorrente (mostra 🔗 no lugar do checkbox): a conta fica em tratativa e você conclui pelos botões ↩️ Manter (volta pra ativa) ou 🚫 Encerrar — que resolvem a conta e a tarefa juntos. Não use o checkbox nesse caso (por isso ele some).
As tarefas são ordenadas por prioridade e prazo. Ideal para o fluxo: achou algo estranho → cria a tarefa → resolve no próximo dia na empresa → conclui.
📅 Como usar: Calendário
Mostra os vencimentos dos recorrentes no mês, cada conta no seu dia de vencimento. Navegue entre meses com ◀ ▶.
As cores seguem o status: 🟢 pago · 🔵 previsto · 🔴 faltando · 🟡 aguardando. Passe o mouse numa conta pra ver fornecedor, local e valor.
💰 Como usar: Orçamento
Compara o orçamento de TI do mês com o que está acontecendo de verdade.
| Indicador | O que é |
|---|---|
| Orçado | seu teto do mês (clique no card pra editar) |
| Realizado | o que já foi pago de TI no mês (valor real, sem inflar) |
| Comprometido | soma dos recorrentes estimados — quanto você "já deve" todo mês. Cada estimativa é a mediana dos pagamentos reais da conta (robusta a lançamentos residuais) |
| Saldo | orçado − realizado |
A barra mostra o % do orçamento já gasto. Se o comprometido passar do orçado, aparece um alerta vermelho (os contratos fixos sozinhos estouram o mês). Embaixo, o realizado por categoria.
Navegue entre meses com ◀ ▶. Cada mês tem seu próprio orçamento.
🔔 Como usar: Alertas
Acessível pelo botão 🔔 Alertas na aba Recorrentes. Lista as contas que precisam de atenção: faltando, vencendo em X dias ou 🔴 faturando e não pago, que ainda não receberam ação de "Paguei/Agendei".
⚠️ Duas regras de honestidade (jul/2026): (1) o contrato que está ⏳ aguardando a 1ª fatura NUNCA alerta — ele tem 0 baixas e 1 título em aberto por ser novo, e alarme falso ensina a ignorar o alerta; (2) em troca, o fornecedor que continua faturando e não está sendo pago passou a alertar — antes ele caía em “Previsto” e era invisível aqui, que é justamente o caso que mais importa. Cada item leva a causa, então quem recebe sabe se é para cobrar o financeiro ou para encerrar o contrato (tabela dos selos).
- Dias antes — quantos dias antes do vencimento começar a alertar (padrão 3)
- Webhook do WhatsApp — cole aqui o endpoint da sua API quando tiver
- 📤 Enviar agora — dispara os alertas pro webhook configurado
A estrutura já está pronta. Sem webhook configurado, o botão só mostra quantos alertas existem. Com o endpoint colado, ele envia de verdade.
🚩 Como usar: Anomalias
Detecção automática de inconsistências no de-para (roda a cada acesso — cargas novas geram anomalias novas aqui).
| Tipo | O que é |
|---|---|
| Código fiscal | códigos de imposto/retenção (IRRF, INSS, CS UNIF) que entraram como "fornecedor" — não são |
| Fornecedor não-TI | empresa de outra natureza (energia, água) caída em classe de TI por erro de lançamento |
| Sem cadastro | código de fornecedor que não existe na tabela de cadastro |
Tratativas (a decisão fica gravada)
- ✔ Ignorar — é falso positivo ou está ok; sai das pendências
- 🛠 Origem — precisa corrigir no sistema de origem (ERP Mega/Senior); registra observação
- 🗑 Remover — tira a regra do de-para de vez
O badge vermelho na aba mostra quantas estão pendentes. O que você já tratou não volta a incomodar.
🏷️ Como usar: Categorias
É a taxonomia — o catálogo de nomes padronizados. Segue a estrutura TBM de 3 níveis:
| Nível | O que é | Exemplo |
|---|---|---|
| 1. Pool | Tipo de custo (TBM) | Software, Nuvem, Telecom |
| 2. Categoria | Grupo dentro do pool | SaaS, Infraestrutura em Nuvem |
| 3. Subcategoria | Detalhe (folha) | SaaS › IA, SaaS › Dados & APIs |
- O de-para sempre aponta para a folha (o nível mais específico). Os relatórios somam pra cima sozinhos — você vê o total de "SaaS › IA", o total de "SaaS" e o total do pool "Software".
- Uma categoria de nível 2 pode ser uma folha (ex: Internet) ou um agrupador (ex: SaaS, que tem subcategorias). Agrupadores aparecem destacados, com as folhas indentadas (└).
- ➕ Nova categoria: escolha o pai — um Pool (cria categoria) ou uma Categoria (cria subcategoria). O nível é calculado automaticamente.
- Editar (✏️): ajusta nome e referências de framework (com sugestões automáticas).
- Nome curto (coluna "Curto"): apelido opcional que aparece nos gráficos do Dashboard no lugar do nome completo (ex: "ERP / Gestão" em vez de "Gestão / ERP & Vertical Imobiliário"). O nome completo TBM continua sendo o padrão; o curto é só pra leitura. Deixe vazio para usar o nome completo.
- Uso: quantas regras do de-para usam aquela folha.
- Não dá pra excluir categoria em uso nem agrupador com subcategorias (proteção contra quebra).
- Por que separar Nuvem de SaaS? O comportamento de custo é diferente — nuvem (AWS, Google Cloud) é variável/sob demanda; SaaS é assinatura. O TBM v4 trata Cloud como pool próprio. E o SaaS é dividido por função de negócio (Produtividade, Design, IA, ERP, Assinatura, Dados&APIs), como fazem as ferramentas de SaaS Management — assim dá pra gerir custo com precisão.
- 📌 A subcategoria "A classificar (revisar)" é um balde temporário: quem cai aí (ex: notas fiscais de retenção, distribuidores genéricos) precisa de revisão manual sua. Use o filtro "Não revisados" no de-para para encontrar tudo que foi reclassificado e conferir.
🛠️ Como usar: Manutenção
Tela para reprocessar e atualizar os dados quando você mexe no de-para ou chegam lançamentos
novos no mês — tudo por botão, sem precisar de terminal. As ações rodam dentro do servidor e
escrevem somente nas nossas tabelas (schema admti); nunca tocam nas tabelas
originais do ERP.
Painel de status (topo): visão rápida do datalake — schema, nº de categorias, de-para (e quantos revisados), recorrentes ativas/em tratativa/encerradas e locais.
🪞 Espelho do ERP (somente leitura): contagens de APs em aberto e pagas, os fantasmas
(registros "Ap Baixada" sem baixa real — ignorados pelo app), a data da última baixa carregada,
quando foi a última sincronização e as duplicatas em aps (deve ser ✅ 0). É o primeiro
lugar pra olhar quando um número parecer defasado ou depois de o DBA mexer na base.
- 🔁 Re-detectar pagamentos recorrentes: varre todas as APs (lançadas + baixadas) cruzando com o de-para e adiciona ao catálogo só as contas novas (fornecedor + categoria + local com ≥3 meses e cadência mensal). É não-destrutivo: nunca apaga — projeto, encerrados e dados manuais são preservados (usa ON CONFLICT DO NOTHING). Também recalcula a estimativa pela mediana dos pagamentos e corrige estimativas distorcidas por resíduos (só sobe — nunca rebaixa ajuste manual). Rode depois de editar o de-para ou no começo do mês.
- 🔄 Sincronizar categorias das recorrentes: realinha a categoria das recorrentes com o de-para atual. Ao editar a categoria de um fornecedor no de-para, a recorrência dele já é realinhada na hora — este botão é a versão "tudo de uma vez" (útil após editar vários, ou por garantia). Junta duplicatas do mesmo fornecedor+local preservando projeto, contrato e demais dados manuais.
- 🖨️ Reclassificar empresas de impressão: reaplica a categoria Impressão / Outsourcing a todas as classes da Copymaq, Demphis/Printer Magazine, Premiun Print/Rework e INK REY. Útil quando aparecem notas dessas empresas em classes novas. As recorrentes existentes são realinhadas sem perder dados manuais. Depois rode o "Re-detectar" para pegar locais novos.
- 👥 Sincronizar pessoas (intranet): importa o diretório de pessoas da empresa (nome,
cargo, departamento e contato corporativo) da intranet para a fundação GRC — alimenta os
responsáveis de ISO/Risco/Ativos, a trilha de auditoria e a lente por área (os
departamentos viram as áreas). Idempotente e não-destrutivo: atualiza quem já existe, adota
cadastros manuais pelo e-mail e inativa (não apaga) quem saiu — preservando a trilha. Importa só
o telefone corporativo (minimização LGPD). Requer
INTRANET_USERS_URLeINTRANET_API_TOKENconfigurados no.env. - 🌐 Semear rede on-premise: carrega no Inventário a rede física do Data Center Rossi 360
(firewall Bluepex, links, UDM Pro, switches, hosts Hyper-V com as VMs, NAS, Wi-Fi) a partir de
config/rede-inc-ativos.json. Idempotente — não sobrescreve edição manual. - 🗂️ Sincronizar repositórios: puxa os repos do GitHub/Bitbucket para a aba 🗂️ Repositórios
(tokens no
.env; sem token, explica em vez de falhar). Preserva os campos manuais.
Cada card mostra a data/hora da última execução e, ao rodar, exibe um log do que aconteceu. As ações são idempotentes: rodar de novo não duplica nada.
🛠️ Gestão de TI: Procedimentos & Treinamentos
A área 🛠️ Gestão de TI é a operação/governança além do financeiro — Inventário, Rede, Equipamentos, Locais, CNPJs, Contratos, Internet, Fornecedores, Repositórios, Organograma, Patrocinadores, ISO/Conformidade, Matriz de Risco (COSO), Procedimentos e Treinamentos. (Todas as áreas do sistema estão descritas na Visão geral.)
📐 ISO / Conformidade
Projetos de implementação das normas, com gap analysis vivo: cada norma tem seus controles/requisitos, cada um com status ⚪ Não iniciado · 🟡 Em andamento · 🟢 Implementado · ⚫ N/A. O % de progresso é calculado sozinho (implementados ÷ aplicáveis). Tela master-detail: escolha a norma no menu lateral (com barra de progresso) e veja os controles agrupados por categoria à direita; mude o status direto no seletor de cada linha. Vincule um procedimento como evidência do controle (ex: o controle de conscientização A.6.3 aponta para o PROC de atendimento). Já vem com dois projetos: ISO/IEC 27001:2022 com o Anexo A completo (93 controles) e ISO 9001:2015 (cláusulas principais) — edite/complete conforme sua realidade.
Cláusulas introdutórias (1, 2, 3): aparecem no topo marcadas como ℹ️ informativo — são Escopo, Referências normativas e Termos e definições. Não são requisitos (não têm "a organização deve...") e por isso não contam no progresso nem têm seletor de status; servem só para o time entender por que a implementação começa na cláusula 4. (Mesma lógica no Anexo A da 27001, que começa em A.5.)
Além do Anexo A, a ISO/IEC 27001:2022 traz as cláusulas 4 a 10 do Sistema de Gestão (SGSI) — contexto, liderança, planejamento, apoio, operação, avaliação de desempenho e melhoria — na categoria "Sistema de Gestão (cláusulas 4–10)". Ao todo são 103 itens (100 aplicáveis): a certificação cobre tanto os controles (Anexo A) quanto a gestão (cláusulas), cada um com status e progresso.
📄 SoA — Declaração de Aplicabilidade: no ✏️ de cada controle há a marca Aplicável e, quando não se aplica, uma justificativa; o botão 📄 Exportar SoA (no topo da norma) baixa o CSV completo — o documento nº 1 do auditor. Detalhes em Pessoas, Departamentos & SoA.
Filtro por status: acima da lista de controles há chips — Todos · ✅ Onde atuamos · 🟢 Implementado · 🟡 Em andamento · ⚪ Não iniciado · ⚫ N/A. Use "Onde atuamos" para focar no que já está em andamento/implementado. Para iniciar um controle manualmente, é só mudar o seletor de status da linha (⚪ → 🟡) ou abrir o ✏️ para registrar responsável e evidência. O botão ➕ Adicionar controle cria um controle fora do catálogo padrão.
🔗 Evidências — visão 360: ao abrir um controle (✏️), a seção Evidências mostra tudo que sustenta aquele requisito num só lugar: os procedimentos que o operacionalizam, os treinamentos que conscientizam, os riscos que ele mitiga e os ativos (servidores/serviços) onde ele se aplica. Cada vínculo é um chip — clique no ✖ para desvincular. Para adicionar, escolha o tipo (📐/📋/🎓/⚠️/🖥️/📑/🔐), o item e clique vincular. É a evidência que o auditor pede: "prove que este controle existe na prática" → aqui está a cadeia controle → procedimento → treinamento → risco → ativo. Os vínculos antigos (procedimento do controle, risco ligado ao controle) já aparecem aqui automaticamente.
📑 Contratos e 🔐 Autorizações também entram como evidência (jul/2026): além dos 5 tipos originais, a visão 360 passou a aceitar dois novos alvos ligados à governança de fornecedor e de acesso: um 📑 Contrato de fornecedor (da tela de Locais/Contratos — fornecedor · tipo · local) sustenta os controles de fornecedor do Anexo A (A.5.19–A.5.23 — segurança nas relações com fornecedores); e uma 🔐 Autorização de automação (o documento tokenizado que um aprovador emitiu na tela de Aprovação — token · fornecedor) evidencia os controles de acesso e autorização (A.5.15 controle de acesso · A.5.18 direitos de acesso). Assim o auditor liga o contrato real ao controle que ele cumpre, e a autorização tokenizada ao controle de quem-pode-o-quê — a cadeia GRC fica completa (controle ISO ↔ contrato ↔ autorização), dos dois lados como o resto da visão 360.
A mesma seção 360 aparece nas 5 telas da cadeia — controle ISO, Procedimento, Treinamento, Risco e Ativo (botão ✏️ de cada um) — sempre mostrando o que sustenta aquele item, dos dois lados da relação (se você ligou o controle a um risco, o vínculo aparece tanto no controle quanto no risco). Assim você pode partir de um risco e ligar o controle ISO (📐) que o mitiga, abrir um ativo e ver os controles/procedimentos que se aplicam a ele, ou amarrar um treinamento ao controle que ele evidencia. O item nunca se vincula a si mesmo (o próprio tipo some da lista).
📋 Procedimentos & Boas Práticas
Padrões de conduta e operação (atendimento, segurança, infraestrutura). A tela tem um menu lateral com os procedimentos agrupados por área (a bolinha indica o status); clique em um para abrir o conteúdo à direita — nada inicia aberto. Use a busca para filtrar. Cada procedimento guarda o conteúdo (passos) e as normas ISO e frameworks que ele atende. No editor, use ## para títulos de seção e - para itens. Botões de editar/excluir ficam no rodapé do procedimento aberto.
O primeiro já vem pronto: PROC-ATD-01 — Atendimento Presencial ao Usuário, com a postura correta (pedir licença, sentar no lugar do usuário em vez de ficar em pé com o braço esticado por trás, preservar privacidade/LGPD, nunca pedir a senha). Referencia ITIL 4 (Service Desk), HDI, ISO 9001, ISO 20000 e ISO 27001/LGPD.
🎓 Treinamentos
Registro das capacitações — planejadas e realizadas — vinculadas à norma que atendem e, opcionalmente, a um procedimento. Serve de evidência para auditoria: a ISO 9001 (7.2) exige competência registrada e a ISO 27001 exige conscientização. Campos: objetivo, norma, datas (prevista/realizada), responsável, público-alvo, participantes e evidência (ex: lista de presença).
Fluxo típico: crie o treinamento como 🗓️ Planejado com data prevista → quando ocorrer, edite para ✅ Realizado, preencha a data e a evidência. Os números no topo mostram quantos estão planejados e realizados.
📊 Eficácia: no ✏️ de um treinamento já salvo há a seção Eficácia — registre cada participante (aprovado + nota) e o sistema calcula o % de eficácia, provando que o treino funcionou (ISO 9001 7.2 / ISO 27001 A.6.3), não só que aconteceu.
⚠️ Matriz de Risco (framework COSO)
Mapa dos riscos de TI no formato clássico do COSO: uma heatmap 5×5 de Probabilidade × Impacto. O nível de cada risco é Probabilidade × Impacto (1 a 25), classificado em Baixo (1–4) · Moderado (5–9) · Alto (10–14) · Crítico (15–25) — daí as cores verde → vermelho da matriz.
- Matriz (esquerda): cada célula mostra quantos riscos caem naquele cruzamento. Clique numa célula para filtrar a lista ao lado; clique de novo (ou em "ver todos") para limpar. Os KPIs no topo somam críticos, altos e em aberto.
- Lista (direita): cada risco traz o nível colorido, categoria, a resposta e o status, o controle/ação mitigatória e o responsável. O ✏️ abre para editar.
- ➕ Adicionar risco: botão no topo da lista. Você define título, descrição, categoria (objetivo COSO: Estratégico, Operacional, Reporte ou Conformidade), componente COSO ERM (opcional), Probabilidade e Impacto (1–5), a resposta ao risco (Evitar / Mitigar / Transferir / Aceitar) e o controle mitigatório.
Já vem com 8 riscos de TI de exemplo (vazamento de dados/LGPD, ransomware, falha de backup, dependência de fornecedor, acessos não revisados, custos de nuvem, link sem redundância, phishing) — todos editáveis. Vários citam o controle ISO que os trata (ex: backup → A.8.13), conectando a matriz de risco com a aba de ISO/Conformidade.
📝 Avaliação de riscos (questionário guiado)
Botão 📝 Avaliar riscos. Um questionário com ~23 perguntas (agrupadas por domínio: governança, acessos, LGPD, backup, proteção, fornecedores, pessoas, físico, incidentes, custos) ancoradas em COSO, ISO 27001 e LGPD. Você responde ou pula cada pergunta; tudo salva sozinho — se sair e voltar, continua de onde parou. Cada resposta tem um peso (Probabilidade × Impacto). Em cada pergunta há um campo de 📝 observação — anote ali o contexto na hora, enquanto está fresco (ex: "backup é manual, sem teste"). Essas observações viajam junto: ao aplicar, entram nas notas do risco gerado (aparecem ao abrir o risco), evitando ter que reabrir cada risco depois pra preencher. Ao terminar, clique Revisar e aplicar: aparece um preview dos riscos que serão criados/atualizados (novo / atualiza), e só depois de confirmar eles entram na matriz (marcados como origem: avaliação). Seus riscos manuais não são tocados. Cada avaliação é uma rodada com data — dá pra refazer periodicamente e comparar a evolução (evidência de auditoria).
🏢 Área / Setor — visão da empresa toda
O sistema cresceu de "só TI" para a empresa toda. No topo há a lente 👁️ Visão: 🏢 Empresa (tudo) ou um dos departamentos reais da empresa — a lista vem do diretório da intranet (sincronizado, ~33 departamentos: Tecnologia da Informação, Recursos Humanos, Financeiro, Presidência, Qualidade, Comercial, Jurídico, Engenharia, Marketing, Suprimentos…) — e filtra a Matriz de Risco e a ISO. Cada risco e cada controle têm uma Área/Setor dono + um Âmbito (💻 TI ou 🏢 Corporativo). Assim dá pra separar o risco da TI do risco da empresa: a TI vê a fatia dela, a Qualidade vê o todo. Tudo que já existia entrou como Tecnologia da Informação por padrão — é só reclassificar o que for de outra área no ✏️. (A importação do material que a Qualidade já tem entra quando eles passarem o formato.)
🛠️ Tratativas e tarefas
Clique em um risco (no card) para abrir o plano de tratamento. Ali você cria tratativas (estratégia COSO — evitar/mitigar/transferir/aceitar —, responsável, prazo, custo, status) e, dentro de cada uma, gera tarefas (a prioridade já entra conforme o nível do risco). Conclua as tarefas marcando o check; quando o plano estiver resolvido, mude o status do risco para mitigado.
As tarefas de risco vivem na mesma aba de chamados do resto do sistema (hub único, com filtro por módulo: 💰 Financeiro / ⚠️ Risco / 📐 ISO / 🖥️ Infraestrutura — e o departamento responsável vem de 🏛️ Departamentos, o mesmo cadastro do resto do app). E o contrário também: ao criar/editar uma tarefa do financeiro, há a opção "incluir na matriz de risco" — vincula a tarefa a um risco existente ou cria um risco novo na hora.
🤝 Reuniões / Atas executivas
A área 🤝 Reuniões transforma a reunião de alinhamento (ex: a semanal com a diretoria/CEO) em governança auditável. Tecnicamente, ela é a "Análise Crítica pela Direção" que a ISO 9001 e a ISO/IEC 27001 (cláusula 9.3) exigem — então cada ata aqui já é evidência de certificação.
Como funciona: você cria uma reunião (data, tipo, participantes, departamentos envolvidos, resumo executivo) e dentro dela registra os temas / pautas. Cada tema tem um tipo — 📦 Projeto, ⚡ Demanda, 🔁 Item Contínuo, 🧭 Alinhamento, ⚖️ Decisão, 🟢 Aprovação, ⚠️ Risco/Problema, 💡 Brainstorm — além de prioridade, status, departamento, responsável, previsão e frequência de retorno.
O coração — o conversor: dentro de cada tema, os botões ➕ Tarefa / ⚠️ Risco / ⚖️ Decisão / 📦 Projeto transformam a pauta na entidade certa do sistema, sem retrabalho: a tarefa cai no hub de Tarefas já roteada pro responsável do departamento; o risco entra na Matriz de Risco; a decisão vira um registro pro CEO; e o projeto entra no portfólio. Nada se perde entre o "foi falado" e o "vira ação".
Roteamento por líder (RACI): no botão ⚙️ Líderes por área você define o líder de cada departamento (do diretório de pessoas). Aí, quando um tema daquele departamento vira tarefa, ela já nasce no líder certo — ou no responsável que você escreveu no tema. Assim a demanda chega direto em quem resolve.
Ações da reunião inteira: no topo da ata, o botão 📤 Enviar p/ Tarefas cria uma tarefa para cada tema de uma vez (roteada pro responsável/líder; pula os temas que já viraram tarefa). O botão 📄 Exportar ata baixa a ata em Markdown (resumo + pautas por prioridade + decisões) — o artefato para circular com a diretoria.
As abas ⚖️ Decisões e 📦 Projetos (no topo da área Reuniões) mostram tudo que os temas geraram: as decisões pendentes do CEO (com botões aprovar/reprovar/adiar) e o portfólio de projetos (com status editável).
Já vem com a 1ª reunião TI + Edinho semeada (22 temas), pra você ver o modelo. Abra um tema e clique nos botões de gerar conforme a reunião acontece.
📋 Pauta viva: os assuntos fixos que voltam em toda reunião vivem no modal 📋 Pauta viva (assunto, prioridade 1–3, frequência) — e o botão 📋 Gerar pauta dentro da reunião cria um tema por item ativo, na ordem de prioridade, pulando os que já existem (idempotente). Cada tema também tem Nota 1–5 (1 = crítico · 5 = resolvido — vira badge no card e sai no export da ata) e Comentários — é o formato de ata definido pelo CEO. Em evolução: dashboard executivo e exportação em PDF.
🎖️ Cargos
Em ⚙️ Sistema → 🎖️ Cargos fica o catálogo das funções da empresa. Ele existe por um motivo prático: escolher aprovadores por cargo só funciona se "Técnico de Segurança do Trabalho" for uma coisa só.
⚠️ O cargo da pessoa vem do RH — aqui não se edita
O texto do cargo de cada pessoa é sincronizado do diretório e sobrescrito a cada 👥 Sincronizar. Se você editasse aqui, sua correção sumiria no próximo sync, sem erro e sem aviso. O que se cura nesta tela é o catálogo: quais funções existem, o nível de cada uma, e quais grafias do diretório significam a mesma coisa.
🔤 Grafias — o que resolve o problema de verdade
O diretório escreve a mesma função de jeitos diferentes. Medido hoje: os 15 técnicos de Segurança do Trabalho estão escritos de 3 formas (Tecnico SEG. Trabalho, Tecnico em segurança do trabalho, Técnico segurança do Trabalho). Uma regra de aprovação que casasse pelo texto convocaria 8 e deixaria 7 de fora — em silêncio. Somar as três como grafias do mesmo cargo resolve.
A tela mostra 🔗 "parecem a mesma função, escritas diferente" com um botão unir. A máquina propõe, você confirma: distância entre palavras não distingue erro de digitação de cargo diferente (Analista de Cobrança × de Compras), e uma fusão errada faria a pessoa errada aprovar.
O KPI "pessoas com cargo fora do catálogo" é a fila de curadoria: cargo novo que o RH criou. Enquanto estiver lá, essas pessoas não são convocadas por nenhuma regra.
✅ Minhas pendências & 🔐 aprovações
Em 🏠 Intranet → ✅ Minhas pendências (e também em 🏢 CSC) cada pessoa vê, num lugar só, o que precisa aprovar e as tarefas dela. É a tela pensada para quem não usa o sistema — o gerente que precisa assinar e nunca abriu Custos nem Gestão. Funciona no celular.
Chegam aqui dois tipos de autorização, no mesmo cartão: o CNPJ de um local novo e, desde ago/2026, qualquer pedido de um fluxo com caixa 🔐 — a compra de informática, por exemplo. O cartão se adapta: ele mostra o que foi pedido, com as perguntas e as respostas do formulário, mais o departamento e a regra que está valendo (“basta um aprovar” ou “todos precisam aprovar”). Quem define essa regra é o próprio departamento, em 🏛️ Departamentos › 🛒 Parâmetros de aprovação.
As abas (as duas do meio só aparecem quando têm conteúdo):
| Aba | O que traz |
|---|---|
| 🔐 Para aprovar | as aprovações em que é a sua vez de assinar. |
| 📋 Minhas tarefas | as que estão com você — mais as 👥 da sua equipe (na fila ou com um colega), num bloco à parte. |
| ⭐ Avaliar | os seus chamados que foram resolvidos e esperam a sua nota. Mostra a solução escrita antes de pedir a avaliação — nota 1 ou 2 reabre o chamado. |
| 👑 Da minha equipe | só para acompanhar: as tarefas de quem responde a você e das áreas que você lidera, e depois as aprovações que esperam por eles. Sem botão nenhum — o líder cobra, não assina no lugar. Só aparece para quem lidera alguém. |
| 📜 Histórico | as aprovações já decididas, com quem decidiu e quando. |
⚠️ A aba 👑 Da minha equipe nasceu só com aprovações e mostrava “ninguém tem aprovação pendente” para quem tinha 6 tarefas de equipe esperando — o rótulo prometia mais do que entregava, e quem abriu concluiu que estava vazio. Hoje ela traz as duas coisas. E “liderar” conta dois caminhos: quem responde a você no organograma e a área pela qual você responde — só o primeiro deixaria a aba invisível em 32 dos 33 departamentos, onde a cadeia de gestor não está preenchida.
As tarefas: ✋ assumir, ↩️ devolver, 🤝 pedir
- Chamado na fila, sem dono → ✋ Assumir e ele é seu.
- Chamado com outra pessoa → 🤝 Pedir a transferência (o dono ou um líder decide).
- ↩️ Devolver à fila larga o chamado sem escolher quem pega.
- Concluir e informar o código do Mega só aparecem para quem está com o chamado — ver é da equipe, executar é de quem pegou (detalhe em Chamados).
Como se pede uma aprovação
Ao criar um local (📍 Locais → ➕ Novo local) você escolhe o CNPJ na lista oficial — ou marca "não encontrei", quando a SPE ainda não existe (aí quem abre CNPJ é avisado, e o local nasce com esse estado registrado na linha do tempo). Escolhendo um CNPJ, aparece a opção exigir aprovação.
Os aprovadores são escolhidos por cargo × departamento — "o Gerente de Suprimentos, de Suprimentos" —, nunca por pessoa. Assim a regra continua valendo quando o titular mudar, sem ninguém editar nada. ⚠️ Você vê os nomes antes de confirmar: cada aprovador adicionado mostra quem seria convocado, e avisa quando ninguém tem aquele cargo naquele departamento.
Como fecha
- Basta um de cada cargo assinar (quem responde é a função, não o comitê — sobrevive a férias).
- Todos os cargos escolhidos precisam assinar para a aprovação fechar.
- Uma reprovação encerra a rodada inteira, e o motivo é obrigatório — quem pediu precisa saber o que corrigir. Reabrir é pedir uma nova aprovação.
- Um cargo que não resolveu ninguém fica como furo aberto e impede o fechamento: ou você usa 🔔 cobrar (se alguém entrou desde então), ou dispensa aquele aprovador com um motivo.
O que a aprovação NÃO faz
Ela não bloqueia nada: o local nasce, os contratos entram, a operação segue. Criar o local é o trabalho; aprovar é a consequência. Se você quiser que ela seja um portão de verdade (impedir publicar o local antes de aprovado), peça — são poucas linhas, mas é uma decisão sua.
⚠️ O motivo que você escreve ao reprovar vai para a trilha de auditoria, que quem tem acesso a Sistema lê. Escreva o motivo operacional (“CNPJ errado, a SPE certa é a 15”), não pessoal.
O aprovador não enxerga o local — ele lê uma cópia congelada do que foi pedido (local, endereço, CNPJ, quem pediu). Contrato, valor, fornecedor e documento não atravessam para essa tela.
🏛️ Estrutura de departamentos
Em ⚙️ Sistema → 🏛️ Departamentos fica o mapa da empresa: quais são os departamentos, quantas pessoas tem cada um, quem responde por ele e onde ele fica na estrutura (um departamento pode ficar dentro de uma diretoria, e esta dentro da presidência).
A lista não foi digitada: são os departamentos reais, que chegaram junto com as pessoas no sync do diretório. O número de pessoas em cada cartão é contado na hora, do diretório — não é um campo que alguém preenche e esquece de atualizar.
👥 Quem responde: uma escada, não um nome só
Um departamento pode ter vários responsáveis, cada um num papel: 👑 C-level · 🎖️ Diretor · 🥈 Vice-diretor · 🎯 Head · 📋 Gerente · 🧭 Coordenador · 👁️ Supervisor. Abra o cartão do departamento e use ➕ nomear.
⚠️ Cargo e papel são coisas diferentes. O cargo (“Gerente de Suprimentos”) vem do RH e é sincronizado — ninguém edita aqui. O papel é uma nomeação sua: quem responde por esta área. Costumam coincidir, mas não sempre — um Coordenador de Obras pode responder por uma divisão inteira, e alguém pode ser Gerente de Projetos sem liderar departamento nenhum.
O líder principal (quem recebe as tarefas roteadas para a área) passou a ser derivado: é sempre o responsável de maior nível. Tirou o diretor? O gerente assume sozinho — ninguém precisa lembrar de arrumar.
🛒 Parâmetros de aprovação — quem autoriza o quê, neste departamento
Dentro do cartão de cada departamento existe a caixa 🛒 Parâmetros de aprovação. Ela responde uma pergunta só: quando alguém deste departamento pede algo que precisa de autorização, quem autoriza? Exemplo real: toda compra de material de informática pedida por alguém do Comercial passa pelo Tony ou pelo Rogério.
Para cada assunto você escolhe as pessoas e a regra:
- basta um aprovar — qualquer um dos escolhidos decide sozinho. É o normal: sobrevive a férias e viagem, porque não depende de uma pessoa específica estar disponível.
- todos precisam aprovar — cada um assina a sua parte, e o pedido só anda quando o último assinar.
⚠️ O assunto vale para a empresa inteira; os aprovadores são deste departamento. Criar “Compras de material de escritório” aqui faz o assunto aparecer em todos os departamentos — cada um escolhe os seus. É isso que permite um único fluxo de compra servir a empresa toda.
⚠️ Departamento sem regra não é “aprovado automaticamente”. O pedido nasce travado e diz por quê, na tela de quem cuida do fluxo. Fingir autorização seria pior do que travar. Por isso a caixa avisa, em vermelho, quando um assunto está sem ninguém.
⚠️ Escolhemos as PESSOAS, não o cargo — e é medição, não preferência: hoje o Tony e o Rogério têm exatamente o mesmo cargo no diretório, e há gente com o cargo escrito de um jeito que o catálogo não reconhece. Uma regra por cargo acertaria por acidente e falharia em silêncio no dia em que o RH corrigisse uma grafia. O preço da escolha por pessoa é o inverso: quando alguém sai da empresa, a caixa mostra 🚫 saiu e todo pedido daquele tipo nasce travado até você trocar o nome.
⚠️ “Quem responde saiu da empresa” — o KPI vermelho
Quando alguém some do diretório, o sync marca a pessoa como inativa (ela deixa de conseguir entrar no sistema). Se essa pessoa era quem responde por um departamento, a área ficava com um líder que o sistema considera desligado — e as tarefas roteadas para ela nasciam no nome de um fantasma: não apareciam para ninguém e nada reclamava.
Agora isso aparece: o cartão da área explica o furo e o resumo mostra o KPI vermelho “quem responde saiu da empresa”, com quantas pessoas ficaram sem quem receba o trabalho da área. Clique no KPI para ver só essas áreas. A mesma informação aparece na tela 👤 Pessoas, na linha de quem está inativo.
E o roteamento? Ele pula quem está inativo, sempre. Se houver outro responsável nomeado e ativo, o trabalho sobe para o de maior nível (o gerente assume no lugar do diretor que saiu). Se não houver ninguém, a tarefa nasce mesmo assim, sem dono, e a tela avisa por quê — nunca com um dono que não existe. Avisar não pode derrubar a operação; o furo tem de aparecer, não sumir.
⚠️ Nada é apagado. A nomeação continua registrada: se a pessoa voltar ao diretório (era erro no cadastro, não desligamento), ela volta a receber sozinha, sem ninguém refazer nada. Para consertar de vez, abra o cartão e nomeie outra pessoa em 👥 Quem responde.
🗂️ Divisões dentro de um departamento
Departamento grande se divide: a TI tem Infraestrutura · Desenvolvimento · Sistemas · Administrativo. Uma divisão é um departamento com “fica dentro de” apontando para o pai e tipo 📎 Divisão / setor. Ao abrir uma divisão, aparece a lista das pessoas do departamento pai para você marcar quem está nela.
⚠️ A pessoa continua no departamento — a divisão refina, não move. Por isso o departamento segue contando todo mundo e a divisão conta só os dela. E a divisão é nossa: o diretório do RH não conhece “Infraestrutura”, então o 👥 Sincronizar não desmancha o que você montar aqui.
Divisão também vale como aprovador: dá para pedir aprovação a “🧭 Coordenador · Infraestrutura” e o sistema resolve quem está naquela divisão.
O que dá para definir
- Responsáveis — quem responde pelo departamento, e em que papel.
- Fica dentro de — pendura o departamento sob outro, montando a árvore.
- Tipo (🏛️ presidência · 🏢 diretoria · 📁 departamento · 📎 setor), sigla (o nome curto que a casa usa) e o que a área faz.
Os KPIs no topo mostram as pendências em vez de escondê-las: quantos departamentos estão sem líder e quantas pessoas estão sem departamento — os dois furos que atrapalham o roteamento.
⚠️ O nome muda, a chave não
Cada departamento tem uma chave interna (mostrada no topo do cartão ao editar) que é o que liga as pessoas a ele, o público-alvo dos posts da intranet e a lente 👁️ Visão. Por isso você edita o nome (o rótulo que todo mundo lê) e a chave fica quieta — renomear a chave desligaria as pessoas do departamento em silêncio.
Departamento que acabou: desmarque "ativo" (ele some da lista mas o histórico continua apontando para ele). Apagar só é permitido quando não há ninguém nele nem departamentos dentro dele.
🧩 Problemas — muitos chamados, uma causa
Quando a atualização do ERP quebra a emissão de nota e vinte pessoas abrem chamado, não são vinte assuntos: é um. O problema é esse assunto — você trata a causa uma vez e todos os chamados ligados são respondidos juntos.
Como se usa
- No chamado que revelou a coisa, clique em 🧩 Virar problema. Ele já entra ligado.
- Em 🏢 CSC → 🧩 Problemas, use 🔗 ligar chamados: o app sugere os chamados abertos do mesmo ramo do catálogo, e você confirma um a um.
- Quando o fornecedor entregar, ✅ Resolver e responder: escreva a solução e ela é respondida em todos de uma vez.
⏸️ O relógio do SLA PARA enquanto se espera o fornecedor
Chamado ligado a um problema fica “pendente de solução do fornecedor” e o prazo dele congela. Quando o problema é resolvido, o prazo é empurrado pelo tanto de tempo que ficou parado — em horas úteis, não corridas.
⚠️ A diferença é enorme e por isso está escrita aqui: parar numa sexta às 17h e
voltar na segunda às 9h são 64 horas no relógio e apenas 2 horas de expediente. Contar
as 64 daria três dias de folga no indicador a cada fim de semana — o SLA passaria a mentir a favor
da TI, que é a mentira que ninguém reclama. O tempo de espera do fornecedor fica registrado
(aparece como ⏸️ +Xh na lista de chamados do problema) e vira a métrica de cobrança dele.
⭐ Resolver NÃO fecha — quem fecha é quem pediu
Os chamados vão para “Resolvido — aguardando avaliação” e cada solicitante recebe, na caixa ✅ Minhas pendências, a solução escrita e o pedido de dar uma nota de 1 a 5. Sem resposta, o chamado fecha sozinho em 3 dias úteis.
Nota 3, 4 ou 5 encerra o chamado. Nota 1 ou 2 REABRE: a pessoa escreve o que faltou e o chamado volta para a equipe (situação “em andamento”) em vez de fechar — a contagem para o fechamento automático é zerada junto. A nota e o comentário aparecem na lista de chamados do problema, e as notas baixas ganham um aviso no topo dela.
⚠️ Por que não fecha na hora? Entre vinte chamados ligados ao mesmo problema, quase sempre há dois ou três com um pedaço próprio que a correção do fornecedor não cobre. A avaliação é exatamente a chance de a pessoa dizer “isso não resolveu o meu caso” — fechar tudo de uma vez transformaria esses dois ou três em gente sem resposta e sem caminho de volta.
O que o sistema NÃO faz sozinho
- Não liga chamado automaticamente. Ele sugere pelo serviço do catálogo e você confirma — ligar sozinho por parecença de texto poria um chamado legítimo em espera pelo fornecedor, sumindo da fila de alguém, na primeira vez que alguém escrevesse diferente.
- Não toca em chamado já fechado. Resolver em massa alcança só o que está aberto.
- Apagar o problema não apaga chamado nenhum — eles só deixam de apontar para ele, e quem estava esperando o fornecedor volta para “em andamento” com o relógio andando de novo.
⚠️ Criar problema, ligar e resolver é para quem opera a fila (quem tem edição em Custos, Gestão, Reuniões ou CSC) — resolver em massa responde em nome da TI no chamado de dezenas de pessoas, é a operação de maior alcance do sistema. Já avaliar é só de quem pediu: nem o administrador avalia o atendimento dos outros.
🗂️ Catálogo de serviços & ⏱️ SLA
Em 🏢 CSC → 🗂️ Catálogo de serviços fica o cardápio da empresa: tudo o que se pode pedir, organizado como um portal. É a lista que veio do sistema de chamados anterior — 490 serviços em 23 categorias — e ela não é só da TI: 58% são de Jurídico, Assistência Técnica, Departamento Pessoal, Suprimentos, Segurança do Trabalho e mais 18 áreas.
🚪 Quem pode abrir — a permissão vem do grupo, não de uma função por pessoa
No ✏️ de qualquer nível existe a caixa 🚪 Quem pode abrir. Ali você declara, por cruzamento de cargo × departamento, quem pode abrir aquele grupo e tudo abaixo dele: "quem for Diretor Comercial no Comercial abre os chamados deste segmento". Também dá para apontar uma pessoa ou uma equipe.
Por que isto existe: hoje só 24 das 450 pessoas têm alguma função no sistema — as outras 426 não conseguem abrir pedido nenhum. Criar uma função por assunto e atribuir uma a uma nunca vai acontecer. A regra do grupo se resolve sozinha quando alguém é contratado, promovido ou muda de departamento — do mesmo jeito que o líder da área recebe o trabalho roteado.
- 🎖️ cargo × departamento — o caminho normal. Sobrevive a troca de pessoa.
- 👤 uma pessoa — a exceção. Existe porque 19 pessoas ativas estão com o cargo fora do catálogo (ou vazio no diretório) e uma regra por cargo não as alcança e não avisa.
- 👥 uma equipe — quem está na fila de atendimento daquele assunto.
⚠️ A regra SOMA, nunca tira. Quem já podia abrir pelas funções continua podendo, inclusive num grupo que tem regra e não o cita. Grupo sem regra fica exatamente como está hoje. É a única direção em que uma mudança aqui não pode tirar acesso de ninguém por engano.
⚠️ Cada item mostra quantas pessoas ele alcança agora, e um item que alcança zero aparece em vermelho. Regra que não resolve ninguém tem cara de configurada e não faz nada — é o mesmo cuidado do "(0 pessoas)" no picker de aprovadores.
⚠️ Um pedido de fluxo só herda essa regra se o fluxo estiver ligado a um serviço do catálogo (em ⚙️ Definir fluxos). Sem serviço não há grupo, e sem grupo não há onde declarar quem abre — a tela diz isso em vez de deixar passar.
Para quem só quer pedir
- 🔎 Busque pelo que você precisa (“mega senha”, “nota fiscal”, “acesso”). A busca vence a navegação: quem digitou quer o resultado, não o mapa. Ela ignora acento e casa todos os termos, em qualquer ordem.
- Ou navegue: categoria → grupo → serviço, com a trilha no topo para voltar.
- Cada serviço mostra quem atende e em quanto tempo antes de você pedir.
- Solicitar abre o chamado já com o serviço escolhido — e é isso que faz o chamado nascer com a área, a equipe e o prazo certos, sem você escolher nada.
⏱️ O prazo é em horário útil, e é gravado na abertura
Um chamado aberto às 17h de sexta com 4h de prazo vence às 11h de segunda, não às 21h de sexta. A conta pula fim de semana e feriado nacional e respeita o expediente.
⚠️ O prazo é congelado no momento da abertura, nunca recalculado. Se amanhã alguém mudar o SLA daquele serviço, os chamados já abertos mantêm o prazo que foi prometido a quem pediu — mudar a régua no meio do jogo é o que faz um indicador de SLA perder a credibilidade.
Os prazos padrão vêm da matriz por criticidade (🔴 Crítica · 🟠 Alta · 🟡 Média · 🟢 Baixa), no topo da tela. Um serviço específico pode ter prazo próprio, e aí ele vence a matriz.
✏️ Calibrar (quem cuida do catálogo)
O ✏️ aparece no cabeçalho de cada nível — categoria, grupo e serviço — e o que você define ali desce para tudo que está abaixo. Marcar a categoria Mega ERP como 🟠 Alta resolve os 55 serviços de uma vez; o modal diz quantos serviços aquilo afeta antes de salvar.
- Criticidade, área responsável e equipe de atendimento se herdam. Cada campo mostra “herda X de <nível de cima>” quando está vazio — herança explícita, para ninguém achar que o campo em branco significa “sem regra”.
- O que já tem valor próprio não muda: o modal avisa quantos descendentes serão preservados. Calibrar de cima para baixo nunca atropela um ajuste fino feito antes.
- “Aparece no portal” tira o serviço da vitrine sem apagar nada — os chamados históricos continuam apontando para ele.
⚠️ Serviço sem criticidade NÃO é serviço sem prazo. Quando o catálogo não define, o chamado nasce em média — e a tela diz isso com todas as letras, marcando que é o padrão. Escrever “sem SLA” seria mentir sobre o que o sistema faz.
O rodapé mostra o que falta calibrar: quantos serviços estão sem área (esses não sabem para quem rotear) e quantos estão sem criticidade (esses caem no prazo padrão). É a fila de curadoria — some sozinha à medida que você calibra.
⚠️ Curar o catálogo exige ⚙️ Sistema (editar) — a mesma porta de 🏛️ Departamentos, 🎖️ Cargos e 👥 Equipes, porque isto é estrutura. Quem não tem não vê o botão: controle que só sabe dar erro é pior que controle nenhum.
🔀 Fluxos — processos que se repetem
Tem trabalho que a empresa faz muitas vezes, sempre do mesmo jeito, e que envolve vários departamentos ao mesmo tempo. Abrir um stand novo é o exemplo: alguém precisa cadastrar o lugar, alguém instala a energia, alguém a água, a arquitetura confere o projeto e a TI leva internet e impressora. Hoje isso vira cinco conversas paralelas e ninguém sabe dizer onde travou.
Um fluxo resolve isso: a pessoa responde um formulário, e o sistema faz o resto — cadastra o que tem de ser cadastrado e abre uma demanda em cada departamento envolvido, já com as informações que aquele departamento precisa.
O painel
É a razão de a tela existir: cada linha é um pedido (um stand, um escritório) e cada coluna é uma demanda. Bate o olho e você vê onde cada abertura está — e, principalmente, onde ela parou. Clique no nome do pedido para ver tudo o que foi respondido e o andamento de cada demanda; clique num quadradinho para ver de que chamado se trata.
- ○ a fazer · ◐ em andamento · ⏸ com o fornecedor · ● feito
- ⚠️ vermelho = aquela demanda não tem ninguém responsável. Ela existe, está na lista do departamento, mas não caiu na caixa de entrada de ninguém — então provavelmente não vai andar sozinha.
⚠️ O sistema procura o dono em duas etapas: primeiro a fila de atendimento da equipe (que já lida com titular, backup e férias) e, se não houver equipe, quem responde pelo departamento. Quando nenhum dos dois existe, a demanda nasce sem dono de propósito e aparece marcada — esconder isso faria o pedido parecer bem encaminhado enquanto ninguém o viu. O conserto é em 🏛️ Departamentos (definir quem responde) ou em 👥 Equipes (montar a fila), nunca aqui.
🔐 A caixa de aprovação — “isto só anda se alguém autorizar”
No desenho do fluxo, além da demanda (📋, alguém faz) e da chamada a um sistema (🔌), existe a aprovação (🔐). Ela não pede trabalho a ninguém: pede uma decisão — e trava tudo que depende dela até essa decisão existir.
Você escolhe duas coisas: o que se aprova (o assunto, por exemplo “compras de materiais de informática”) e de qual departamento saem os aprovadores:
- o departamento de quem pediu (o normal) — o mesmo fluxo serve a empresa inteira, e cada departamento tem os seus aprovadores, definidos em 🏛️ Departamentos;
- um departamento fixo — quando quem autoriza é sempre o mesmo, independentemente de quem pediu.
Quem foi convocado recebe a autorização em ✅ Minhas pendências, lê o que foi pedido (as respostas do formulário, com as perguntas) e decide. Aprovou: o que vinha depois nasce na hora. Reprovou: o pedido é encerrado e as demandas que já estavam abertas saem da caixa de quem as recebeu — ninguém fica trabalhando numa compra que foi negada. (Se a caixa for apenas um parecer, marque “segue mesmo assim”.)
⚠️ Se o departamento de quem pediu não tiver regra, o pedido abre do mesmo jeito — mas a autorização nasce marcada como sem quem aprove, dizendo exatamente qual departamento e qual assunto faltam. Quem administra o sistema tem duas saídas na tela do pedido: 🔔 cobrar (relê a regra, depois de alguém configurá-la) ou ⤫ dispensar aquele assento, com motivo — que fica registrado com o seu nome.
⚠️ Ninguém assina no lugar de ninguém. Nem quem administra o sistema: a rota de decidir só aceita quem foi convocado. Assinatura é identidade, não privilégio — é o mesmo desenho da aprovação do CNPJ.
⏳ E se ninguém decidir? — o prazo
Na mesma caixa 🔐 você define um prazo para decidir, em dias úteis (em branco = sem prazo, o pedido espera para sempre e fica visível), e o que acontece quando ele vence:
| Escolha | O que acontece |
|---|---|
| 🔔 marca atrasado e cobra | O padrão. O cartão fica vermelho, o pedido continua vivo e quem foi convocado recebe uma cobrança (no máximo uma por dia — cobrança diária vira spam e todo mundo aprende a ignorar). |
| ⬆️ escala para quem responde pelo departamento | O líder da área entra como mais um que pode decidir — não como uma assinatura a mais. O pedido não morre; o furo sobe para quem responde. |
| 🛑 encerra o pedido | O pedido é cancelado, as demandas abertas saem das caixas e o motivo fica na trilha, com autoria do sistema (nunca no nome de uma pessoa). |
| ⬆️🛑 escala e depois encerra | Os dois, com um segundo prazo contado a partir da escalada. |
⚠️⚠️ Não existe relógio automático neste sistema, e isso é decisão de arquitetura. Nada roda sozinho no servidor: o prazo é conferido quando alguém abre a caixa de entrada ou o painel dos fluxos. Na prática, o dia é aproximado — pode passar um pouco. Para cobrar e escalar, tanto faz; para encerrar, significa que o pedido morre um pouco depois do dia, o que é melhor do que morrer antes.
⚠️ Prazo vencido não é pedido fechado. Enquanto ninguém encerrar, quem foi convocado continua podendo decidir normalmente — o vermelho é um aviso, não uma porta que fechou.
⚠️ E pense duas vezes antes de escolher encerrar: cancelar por silêncio mata o pedido de alguém sem ninguém ter decidido, e quem pediu pode nunca entender por quê. É por isso que o padrão é apenas cobrar, e o encerramento é uma escolha explícita, caixa a caixa.
Criação de novo stand ou escritório
O primeiro fluxo. Ele pergunta o nome do lugar, o tipo, o endereço (digite o CEP que o resto vem preenchido), a data prevista de inauguração, quem tem a chave e quando dá para visitar, quantas pessoas vão usar o espaço, quantas impressoras e em qual CNPJ entram os gastos. Se o CNPJ ainda não existir, marque a opção — é avisado quem estiver configurado para o evento "🪪 CNPJ não encontrado" em 📍 Locais › ⚙️ Parâmetros (sem regra lá, o evento acontece e ninguém é avisado — a tela de Parâmetros mostra isso).
Ao enviar, nascem de uma vez: o cadastro do lugar (em 🛠️ Gestão › 📍 Locais, no estado em montagem, ainda fora da intranet), um chamado no seu nome para você acompanhar, e uma demanda para cada departamento — energia, água, arquitetura e TI. A demanda da TI já vai com o número de pessoas e o total de impressoras que você informou.
⚠️ As respostas não ficam guardadas só no pedido: cada uma é gravada no campo de verdade do cadastro do lugar (o endereço no endereço, o número de pessoas no número de pessoas). É o que faz o lugar já nascer preenchido em vez de alguém ter que redigitar tudo depois.
Criar outros fluxos
As perguntas e as demandas de um fluxo são dados, não programação — e as duas se editam pela tela, em ⚙️ Definir fluxos:
- ➕ Criar fluxo: nome, ícone e uma linha dizendo o que ele faz. Marque cadastra um local se ele abre uma unidade nova (como o de stand). Depois de criar, a tela já cai na montagem — e dá para ⏸️ desativar um fluxo (ele some do "abrir um pedido"; o histórico fica).
- 📝 As perguntas do formulário: crie, edite, reordene (↑↓) e apague. Cada pergunta tem um
tipo de resposta:
- ✏️ texto curto · 📄 texto longo · 🔢 número · 📅 data
- 🔘 escolha única em botões (radio) — poucas opções, todas visíveis
- 🔽 lista suspensa (dropdown) — muitas opções, sem ocupar a tela
- ☑️ múltipla escolha (checkboxes) — a pessoa marca quantas quiser
- 📍 endereço com CEP · 📞 contatos · 🪪 CNPJ
- 🕸️ As demandas, no desenho: arraste, ligue (quem espera quem), condicione e escolha o destino de cada uma.
⚠️ A variável de cada pergunta ({{chave}}) nasce do rótulo e
não muda ao editar — os títulos das demandas dependem dela. Apagar uma pergunta faz os títulos
que a usavam mostrarem "—" naquele pedaço.
⚠️ Uma demanda deve apontar para um serviço do catálogo sempre que possível — assim ela herda sozinha o departamento certo, a criticidade e o prazo, exatamente como se alguém tivesse aberto aquele serviço à mão. Energia, água e internet, por exemplo, já existem no catálogo.
🔌 A caixa que chama um sistema (em vez de abrir chamado)
No desenho, cada caixa escolhe o que ela faz:
- 📋 Abre um chamado — alguém do departamento recebe a demanda e trabalha nela. É o padrão.
- 🔌 Chama um sistema — o próprio sistema faz uma chamada HTTP e ninguém precisa fazer nada. Serve para avisar um automatizador (n8n, Make), lançar algo no ERP, ou pedir um dado e usar a resposta nas demandas seguintes.
Na caixa 🔌 você escolhe o destino, o caminho, e opcionalmente o corpo em JSON
(com {{chave}} nos valores). Em branco, mandamos um corpo padrão com as respostas do
formulário. O que o sistema devolver pode ser guardado como variável do pedido —
{{chave_da_etapa.nome}} — e usado no título de uma demanda posterior.
Onde ficam os endereços e as senhas
Em ⚙️ Sistema → 📡 Canais, num canal do tipo API. Aqui no fluxo você só escolhe um destino já cadastrado — a credencial nunca é digitada no desenho, e o endereço não pode ser uma URL solta.
⚠️⚠️ O servidor só chama endereços que quem administra o servidor liberou
(variável HTTP_SAIDA_HOSTS, no ambiente — não há tela para isso, e é de propósito). Sem
ela, o tipo 🔌 nem aparece no desenho. Isso existe porque uma chamada feita pelo servidor
alcança coisas que o seu navegador não alcança — a rede interna da empresa, por exemplo.
Quando a chamada não dá certo
O pedido não fecha com uma chamada pendente, e o que ela destravava não nasce. A tela do pedido mostra o estado de cada chamada e dá duas saídas para quem administra:
- ▶️ tentar de novo — quando o problema foi passageiro.
- ⤫ dispensar — quando o sistema não vai responder e o processo precisa seguir. Exige um motivo, que fica registrado: é ele que permite o pedido fechar sem a integração.
Por padrão a falha também abre um chamado de conserto para o departamento da caixa — e concluir esse chamado refaz a chamada sozinho. Você pode trocar isso para "só registrar" ou "seguir mesmo assim", quando a integração for acessória.
❔ "Sem resposta" não é o mesmo que "recusada". Se a chamada estourar o tempo, o outro lado pode ter executado assim mesmo — e repetir criaria o registro duas vezes lá. Nesse caso a tela pede para conferir no outro sistema antes de chamar de novo.
🧭 Mapa de aderência (escolha de sistema)
Quando alguém pede uma nova contratação ou uma troca de sistema, a escolha do fornecedor deixa de ser uma planilha na máquina de alguém e vira parte do chamado: uma tabela de requisitos × candidatos, um comparativo, uma decisão escrita e a autorização de quem responde pela área. Seis meses depois, dá para abrir o pedido e ler por que se escolheu aquilo.
Como ele entra no processo
O mapa é uma caixa do fluxo, igual à caixa de autorização. A ordem que faz sentido é:
- 🧾 formulário — qual sistema, quem vai usar, o que existe hoje;
- 🧭 mapa de aderência — os requisitos, os candidatos, a avaliação e a decisão;
- 🔐 autorização — quem responde pela área (mais quem mais você quiser) assina;
- 📋 demandas — contrato, cadastro do fornecedor, migração, treinamento, baixa do antigo.
⚠️ A autorização não é convocada enquanto o mapa não tiver decisão. Ninguém deve assinar uma escolha que ainda não existe — e quem assina recebe, no próprio cartão, quem foi escolhido, com quanto de aderência, sobre quantos requisitos conferidos, contra quem e por quanto. É o comparativo congelado no instante da decisão: mexer na tabela depois não muda o que foi assinado.
Três regras que fazem o número não mentir
- ⛔ Eliminatório elimina — não é "peso 5". Exigência legal (num sistema de ponto: o registrador homologado e o arquivo no layout que a fiscalização aceita) é passa ou não passa. Um fornecedor que não atende sai da disputa, por mais alta que fosse a nota dele. Uma nota bonita em cima de algo que a fiscalização derruba é pior do que não ter nota.
- "Não avaliado" não é "não atende". Fica fora da conta e aparece na cobertura ("conferidos 22 de 30"). Sem isso, quem foi menos avaliado parece melhor — o que não foi perguntado não tira ponto. Se um requisito eliminatório ainda não foi conferido, o sistema não deixa decidir: falta trabalho, não falta mérito.
- Preço é outro eixo. Ele nunca entra na nota de aderência. Aparece ao lado, porque é justamente o trade-off que a decisão precisa defender ("o mais aderente é 40% mais caro").
💰 A proposta, o orçamento e o total
Cada candidato tem a proposta anexada (PDF, planilha ou foto) e as linhas de custo como elas chegam de verdade: implantação R$ 9.800 uma vez, licença R$ 11,90 por colaborador/mês, treinamento R$ 3.500. Cada linha tem nome, valor, periodicidade e a caixa de orçamento a que pertence.
⚠️ Implantação e treinamento são os dois "uma vez" — e mesmo assim vão para caixas diferentes. É isso que permite dizer "a mensalidade cabe, a implantação estourou 3×", que é uma conversa completamente diferente de "ficou 20% acima do orçamento". Um total só esconde exatamente onde a negociação precisa acontecer.
Ao montar o mapa você declara o orçamento estimado nas mesmas três caixas — mensalidade, implantação e treinamento. Cada proposta é lida contra a caixa dela. Orçamento vazio não reprova ninguém, só não compara.
O comparativo mostra dois totais: o 1º ano (que carrega implantação e treinamento) e o que se paga todo ano depois. Um total de 12 meses sozinho faz o fornecedor de implantação cara parecer proibitivo — ou esconde que ele é o mais barato no ano 3. Contrato de sistema dura anos.
Quando alguma linha é por colaborador, aparece a base de cálculo (ex.: 450). Ela fica no mapa e não em cada candidato para que todos sejam medidos na mesma quantidade — senão o "mais barato" vira acidente de quem cotou para menos gente. Se o pedido já respondeu quantas pessoas vão usar, a base é oferecida em um clique. E enquanto ela faltar, o total de quem cobra por unidade fica em branco — nunca um valor parcial que ignora em silêncio a maior linha da proposta.
O que o sistema recusa, e o que ele deixa você decidir
Ele recusa uma coisa só: escolher um candidato desclassificado por requisito eliminatório — isso não é julgamento, é conformidade. Escolher quem tem menos aderência é decisão sua, e por isso a justificativa é obrigatória: quando o escolhido não é o primeiro da lista, a tela avisa e o texto que você escrever é o que o aprovador lê.
O catálogo de requisitos (o que faz servir na próxima vez)
Os critérios ficam num catálogo por família: os de família geral (suporte,
saída dos dados, proteção de dados, modelo de preço, porte do fornecedor) entram em toda escolha; os
de uma família específica — ponto, bi, erp — entram quando a
escolha é daquele tipo. Escolher um BI no ano que vem reaproveita metade do trabalho.
Os requisitos de um mapa são uma cópia do catálogo, não um atalho para ele. Mudar o catálogo depois não reescreve nenhuma decisão passada — que é exatamente por que a cópia existe. Mexer no catálogo exige permissão de Sistema (editar); preencher um mapa, não.
Quando não dá para comparar
Se a comparação for abandonada (o fornecedor sumiu, a prioridade mudou), use ⤫ cancelar o comparativo com o motivo. O processo segue sem ele — o sistema não tem relógio para desistir sozinho, então essa saída precisa existir, e o motivo fica no histórico.
🛍️ Marketplace de aplicações
A vitrine, dentro da 🏠 Intranet, do que a casa está construindo. Cada cartão traz o nome da aplicação, um resumo curto do que ela faz, a situação e um botão para entrar na fila de uso.
A fila é o ponto: ela transforma "acho que ninguém usaria isso" em um número, e dá a quem está construindo a ordem do trabalho pelo interesse real da empresa. Quem entra é chamado quando a aplicação estiver pronta para o caso dele.
- 🟢 disponível — já está no ar.
- 🟡 em testes — rodando com um grupo pequeno.
- 🔵 em construção — ainda sendo feita. Entrar na fila aqui é o que mais ajuda.
⚠️ A ordem dos cartões é por situação, não alfabética: quem chega procurando ajuda encontra primeiro o que já dá para usar.
Como uma aplicação entra na vitrine
Ela não é cadastrada aqui. As aplicações são as criações do 🤖 Claude Creators — a mesma ficha que o time já mantém. Publicar é ato do admin do programa (revisto ago/2026): dentro da criação existe o check 🛍️ mostrar no marketplace — mas marcar não publica direto: o check volta a desligado e abre o popup do 🕵️ Mr. Compliance com o parecer (✅/🔒/🤔); o admin dá o grau de justiça (1–5) e só então decide publicar ou manter fora (fechar sem decidir não publica). Desmarcar sai na hora, sem análise. Ao lado do check, a gestão vê quantas pessoas já estão na fila. O criador que quiser publicar a própria criação clica em 🛍️ solicitar publicação no card dela — isso abre uma demanda no 🏢 CSC para o admin do programa; quando ele publica, a demanda fecha sozinha.
⚠️ Uma criação nova não entra sozinha: nasce fora da vitrine e alguém precisa marcar o check. É a mesma regra do local que nasce "em montagem" e do post que nasce em revisão — publicar para a empresa inteira é sempre um ato deliberado.
⚠️ A vitrine mostra nome, resumo, situação e a contagem da fila, e nada além disso. Quem construiu, em que ambiente roda, o link interno da aplicação e os nomes de quem está na fila continuam só no 🤖 Claude Creators — o servidor nem envia esses campos para a intranet. O campo resumo é o texto público: se estiver vazio, o cartão usa o começo da descrição e avisa que falta escrever.
🕵️ Mr. Compliance — o agente de conformidade
Um funcionário digital com uma função clara: revisar cada criação antes de ela ir ao Marketplace. Ele lê o nome e a descrição e responde: isso é utilidade pública para a empresa, ou é assunto estratégico de um departamento, dado pessoal, jurídico — coisa que não precisa vir a público?
📍 Ele mora na ficha dele, em 🦾 AI Workforce → clique no card do Mr. Compliance: é lá, junto do avatar, do custo e dos KPIs, que ficam as funções (prompt, guardrails, MCPs) e o aprendizado. Não existe tela separada — o agente é um funcionário digital, e a ficha do funcionário é o lugar dele.
Como funciona na prática
Ao marcar 🛍️ mostrar no marketplace numa criação, abre um popup com o parecer: ✅ pode ser público · 🔒 recomendo manter fora · 🤔 vale um olhar humano — com o motivo e os sinais que pesaram. Você avalia o grau de justiça do parecer (1 a 5 estrelas) e só então decide: publicar ou manter fora. A decisão é sempre sua — o agente recomenda, nunca decide.
⚠️ Fechar o popup sem decidir não publica — e tirar algo da vitrine nunca passa por análise (despublicar não precisa de parecer).
Como ele aprende
Cada parecer que você avalia com justiça 4 ou 5 e que ganha decisão final vira um exemplar: um caso real, com o carimbo humano, que acompanha as próximas análises como exemplo confirmado. A ficha dele (🦾 AI Workforce → card do Mr. Compliance) mostra o que compõe esse aprendizado: quantos pareceres deu, a justiça média, a acurácia (quantos pareceres bateram com a decisão humana) e os exemplares em uso.
Dois motores — e a tela sempre diz qual respondeu
- 🧠 IA — quando há uma chave de modelo configurada (⚙️ Config › Agentes de IA, escopo
compliance): o parecer sai do modelo, com o prompt + guardrails da função e os exemplares aprendidos. - ⚙️ sinais no texto — sem chave, uma varredura local por assuntos sensíveis (crédito, folha de pagamento, jurídico, credenciais). Funciona hoje, sem depender de nada — e o popup diz que foi esse motor, em vez de fingir que foi o modelo.
As funções do agente
Na ficha dele (🦾 AI Workforce → card do Mr. Compliance), logo abaixo dos KPIs, você define as funções: o prompt (a tarefa), os guardrails (regras que sempre acompanham o prompt — uma por linha) e os MCPs registrados para quando o provedor suportar. Tudo é dado: ajustar não exige programação. O gatilho 🛍️ antes de publicar é o que liga a função ao popup do Marketplace; desligar a função desliga a análise (e publicar volta a ser direto, sem bloqueio escondido).
⚠️ Abrir a ficha exige a área 🦾 AI Workforce; alterar as funções exige Sistema · editar — a mesma porta de Departamentos, Equipes e Fluxos. Já analisar e avaliar fazem parte do ato de publicar (área Creators): quem publica dá o parecer e o carimbo, sem precisar de Sistema.
👥 Equipes de atendimento — a tarefa é da equipe, não do usuário
Em ⚙️ Sistema → 👥 Equipes se define quem faz cada tipo de trabalho. Exemplo real: quando um local nasce aqui antes de existir no Mega, alguém precisa criar o projeto no ERP. Esse alguém é a equipe ⏳ Projetos no Mega — hoje o Fulco (⭐ titular) e o Ígor (🛟 backup).
Como funciona na prática
- O evento acontece (um local nasce sem código do Mega) → nasce UMA tarefa, da equipe.
- Ela cai com o titular vigente, para que apareça já em 🏠 Intranet → ✅ Minhas pendências.
- Todo mundo da fila enxerga — inclusive as que estão com o colega, num bloco “👥 Da sua equipe”.
- Está na fila, sem ninguém? Qualquer um da equipe usa ✋ Assumir (e pode ↩️ Devolver à fila). Fica na trilha quem pegou e quando.
- Está com outra pessoa? Aí é 🤝 pedir a transferência — quem decide é o dono do chamado ou um líder (o líder passa direto, sem pedir, para um chamado parado com alguém de férias não travar). Detalhe em Chamados.
- A tarefa fecha sozinha quando o fato acontece — informar o código do Mega conclui o pedido. Ninguém marca “feito”: se marcasse, dava para fechar sem ter feito.
⭐ Titular × 🛟 backup — o backup entra por resolução, não por prazo
Quem saiu da empresa (o sync inativa) ou está 🌴 ausente (você marca a data) sai da fila sozinho e o backup vira titular — sem ninguém reconfigurar nada. As tarefas que a pessoa segurava voltam para a fila automaticamente.
⚠️ Voltam para a fila só as que ainda são trabalho da equipe. O que já está resolvido aguardando avaliação ou com o fornecedor fica onde está — devolver aquilo encheria a fila de trabalho que não existe e, pior, apagaria o nome de quem escreveu a solução justamente antes da avaliação que mede aquele atendimento.
⚠️ Não existe escalonamento por prazo (“se o titular não agir em 2 dias, avise o backup”): este sistema não tem agendador. O substituto é a visibilidade compartilhada — o backup vê o que o titular está segurando e puxa quando precisar.
⚠️ Equipe não é cargo, não é permissão e não é chefia
- Cargo diz o que a pessoa é — e não serve para rotear: há três “Analista de Sistemas” na TI e só dois criam projeto no Mega. Por isso a equipe é uma lista de nomes, escolhida a dedo.
- Função (🔑) diz o que a pessoa pode abrir. Entrar numa equipe não dá acesso a nada — e é por isso que o cartão mostra 🚫 sem acesso em quem não tem função nenhuma: essa pessoa receberia a tarefa e não conseguiria abrir o sistema. Resolve dando a função Intranet em 🔑 Funções.
- Responsável por área (🏛️ Departamentos) é quem lidera. Aqui é quem executa.
Ligar a equipe a um evento
Em 🛠️ Gestão → 📍 Locais → ⚙️ Parâmetros, cada evento (local criado, internet solicitada, projeto a criar no Mega…) aceita como destinatário uma 👥 equipe, uma pessoa ou um e-mail de fora. Equipe sempre chega como 📋 tarefa (uma fila não tem endereço de e-mail). O chip mostra quem cai hoje, e o 🧪 Simular responde “quem receberia?” antes do primeiro local de verdade.
⚠️ Apontar um evento para uma equipe vazia é recusado na hora — é o único momento em que dá para consertar. Se a equipe esvaziar depois, o local continua nascendo normalmente (avisar nunca derruba a operação), a tarefa nasce sem dono e isso aparece: no histórico de mensagens e no KPI vermelho desta tela.
Equipe que acabou: desmarque "ativa". Apagar é recusado se houver tarefa aberta ou algum evento apontando para ela — senão as tarefas ficariam órfãs e os avisos parariam em silêncio.
👤 Pessoas, Departamentos & SoA
🎖️ O campo Cargo escolhe do catálogo
Ao editar uma pessoa, o campo Cargo sugere os cargos de 🎖️ Cargos conforme você digita. Escolher da lista não é só conforto: é o cargo do catálogo que faz a pessoa ser convocada pelas regras de aprovação por cargo × departamento. Se você digitar uma grafia que não existe, o campo avisa em âmbar — nesse estado a pessoa cai na fila “cargo fora do catálogo” e deixa de ser convocada.
⚠️ O cargo é do RH. Para quem veio do diretório (a grande maioria), o próximo 👥 Sincronizar sobrescreve o que você digitar aqui — o campo diz isso embaixo. Uma correção temporária ainda serve; para valer sempre, o caminho é o catálogo: renomeie o cargo canônico em 🎖️ Cargos, ou some a grafia certa como grafia alternativa. Isso sobrevive ao sync.
🏛️ Departamento e 🗂️ Divisão
O campo Departamento (antes chamado “Área”) lista só os departamentos. Quando o departamento escolhido tem divisões — hoje só a TI: Infraestrutura, Desenvolvimento, Sistemas, Administrativo — aparece um segundo campo, Divisão.
⚠️ A pessoa continua no departamento: a divisão só refina onde ela atua. Por isso o departamento segue contando todo mundo. E a divisão é nossa — o diretório do RH não a conhece, então o sync não desmancha o que você montar.
💡 Por que “Departamento” e não “Área”: no app, área também nomeia os módulos de permissão (Custos, Gestão, Sistema… os botões do topo). Um nome para cada coisa evita confundir “em que departamento a pessoa está” com “a que parte do sistema ela tem acesso”.
Base da virada para gestão corporativa e do accountability (quem responde por quê). Em ⚙️ Sistema → 👤 Pessoas você vê o diretório da empresa — e ele não é digitado à mão: é sincronizado da intranet. Na 🛠️ Manutenção, o card 👥 Sincronizar pessoas (intranet) importa os ~458 funcionários (nome, cargo, departamento, contato corporativo). É idempotente e não-destrutivo: atualiza quem já existe, adota cadastros manuais pelo e-mail, cria os departamentos novos como áreas, e inativa (NUNCA apaga) quem saiu — preservando a trilha. Dá pra sincronizar direto aqui na tela (botão 👥 Sincronizar com a intranet), e há um campo de busca pra achar alguém rápido.
Quem sai da intranet vira inativo, nunca é deletado — e agora fica registrado o motivo (“Saiu do diretório da intranet”) e a data, exibidos sob o nome. Se a pessoa voltar, o sync a reativa e limpa o motivo. Por LGPD, importamos só o telefone corporativo (nunca o pessoal). Você ainda pode cadastrar/editar pessoas na tela (➕ Nova pessoa).
⚠️ Se quem saiu era quem responde por um departamento, a linha dele mostra um aviso vermelho — “ainda responde por X — as tarefas roteadas por essa área nascem sem dono” — e inativar alguém pela tela avisa isso na hora. O app nunca roteia trabalho novo para quem está inativo; enquanto ninguém for nomeado, a tarefa nasce sem dono (visível) em vez de nascer invisível no nome de quem saiu. Conserto: 🏛️ Departamentos → abra a área → 👥 Quem responde.
As áreas/setores deixaram de ser uma lista fixa no código e viraram dado: hoje são os departamentos reais da empresa (Tecnologia da Informação, Qualidade, Recursos Humanos, Financeiro, Presidência…), vindos do próprio diretório. É a mesma lista que a lente 👁️ Visão usa para filtrar ISO e Risco.
📋 Responsável = pessoa real (RACI) · Minhas responsabilidades
Os campos Responsável de ISO, Matriz de Risco, Tratativas, Treinamentos, Projetos, Ativos e Repositórios sugerem as pessoas do diretório (digite p/ buscar), evitando grafias diferentes da mesma pessoa. Mais que texto: o responsável é vinculado à pessoa real (RACI), então na lista de Pessoas cada uma exibe o badge 📋 com quantos itens de governança ela responde.
Clique no badge 📋 para abrir a visão "Responsabilidades" da pessoa: tudo que ela responde, agrupado por tipo — 📐 controles ISO, 📘 projetos de norma, ⚠️ riscos, 🛠️ tratativas, 🖥️ ativos do Inventário, 🎓 treinamentos, ✅ tarefas e 🗂️ repositórios — com o status de cada item (os encerrados aparecem discretos, riscados). É a resposta instantânea para "o que está na mão de fulano?" — útil em 1:1, férias/desligamento e auditoria.
📄 SoA — Declaração de Aplicabilidade (ISO 27001)
É o documento nº 1 que o auditor pede na certificação 27001. No ✏️ de cada controle há a marca Aplicável (entra ou não na SoA) e, quando não se aplica, uma justificativa (exigência da cláusula 6.1.3 d). Na tela da norma, o botão 📄 Exportar SoA baixa um CSV com todos os controles, sua aplicabilidade, justificativa, status de implementação e responsável — pronto para anexar à auditoria. (As cláusulas introdutórias informativas não entram na SoA.)
📜 Trilha de auditoria
Quem está logado é automaticamente o autor — toda alteração que você fizer em risco, controle ISO, ativo, tarefa, pessoa, reunião, tema, decisão ou projeto é gravada na 📜 Histórico (Sistema): quem mudou o quê, de → para, e quando. É a evidência do controle A.8.15 (registro de eventos) — e já salvou a pele restaurando um campo sobrescrito. Como o autor vem do login, não dá pra forjar.
📊 Eficácia de treinamento + 📐 Tarefa do controle
No ✏️ de um treinamento (já salvo) há a seção Eficácia: registre cada participante (aprovado + nota) e o sistema calcula o % de eficácia — prova que o treino funcionou (ISO 9001 7.2 / A.6.3), não só que aconteceu. E no ✏️ de um controle ISO, o botão ➕ Gerar tarefa cria uma tarefa já vinculada ao controle (fecha controle → ação), que aparece no hub de Tarefas com o selo 📐.
🧑💼 Organograma de TI
A estrutura da equipe de TI em árvore: quem reporta a quem, com nome · cargo · tipo de contratação · custo de cada pessoa. As pessoas vêm do diretório da empresa (sincronizado da intranet) — filtradas pela área Tecnologia da Informação.
👤 Quem saiu continua na árvore
Pessoas desligadas não são apagadas — elas ficam fora da árvore por padrão e voltam com o botão 👤 Mostrar desligados (ou clicando no cartão "N desligado(s) — ocultos" do resumo). Quando aparecem, vêm esmaecidas, com o nome riscado e o selo 🚫 desligado com a data. É a mesma lógica de 📍 Locais, onde encerrado/inativo ficam ocultos com um toggle.
Detalhe que importa: se a pessoa desligada era gestora, quem respondia a ela não some junto — a equipe é re-pendurada no gestor visível mais próximo. E o headcount e o custo/mês contam apenas quem está ativo; o card de quem saiu não mostra salário, porque ele não custa mais.
- Hierarquia por gestor: cada pessoa tem um gestor (chefe imediato). O Diretor de TI fica no topo (sem gestor). A árvore é montada a partir desses vínculos — reorganize movendo o gestor.
- Clique num card para editar cargo, tipo de contratação (CLT, PJ, Estágio, Jovem Aprendiz, Terceirizado…), custo mensal e gestor. O custo e a contratação são dados nossos — não vêm do diretório e são preservados nas próximas sincronizações.
- Custo em branco: se você ainda não tem o valor de alguém, deixe vazio — o resumo mostra quantas pessoas estão sem custo e soma só as informadas.
- ➕ Adicionar pessoa: inclui alguém que não esteja no diretório (entra já na área de TI).
- 🔒 Sigilo de salário: o salário individual de cada pessoa nasce embaçado (dado sensível não fica exposto ao abrir a tela). O botão 💰 Mostrar salários revela todos; vira 🙈 Ocultar salários para embaçar de novo. ⚠️ Tudo isso exige a permissão 💰 Folha de pagamento (sem bypass de admin): sem ela o servidor nem envia os valores — o card mostra 🔒, o botão 💰 fica oculto e o custo total do resumo aparece como "custo restrito".
- Resumo no topo: headcount, custo/mês informado (total) e a quebra por tipo de contratação.
A contratação de estagiários e aprendizes já vem sugerida pelo cargo; os demais tipos e todos os custos você preenche conforme for tendo a informação.
🏁 Possíveis Patrocinadores
Uma lista de prospecção de patrocínio: empresas com potencial para patrocinar, partindo de dois lados.
- Seus fornecedores de TI (📇): as empresas para quem a INC mais paga em TI. A relação comercial já existe — você é cliente relevante — e isso é a alavanca para pedir patrocínio. Cada card mostra o gasto de TI dos últimos 12 meses com aquele fornecedor.
- Candidatos de pesquisa (🔎): empresas com perfil de patrocinador (marca forte, verba de marketing, histórico em esporte/automobilismo) — mesmo que não sejam fornecedores. Ex.: patrocinadores que já estão na Porsche Cup.
Cada card traz o potencial (alto/médio/baixo), o perfil e o campo 🏁 Já patrocina (o que a empresa apoia hoje, da pesquisa). ⚠️ A lente é ROOKIE: potencial = fit + chance de fechar um patrocínio de categoria de entrada, não o tamanho da marca — fornecedor de porte médio com relação forte é Alto; megamarca (Vivo/AWS/Dell) é aposta ambiciosa (Médio). O status toca o pipeline: a avaliar → a contatar → contatado → negociando → fechado (ou descartado). Clique em ✏️ editar para completar contato, notas e ajustar o potencial; ➕ Adicionar candidato inclui uma empresa nova.
A lista inicial foi montada com os top fornecedores de TI do sistema + uma pesquisa de perfil de patrocínio na internet. É um ponto de partida — refine à vontade.
📄 Exportar PDF: gera um documento executivo (marca INC, agrupado por potencial) e abre o “Salvar como PDF” do navegador — pronto pra apresentar/enviar.
🦾 AI Workforce
A força de trabalho digital da empresa: todos os agentes de IA com função na INC, tratados como funcionários — com foto, cargo, dono, modelo, custo e o retorno que cada um entrega. Área própria no topo.
- Card = funcionário digital: avatar (foto por URL, ou iniciais coloridas), nome, cargo, status (🟢 ativo · 🟡 treinando · ⏸️ pausado · 🗄️ aposentado) e os KPIs de retorno em destaque.
- Ficha (clique no card): departamento, dono/responsável (pessoa do diretório), admissão (quando entrou em operação), modelo de IA, ferramentas/integrações, custo mensal, e os vínculos opcionais com o Inventário (onde roda) e o Claude Creator que o criou.
- Retorno (KPIs): métricas editáveis — tarefas/mês, horas economizadas, R$ economizados, precisão %… O dashboard soma o custo/mês e o retorno financeiro/mês (KPIs em R$) pra você ver o ROI do time.
- ➕ Contratar agente adiciona um novo; 📄 Exportar PDF gera o relatório do time.
Isto é o registro de RH curado dos agentes — separado do cadastro técnico de IA da Auditoria (config de API). A foto pode ser ⬆️ enviada (upload direto ao Backblaze, no modal ao editar) ou por URL (cole o link), com fallback de iniciais coloridas.
🤖 Claude Creators
Governança da adoção de IA na empresa (área própria no topo). Cataloga quem está construindo com IA, o que cada um vai fazer, e controla o funil + as regras do programa. Tem duas abas: 🧑🚀 Creators (as pessoas e seu estágio) e 🚀 Criações (as soluções que saíram do programa).
🚀 Criações (o que saiu do programa)
- Todas as soluções construídas com IA num lugar só, agrupadas por status (ideia → desenvolvendo → homologando → aprovado → em produção). É o portfólio do que a adoção de IA já entregou.
- Co-criação — mais de um creator por solução: cada criação mostra seus criadores em chips. Os nomes aparecem para todos; somar (+ creator) ou tirar (✕) quem participa é gestão do programa (admin). (Ex.: Lições Aprendidas e Sender Email, criadas por Fabiano + Felipe.)
- Ligação com o Inventário: cada criação aponta o ativo (o app/produto que ela virou) — o selo 📦. Assim a criação do Creators e o app no Inventário são a mesma coisa, rastreável dos dois lados.
- ➕ Nova solução: abre uma telinha onde você já entra vinculado automaticamente e escreve o título e os detalhes (o que é, o que resolve, como funciona). Toda solução nasce “em desenvolvimento”. (Somar co-criadores na criação é do admin do programa.)
- Quem faz o quê (revisto ago/2026): o criador comum consulta, cria projeto novo e edita os detalhes do próprio (✏️ detalhes: título, descrição, link, resultado). Já são do admin do programa: mudar o status/promover p/ produção, publicar no 🛍️ Marketplace, gerir co-criadores e remover uma solução (mesmo a própria). Assim o creator cuida do que constrói, e o que afeta o resto da empresa (publicar) ou o portfólio (composição, funil) fica com a gestão. Admin do programa = quem tem a função 🛡️ Gestão do Creators (Sistema › Funções) — pode ser dada até a quem não é creator; o selo 🛡️ no card mostra quem tem.
- 🛍️ Solicitar publicação: o criador que quiser sua criação na vitrine clica em 🛍️ solicitar publicação no card — isso abre uma demanda no 🏢 CSC (uma tarefa) para o admin do programa revisar e publicar. O card passa a mostrar "publicação solicitada — aguardando o admin"; quando o admin publica, a demanda fecha sozinha. Pedir de novo não duplica a demanda.
O funil
- Fase do creator: candidato → 🟡 homologação → 🟢 produção (ou pausado/cancelado). Regra: primeiro executa num ambiente controlado de homologação; deu certo, promove pra produção. A fase vive no modal; o badge visível do card é o nível de expertise — 🌱 Iniciante · 🔧 Intermediário · 🚀 Avançado · ⭐ Especialista (editado no modal).
- Soluções: o que a pessoa constrói. Cada solução tem seu próprio ambiente (🟡 homolog / 🟢 produção) e um botão ⬆️ promover p/ produção — é o "deu certo → leva pro oficial", solução por solução.
- Recursos provisionados: o checklist por creator — schema e usuário no banco, app no Coolify, repo GitHub (criado pela TI e compartilhado) e o próprio plano de IA. Cada um pode ser ligado a um ativo do Inventário e tem status (a provisionar → provisionado → revogado). E o 🔓 Liberar bucket (admin do programa): provisiona um bucket B2 privado do creator com chave escopada — as credenciais aparecem uma vez num modal, para colar no Coolify do projeto dele.
- Avaliações periódicas: de tempos em tempos você registra produtividade + o veredito (continuar · upgrade de plano · manter · cancelar) e a decisão do plano. É o histórico que justifica liberar (ou cortar) o plano mais caro.
Tela de boas-vindas (quem loga sem acesso)
Quem faz login (com a Microsoft) mas ainda não tem nenhum módulo liberado vê uma tela de boas-vindas com dois caminhos — porque nem todo pedido é Claude Creators:
- 📨 Pedir acesso / mandar recado à TI: um campo de texto livre (ex.: "desejo ter acesso ao Inventário"). Ao enviar, isso vira um chamado (uma tarefa em Tarefas → Suporte) para a equipe avaliar. Não libera acesso sozinho — só registra o pedido.
- 🤖 Inscrever-se no Claude Creators: um checklist do que pretende criar (🧩 Sistemas · 📊 Relatórios · 🖼️ Apresentações, marque uma ou mais) + um campo de detalhes + se já tem licença do Claude (e qual, escolhida numa lista com os planos e valores). Um aviso deixa claro que, depois de entrar, a pessoa vai cadastrar cada criação para ser avaliada pela equipe.
Licença já preenchida: se a empresa já sabe o assento da pessoa (lista pré-cadastrada por e-mail), o form já abre com a licença dela selecionada — é só confirmar.
Ao enviar a inscrição, a pessoa entra como candidato e já ganha acesso à área Creators (recarrega sozinho). Aqui na tela do programa você vê o candidato e a ficha da inscrição (📝 licença + 🎯 o que quer criar) no card, e conduz o funil a partir dela.
Modalidade da licença + custo
Cada card mostra uma etiqueta de modalidade Claude ao lado do plano: TEAM (assentos Standard/Premium), AVULSA (planos individuais como Pro/MAX — o padrão de quem não é Team) e ENTERPRISE (preparada para o futuro). No resumo do topo (visível para o admin) aparecem os contadores por modalidade e o total mensal gasto com licenças Claude — para você acompanhar o custo do programa num relance.
🤝 Divido minha licença com alguém: quem tem licença pode marcar que divide o seat com outras pessoas (na inscrição ou no cadastro do creator). O cálculo é inteligente: quem usa a licença compartilhada de outra pessoa não soma de novo no total — a licença conta uma vez só, sem inflar o custo.
📄 Exportar PDF gera um relatório executivo do programa (creators, fases, soluções, recursos e avaliações) pra apresentar. Clique num card pra abrir o detalhe com as abas; ➕ Adicionar creator puxa a pessoa do diretório.
🖥️ Inventário de Ativos
Mapa da infraestrutura de TI em camadas, em cascata: Provedor (Hetzner, Hostinger, AWS, SkyOne, HostGator, Local…) → Servidor/VPS → Painel (Portainer, Coolify, pgAdmin…) → Serviço (PostgreSQL, n8n, Chatwoot, MinIO…) → conteúdo do serviço (os bancos que o PostgreSQL controla, as contas de um Chatwoot…) → Aplicação final. Cada nó só diz o seu tipo (a camada) e quem é o pai; a profundidade é livre. Construir este inventário evidencia o controle ISO 27001 A.5.9 (Inventário de informações e outros ativos). No Coolify, a cascata é 🎛️ Painel → 📁 Projeto → 🚀 Aplicação (o projeto é a pasta que agrupa os apps).
⚠️ Não guardamos senha nem segredo aqui — só metadados: nome, tipo, IP, URL do painel, criticidade, status, responsável, área, e a postura de segurança. Cofre de senha é ferramenta separada (Bitwarden/Vault).
✏️ Editar (modal em abas, por tipo) · 🧩 Hardware
O formulário de edição é organizado em abas — Geral · 🧩 Hardware · 💾 Backup · 🔐 Segurança · 🔗 Vínculos — e se adapta ao tipo: um firewall não mostra as abas Backup nem os campos de deploy; um servidor/VM/NAS tem a aba 🧩 Hardware (Processador, Memória, Armazenamento, SO); uma aplicação mostra plataforma de deploy + hardware. Abre sempre na aba Geral. Os specs aparecem também na árvore (🧩 ao lado do nó). O modal não fecha ao clicar fora nem ao Salvar — só Sair ou Excluir fecham. Ao Salvar ele continua aberto para você seguir editando; num cadastro novo, o primeiro Salvar já vira edição (o próximo Salvar atualiza o mesmo item, sem duplicar). O de 🆕 Novo Projeto também tem abas (Geral e 🟡🟢 Ambientes). Roadmap: puxar o uso real de CPU/RAM/disco do Zabbix (já no inventário) e comparar com a capacidade declarada.
🛢️ Banco de dados — ligação aplicação ↔ banco (dos dois lados)
A aba 🛢️ Banco do ✏️ se adapta ao tipo e liga aplicação ↔ banco pelas duas pontas — é a mesma ligação, editável de onde for mais cômodo (nunca duplica):
- No nó do tipo Banco de dados: o Grupo do banco (a role/grupo — ex.:
grp_rh), os Usuários (quem acessa, da lista do diretório ou digitado — cada um vira chip; guarda nome.sobrenome) e as Aplicações que consomem esta base. - No nó do tipo Aplicação: o Banco principal — onde a aplicação funciona (o banco em que ela roda) — e os Bancos que ela consome (lê/consulta; pode ser mais de um, cada um vira chip).
Na árvore a ligação aparece nas duas linhas: no banco (🔌 apps: … quem consome · ⭐ roda: … quem funciona ali) e na aplicação (🛢️ funciona: … · 🔌 consome: …). Assim, ao criar muitas bases para as áreas, você vê na hora qual app usa qual banco — e em qual banco cada app roda. Ex.: o banco proj_juridico é consumido pela aplicação Correções L1.
🆕 Novo projeto (intake) · 🏷️ ambiente
Botão 🆕 Novo projeto: ao iniciar um projeto, abra o formulário — nome, tipo (criação/desenvolvimento mostra os servidores), onde vai começar (o servidor/painel de homologação/dev — ex.: o Coolify da homologação, escolhido pelo caminho, com busca por digitação) e o servidor de produção (opcional, pode definir depois) — além do banco de homologação e de produção (mesma regra). Marque “Não terá homologação” quando o projeto for direto para produção — aí ele nasce no servidor de produção (ambiente 🟢). Ao criar, o projeto aparece na árvore exatamente no nó escolhido, em estado “a provisionar” (cinza/tracejado, badge ⏳ a montar), e o sistema gera a tarefa de montagem para a Infra (hub de Tarefas, área Infraestrutura). Quando a infra terminar, clique ▶️ iniciar no nó (marca como ativo).
Pra escolher com clareza, servidores e serviços têm etiqueta de ambiente: 🟢 Produção · 🟡 Homologação · 🔵 Dev · 💻 Local · ⚪ Interno (campo Ambiente no ✏️). É o que separa "onde se desenvolve" de "onde vai pro ar".
🌳 Árvore
- Navegue a cascata; o ▸/▾ recolhe/expande um ramo. Cada linha mostra o ícone do tipo, o nome, a criticidade e — se for um ponto de acesso — o selo de 2FA; 🌐 marca o que está exposto.
- ➕ (na linha) adiciona um item dentro daquele nó (já preenche o pai); ✏️ edita. O botão ➕ Adicionar no topo cria um nó na raiz (ex.: um provedor novo).
- Cada ativo pode apontar para um controle ISO e um procedimento (vínculo com a alta gestão), e pode gerar tarefa (módulo 🖥️ Infraestrutura) no hub de Tarefas.
🛡️ Postura de acesso (cobrar o 2FA)
Lista todos os pontos de acesso (qualquer login/painel — conta do provedor, Portainer, Coolify, pgAdmin…) e cobra o 2FA em cada um: um toggle (2FA ativado?) e onde é o 2FA (📧 e-mail / 📱 app / ✉️ SMS / 🔑 hardware), além da exposição e da observação de acesso. O que está sem 2FA aparece em destaque no topo, e dá pra gerar a tarefa "ativar 2FA" num clique. É a régua de "todo acesso deve ter 2FA".
🚀 Aplicações (onde cada produto roda)
Lista as aplicações finais (o produto que uma área usa), agrupadas por plataforma de deploy: 📦 Coolify (rodam dentro de um projeto Coolify) × 🐳 Portainer (containers diretos, como a landing da Porsche). A plataforma é derivada da árvore (o painel acima do app) — zero manutenção; quando a árvore não basta, dá pra definir manualmente no campo "Plataforma (deploy)" do ✏️. Cada app também aparece na árvore com esse selo. São 3 dimensões distintas, não confunda: onde roda (📦/🐳 plataforma) · está exposta? (🌐 segurança de rede) · é app ou serviço? (🚀 vs ⚙️ tipo).
Qualquer nó pode receber a etiqueta selecionável ⭐ Aplicação final (checkbox no ✏️) — marca o que é produto entregue a uma área usuária, e a etiqueta aparece na frente do nome (na árvore e nesta aba). Já vem com as aplicações marcadas (revise / desmarque o que não for produto final).
🔍 Busca
O campo 🔍 Buscar no topo filtra o Inventário por nome, IP, responsável, descrição, hardware… — na árvore ele mostra o item encontrado com o caminho inteiro até ele (já expandido) e destaca o match; nas abas Postura/Aplicações/LGPD filtra a lista. Some tudo que não casa — some digitar e pronto; apague pra voltar.
💾 Backups (mapa de proteção, em árvore)
A aba 💾 Backups mostra a mesma árvore da infraestrutura, com a lente de backup por nó: 💾 protegido (🔁 frequência → destino, ex.: 💾 Synology → retenção → 🧪 teste de restore) ou ⚠️ sem backup nos elegíveis descobertos (servidor, banco, NAS, app final). Os KPIs no topo dão a manchete (protegidos · gaps críticos · sem teste ≤90d). Backup sem teste de restore é esperança: o selo 🧪 cobra um teste a cada 90 dias; na linha, ➕ backup e 🧪 testar geram a tarefa. Os campos ficam no ✏️ do ativo. Evidência do controle ISO 27001 A.8.13.
🔒 LGPD (mapa de dados pessoais)
No ✏️ de qualquer nó (tipicamente um banco ou app) há a marca 🔒 Contém dado pessoal/sensível (LGPD) + uma nota (que dado, base legal, retenção). A etiqueta sobe por toda a cadeia anterior: o serviço, o painel, o servidor e o provedor que hospedam aquele dado ganham o selo 🔒 cadeia, delimitando o escopo de tratamento. A aba 🔒 LGPD mostra o mapa (cada base sensível + o caminho completo) — base do RoPA (registro das operações de tratamento) e evidência dos controles ISO 27001 A.5.12 (classificação da informação) e A.5.34 (privacidade e proteção de dados pessoais). Já vem com uma sugestão inicial das bases de clientes/leads marcadas — revise a base legal e a retenção de cada uma.
Já vem semeado com o levantamento de infra da INC (Hetzner: CLOUDINC-PRD/Portainer + os 32 bancos do PostgreSQL, COOLIFYINC/Coolify e seus projetos; Hostinger: VPS Coolify, Links Meu INC, Seven WordPress) + placeholders de SkyOne, AWS e HostGator para preencher. O Local deixou de ser placeholder: é o Data Center Rossi 360, com a rede on-premise completa (firewall, links, switches, hosts Hyper-V e VMs, NAS, Wi-Fi) — semeada pela ação 🌐 da Manutenção. Tudo editável.
🌐 Rede
A camada de conectividade ganhou tela própria — separada do Inventário de propósito: lá ficam os ativos de computação (servidores, VMs, bancos, apps); aqui fica como a internet chega e se distribui. São perguntas diferentes. Agrupada por camada: 🔌 Links de internet (Algar, Alta Vista, Vol, Vero) → 🧱 Firewall/borda (UTM Bluepex, com o mapa das interfaces WAN/OPTs) → 📡 Roteadores (UDM Pro 1-3, com os IPs de NAT) → 🔀 Switches core (Cisco = servidores; Unifi US48 = andares, com a tabela de VLANs nas notas) → 📶 Wi-Fi (salas de reunião, rede de convidados isolada com portal cativo).
Cada equipamento tem os mesmos recursos de um ativo (✏️ edita no mesmo modal, criticidade, selo de 2FA se for ponto de acesso, exposição) — e os pontos de acesso da rede continuam aparecendo na 🛡️ Postura do Inventário (o cockpit de segurança é um só). Evidência p/ ISO 27001 A.8.20/A.8.22 (segurança e segregação de redes). ⚠️ Senha de Wi-Fi não entra aqui (política: o app não guarda segredo). Semeada pela ação 🌐 Semear rede on-premise da Manutenção, a partir da documentação do analista de infra.
🏷️ Equipamentos
Os bens físicos da empresa: impressoras (compradas e locadas), computadores e monitores (comprados e locados) e equipamentos de rede (firewall, switch, roteador, Wi-Fi, NAS, link). A pergunta que esta tela responde é “de quem é, onde está, quanto custa e até quando”.
⚠️ Não é o 🖥️ Inventário de Ativos. São duas perguntas diferentes sobre coisas que às vezes coincidem: o Inventário é a topologia (“o que depende de quê” — e é ele que sustenta Postura de Acesso, Backups, LGPD e as evidências ISO); Equipamentos é patrimônio e contrato. Um switch está lá porque outra coisa passa por ele; está aqui porque alguém é responsável por ele e ele custou dinheiro. Há uma ponte opcional entre os dois (o campo 🌉 na aba “Onde está”) — e ela é opcional de propósito: vínculo que depende de alguém lembrar de vincular fica vazio.
🔀 Os filtros são CRUZAMENTOS (e é isso que dá valor à tela)
O equipamento não tem cidade nem “tipo de local” por si — os dois vêm do 📍 Local a que ele está vinculado. Por isso os quatro recortes são cruzamentos com o dado que já existe no sistema: 📍 local, 🏙️ cidade (do local), 🏗️ tipo de local (obra, stand, escritório…) e 🤝 fornecedor (o do ERP, cruzado com o financeiro). Combinam-se entre si: “🏗️ obra + 🤝 COPYMAQ” responde uma pergunta que nenhum dos dois responde sozinho, e o recorte ativo fica visível numa linha de pastilhas removíveis — cada uma com um ✕.
Três coisas que estes filtros fazem de propósito:
- Toda opção traz a contagem e nenhuma devolve zero. As opções nascem do dado presente, não de um catálogo: o filtro de local oferece os lugares que têm equipamento, não os 331 cadastrados.
- A contagem ao lado da opção é exatamente o que ela entrega. Ao escolher “🏗️ obra”, as contagens dos outros eixos recalculam — é aí que o cruzamento aparece, sem gráfico nenhum.
- Um eixo com um único valor não é desenhado. Hoje “situação” não aparece porque todos os bens estão “em uso”; no dia em que os computadores entrarem, “tipo de equipamento” volta sozinho e passa a ser o primeiro corte da tela.
Para achar por pedaço de qualquer coisa (série, plaqueta, modelo, IP, local, pessoa, fornecedor), o campo é a busca — os recortes são valores exatos, a busca é texto livre.
⚠️ Os bens “sem local” — por que eles não desaparecem
Três dos quatro recortes derivam do local. Quem não tem local cairia fora de todos eles e sumiria da tela sem ninguém perceber — justamente a fila que precisa de conferência. Por isso a ausência é um valor: “⚠️ sem local” aparece como opção, com contagem, nos três eixos, além de ser um chip âmbar ao lado dos números (um clique liga, o segundo desliga). O 🤝 fornecedor é o único eixo que não depende do local, e por isso continua achando essas máquinas.
Ao filtrar por eles, abre a fila de curadoria: o CNPJ do bem já diz de qual empreendimento ele é, então a tela oferece os locais que compartilham aquele CNPJ e vincular é um clique. ⚠️ O app oferece, nunca escolhe — vincular bem→local muda a atribuição do custo por lugar. Quem não tem pista nenhuma aparece dito com essas palavras, em vez de ser omitido.
⚠️ E os dois problemas ficam separados, porque têm donos diferentes: “⚠️ sem local” resolve-se aqui (vincular o bem); “⚠️ local sem cidade” resolve-se em 📍 Locais (preencher o cadastro do lugar). Um número só juntaria as duas coisas e quem clicasse encontraria duas listas diferentes.
🃏 O card mostra só o que distingue
Um selo que aparece em todas as linhas não descreve a linha, descreve a tela. “em uso” estava em 38 de 38, “Locado” em 34 de 38 e “sem ligação com o pagamento” em 34 de 34. Então o card mostra o selo só quando ele é minoria — e essa regra é derivada do dado: quando os computadores entrarem e o parque rachar entre locado e próprio, os selos voltam sozinhos, porque aí passam a informar. Nada foi perdido: o que era maioria virou contador (no alto) ou foi para a aba ⚠️ Conferir, que é onde se age sobre ele. Pelo mesmo motivo o 🪪 CNPJ só aparece quando informa — se ele repete o nome do local, sai.
📄 Locado × 🏢 próprio — e por que a ficha patrimonial some
O regime é a informação que organiza tudo. Locado é de terceiro: o que importa é o contrato (de quem, nº, período, R$/mês). Próprio foi comprado: o que importa é a ficha patrimonial. Por isso bem locado não tem ficha patrimonial — e isso não é uma combinação, é garantido pelo banco: tentar criar a ficha num bem locado (ou marcar como locado um bem que já tem ficha) é recusado, venha o pedido de onde vier.
📌 A ficha patrimonial está estruturada e ainda não em uso: nada nela é obrigatório, nenhum valor é calculado e a tela não mostra depreciação. Os campos existem para o dia em que a imobilização entrar.
💳 Contratos & pagamentos — os dois lados do mesmo fornecedor
Mostra, por fornecedor, quantos bens temos × quantas recorrências ativas × R$/mês no financeiro. ⚠️ Mais bens do que contratos é o normal: um contrato costuma cobrir várias máquinas (24 impressoras da DEMPHIS para 9 recorrências). Por isso, ao ligar um contrato ao pagamento, a recorrência aparece mesmo já ligada a outros equipamentos — e diz a quantos.
O que a tela não faz é inventar alarme. A “divergência” de fornecedor sem pagamento que parecia existir era problema de nome: a planilha usa o nome comercial e o ERP a razão social (“PRINTER MAGAZINE” é a DEMPHIS, “REWORK” é a PREMIUN PRINT) — os dois têm recorrências ativas. A lista de “pagamos e não há bem cadastrado” só considera as categorias onde os nossos equipamentos estão, para não sair acusando telecom e nuvem.
⚠️ Conferir — o que não se decide por palpite
Divergências ficam visíveis em vez de resolvidas por chute: série ou plaqueta repetida, locado sem
contrato, contrato sem ligação com o pagamento, fornecedor fora do ERP, ❓ sem tipo — a classificar
(tipo do Bubble não reconhecido: o bem fica fora dos agrupamentos por família até alguém classificar),
🧭 coluna sem dono declarado (coluna nova sem [dono: …] no catálogo do banco),
bem com pessoa desligada
(devolução pendente), bem sem lugar definido, e nós da topologia que ainda não existem como bem (com um
botão para cadastrá-los). Cada item some da lista quando alguém resolve.
🔒 O que vem de fora × o que é seu
Parte do cadastro (plaquetas de computadores e monitores) vem de outro sistema e será ressincronizada. Para que a correção feita aqui não suma no próximo sync, o dado externo vive numa tabela separada e aparece no fim da aba “Identificação” como texto com cadeado 🔒, nunca como campo editável. Regra: o que você digitar aqui vence, sempre — por construção, não por disciplina. Quando os dois divergem, a diferença vira uma linha em ⚠️ Conferir e um humano decide.
🏷️ Tipos, e por que é dado
O tipo decide o ícone, a família dos KPIs e quais campos técnicos a ficha mostra (impressora tem contador e franquia; notebook tem CPU/RAM/disco; switch tem portas). Criar um tipo novo é uma linha na tela 🏷️ Tipos, não um deploy. Apagar um tipo que tem bens é recusado — o caminho é inativar.
⚠️ Mobiliário (cadeiras, mesas) não entra nesta fase — é decisão, não esquecimento.
📍 Na página de cada Local
A página do local ganhou a seção 🏷️ Equipamentos: os bens que estão ali, com o fornecedor, o valor mensal e se o contrato aponta para a recorrência que o paga. Dá para cadastrar um equipamento já naquele local e para abrir a tela filtrada. As de impressão e rede aparecem também no bloco 🌐/🖨️ do topo, ao lado do contrato que as paga — aqui é o cadastro, lá é o destaque.
🗄️ A antiga lista livre “🖥️ Equipamentos” foi aposentada. Eram itens de texto solto, sem dono, contrato nem regime. As 3 últimas linhas que existiam foram migradas para o cadastro novo (aparecem lá com a origem “migração”) e a lista antiga ficou vazia. Ela não oferece mais ➕: se algum dia uma linha reaparecer — outro ambiente, restauração de backup —, um bloco “🗄️ Registro antigo” a mostra para ser recadastrada, em vez de ela desaparecer em silêncio.
⚠️ Uma armadilha registrada
Na planilha de impressoras, a coluna chamada “PATRIMONIO” é o número de série (duas células dizem literalmente “N. de Serie”), o que faz sentido: 50 das 51 são locadas e a empresa não patrimonia máquina que não é dela. Por isso ela entra no campo Nº de série — e o campo Plaqueta costuma ficar vazio em bem locado. Série e plaqueta não são únicas de propósito (há duplicatas reais na planilha): duplicata vira pendência visível, não erro que derruba uma importação inteira.
📍 Locais
🌐 Internet & 🖨️ Impressão — o bloco em destaque
Logo abaixo do endereço, a página de cada local abre com dois cartões lado a lado: um de Internet e um de Impressão. São as duas coisas sem as quais um stand não abre, então elas têm lugar próprio, na primeira tela, em vez de ficarem diluídas no meio dos contratos.
Cada cartão responde o ciclo inteiro, na ordem: precisa ▸ pediu ▸ contrato ▸ máquina (a fitinha de pílulas no topo, onde ✓ é o que já existe), e depois mostra as duas pontas separadas:
- 💳 O QUE PAGAMOS — cada contrato com fornecedor, R$/mês, se tem recorrência (e a situação dela), o CNPJ que paga, a classe contábil, o nº do contrato e o dia de vencimento.
- 📦 O QUE TEMOS — a máquina de verdade: modelo, número de série, locado × próprio, sala e quem usa.
O selo à direita é o veredito de relance: ✅ contratada · R$ X/mês · ⚠️ pagamento não ligado à máquina · ⚠️ N máquinas · sem contrato aqui · ⚠️ contratada · nenhuma máquina cadastrada · ⏳ pedido em andamento · ❌ declarado SEM impressora · — não se aplica.
Abaixo de cada contrato vem o selo de pagamento, que diz a ação e não só o diagnóstico: ✅ pago até jun/26 · ⏳ aguardando a 1ª fatura (contrato novo — esperar) · 🔴 faturando e não pago há N meses (cobrar o financeiro) · 🟣 o fornecedor parou de faturar (encerrar o contrato?). O que separa os três é existir ou não um título em aberto no financeiro. ⚠️ Ele diz “pago até” e nunca “funcionando”, de propósito: o espelho de pagamentos é recarregado em lotes. E pode vir acompanhado de 🪪 sinal do CNPJ inteiro (não dá para afirmar por este contrato) ou ⚫ local encerrado. Tabela completa dos selos, cores e avisos em 📑 Contratos › 💸 O selo de pagamento.
🔗 “ligar a R$ 161,91 · classe 198” — quando uma máquina locada não aponta para o contrato que a paga, o bloco procura um contrato do mesmo fornecedor neste local e propõe. Um clique grava o vínculo. ⚠️ Ele propõe e nunca liga sozinho: o casamento é por código do fornecedor (nunca por nome — “PRINTER MAGAZINE” é a DEMPHIS no ERP) e, quando há mais de um contrato candidato do mesmo fornecedor, aparecem vários botões para você escolher. Ligar no contrato errado joga o valor da locação na máquina errada, então quem decide é você.
⚠️ O bloco é uma vitrine, não um segundo cadastro. Não há ✏️ nem ✕ nele: o contrato continua morando sob o CNPJ que o paga (é lá que ficam ➕, 🛒 lançar e 🔗 puxar do financeiro) e a máquina continua no cadastro 🏷️ Equipamentos. Clicar numa linha do bloco rola até a linha real e a destaca. A única coisa que o bloco grava é o 🔗 acima — que é justamente o elo que faltava.
Local sem nada (a maioria, porque 258 vieram do ERP sem curadoria) não ganha dois cartões vazios ocupando meia tela: vira uma linha — “Nada registrado aqui: sem contrato, sem máquina, sem pedido” — com os botões de pedir internet, pedir impressora e puxar do financeiro.
⚠️ Internet e impressora saíram de 🧰 Necessidades (a seção virou 🧰 Outras necessidades de infra, com câmera/alarme e os dois totens). Elas estavam nos dois lugares e isso fazia a tela mentir: em 15 locais medidos, 🧰 exibia “🖨️ Impressora — solicitar” algumas centenas de pixels acima de um contrato de impressora ativo e pago. Um fato, um lugar.
🌱 Quem criou, quando — e quem mexeu depois
Logo abaixo do topo da página de cada local há uma faixa com a procedência: quem cadastrou, em que dia e hora, e quem foi o último a alterar. Na lista, um local criado por uma pessoa mostra uma linha discreta 🌱 <nome> · data; passando o mouse em qualquer card aparece a mesma informação completa.
⚠️ Local importado do ERP fala outra língua, de propósito. Dos 331 locais, 327 vieram do Mega numa importação em julho/2026 — para eles a data guardada é a de entrada no catálogo, e não a de criação do projeto no ERP (essa o Mega não nos entrega). Por isso a faixa desses diz “📥 Importado do Mega (ERP) em …” e nunca “criado por”. Escrever “criado em 23/07” num stand de 2019 seria trocar uma confusão por outra, com cara de resposta.
📜 Histórico de alterações
O botão 📜 ver histórico de alterações abre, ali mesmo, tudo o que mudou no cadastro do local: quem, quando e o de → para de cada campo (“status: em montagem → ativo”). Mudanças feitas no mesmo salvamento aparecem agrupadas numa edição só.
⚠️ Não confunda com a 🕒 Linha do tempo, que fica mais abaixo: a linha do tempo conta o que aconteceu com o lugar (pediram internet, vinculou o Mega) e você edita; o histórico conta o que mudou no registro, é gerado pelo sistema e não se edita.
⚠️ Duas honestidades importantes: (1) o registro começou na data que o próprio bloco informa — o que foi alterado antes disso não foi gravado por ninguém, e um local sem linhas pode ter sido editado muitas vezes no passado; (2) ele cobre o cadastro do local. Contratos, CNPJs, equipamentos e documentos ainda não são rastreados — está escrito no rodapé do bloco para que 3 linhas não sejam lidas como “ninguém mexeu em nada”.
Por que não existe um campo “alterado por”: a data de alteração (updated_at) já existe
e é enganosa — 256 dos 331 locais têm exatamente a mesma hora, porque foram tocados por um script de
migração, não por uma pessoa. Um campo “alterado por” diria “sistema” para 77% da base e voltaria a ser
sobrescrito a cada recarga do ERP. O histórico responde melhor: diz qual campo mudou, não só quem foi
o último a encostar em alguma coisa. A mesma trilha aparece em ⚙️ Sistema › 📜 Histórico, agora com
o rótulo 📍 Local.
🗑️ Excluir um local deixa registro. O local some com CNPJs, contratos e fotos, mas a linha “quem apagou, quando, e qual era o nome” permanece na trilha — é a única resposta possível para “o que estava aqui?”.
🔒 O código do Mega não se digita
O campo Código (Mega/ERP) é travado. Todo local que você cria nasce ⏳ aguardando o Mega — o código entra depois, pelo botão 🔗 Vincular ao Mega na página do local, escolhendo o projeto na lista do ERP.
⚠️ Por quê: um código digitado à mão podia não existir no ERP, ou ser de outro empreendimento — e o local ficava com cara de “vinculado” apontando para o nada. Pior: mudar o código re-carimbava o project_code das recorrentes dos contratos daquele local, ou seja, um dígito errado mexia em atribuição de dinheiro. Pelo botão, o sistema confere: código que não existe é recusado, código já usado por outro local é recusado, e o nome oficial do ERP é adotado junto.
O KPI ⏳ sem vínculo com o Mega é clicável e mostra exatamente a sua fila: os locais que você criou aqui e que ainda precisam ser vinculados quando a equipe do ERP criar o projeto.
O catálogo dos lugares físicos da empresa — Stands e Lojas de venda, Escritórios, Obras, Empreendimentos, Galpões — cada um com a sua página, como se fosse um mini-site. Resolve o dia a dia: “onde está aquela impressora?”, “quem está alocado neste stand?”, “qual CNPJ paga a fatura da internet daqui?”.
Criar um local antes do Mega (aguardando vínculo)
- O nome do local vem do Mega (ERP) e por isso é somente-leitura nos locais já vinculados (o campo aparece travado 🔒). Mas você pode criar um local aqui antes dele existir no Mega (a TI costuma ser mais rápida que a equipe do ERP): deixe o Código (Mega) vazio e o local nasce “⏳ aguardando vínculo”, com um nome provisório editável — e com status 🟡 Em montagem: visível na lista de Locais, invisível na intranet (que só publica status 🟢 Ativo). Publicar continua sendo ato deliberado: mudar o status para Ativo.
- Quando o projeto existir no Mega, abra o local e clique 🔗 Vincular ao Mega, busque o projeto e confirme — o local adota o código e o nome oficiais (e o nome trava). Se você rodar o sync do ERP depois, ele também adota automaticamente um local aguardando cujo nome bata com o projeto novo (em vez de criar duplicata).
- No formulário de criação há um bloco 🧰 Necessidades de infra — vai precisar de internet? para quê? média de pessoas no local? impressora? câmera e alarme? totem de atendimento? totem de propaganda? — que orienta o planejamento. Na página, cada necessidade tem um botão “solicitar” que registra o pedido na linha do tempo.
- 🕒 Linha do tempo: cada local tem um histórico do ciclo de vida — Local criado → Internet solicitada → Impressora solicitada → Vinculado ao Mega → …. Use os botões de “solicitar” das necessidades ou adicione um evento/nota livre. É a memória de tudo que aconteceu naquele local.
A lista
- Já vem com todos os projetos do ERP importados (você só enriquece). Locais nascidos aqui e ainda sem projeto no Mega mostram o selo ⏳ aguardando Mega.
- Filtro de TIPO = checklist (pode marcar vários): dá para ver, por exemplo, Loja/Stand + Escritório + Loja+Escritório ao mesmo tempo. O número ao lado de cada tipo é quantos existem no recorte atual (tipo sem nenhum local fica esmaecido). Nenhum marcado = todos os tipos.
- Encerrados e inativos ficam FORA da lista por padrão — são ruído do dia a dia (stand que já fechou, por exemplo). Para trazê-los de volta, marque ⚫ encerrados e/ou ⏸️ inativos em "Mostrar". Um KPI cinza avisa quantos estão ocultos, para você nunca achar que o local "desapareceu".
- ⚠️ Publicados sem endereço — KPI âmbar clicável: locais com status Ativo (já na vitrine da intranet) e sem endereço cadastrado. O clique filtra só eles — é a fila de arrumação da vitrine.
- 🔍 Em análise = a fila de curadoria. O local que veio do ERP e cujo status real ainda não foi definido fica com o status 🔍 Em análise — ele existe no Mega, mas ninguém confirmou ainda se é um lugar de pé, se já fechou, o que tem lá. Também fica escondido por padrão (senão os ~258 do ERP afogariam os lugares reais) e um KPI azul mostra quantos estão nessa fila; marque 🔍 em análise em "Mostrar" para trabalhar nela. ⚠️ Local em análise NÃO aparece na intranet (📍 Localizações) — lá só entra quem você marcou como 🟢 Ativo. Ou seja: validar um local = mudar o status para Ativo, e é isso que o publica para a empresa.
- Além disso: busca (nome/apelido/código/cidade), cidade e ✅ só preenchidos (o que já foi trabalhado). O ✖ limpar filtros volta ao padrão — ou seja, encerrados/inativos continuam escondidos.
- Os KPIs do topo refletem o que está na tela (o primeiro mostra "292 de 327 locais"), então o número nunca briga com a lista.
- Cada card mostra a foto de capa (ou um ícone do tipo), o apelido, a cidade e os selos (🌐 internet, 🖨️ impressora, contagem de equipamentos/pessoas/documentos). Clique para abrir a página.
A página do local
- 📍 Endereço: rua/nº/complemento/bairro/cidade/CEP e ponto de referência (a antiga seção "dados da empresa" saiu — razão social e CNPJ vêm dos cards de CNPJ da lista oficial, abaixo).
- 🧭 Como chegar: URL de vídeo do caminho (YouTube vira player aqui e na intranet 📍 Localizações; outros links ficam como link) — é a curadoria que alimenta a visão pública.
- 🪪 CNPJs, Contratos & Lançamentos: o coração da gestão das faturas. Um local pode ter vários CNPJs
(escolhidos da lista oficial do ERP — nada digitado à mão). Sob cada CNPJ ficam os contratos (internet,
impressora, energia…) com o fornecedor; e dentro de cada contrato os lançamentos (recorrência ou compra
avulsa). O botão 🔗 puxar do financeiro lista as recorrentes que já existem naquele CNPJ (Vogel, Algar,
Demphis…) para você associar as que são DESTE local — porque o mesmo CNPJ costuma ser dividido entre o stand e a
obra (locais diferentes). Ao associar, o app carimba o local na recorrente (o
project_code), então o financeiro passa a saber a qual unidade aquela fatura pertence. Só associa recorrente livre — se já for de outro empreendimento, ele avisa e não sobrescreve. - 📨 Solicitar (dentro do CNPJ): abre um catálogo — internet, impressora, telefonia, câmera/alarme, totem de atendimento/propaganda — e monta uma mensagem pronta (com endereço, CNPJ e, na internet, a velocidade sugerida pela média de pessoas) para você copiar e colar no e-mail ou WhatsApp do fornecedor e pedir cotação. Pode ainda 🕒 registrar a solicitação na linha do tempo do local. Fica no card do CNPJ porque a cotação usa o CNPJ + o endereço daquela unidade.
- 📄 Documentos do CNPJ (dentro do card de cada CNPJ): contrato social, cartão CNPJ, inscrição, alvará, procuração… — pertencem ao CNPJ (valem para qualquer local que use aquele CNPJ). Adicione-os ali (⬆️ enviar arquivo ou colar URL). ⚠️ É aqui que vai o contrato social, não na seção de documentos do local.
- 🔎 Serviços por classe: quando o mesmo fornecedor tem mais de um serviço no mesmo CNPJ (ex.: a ON TELECOM cobra a internet do stand numa classe contábil e a da obra em outra), o "puxar do financeiro" junta tudo numa recorrente só. Esse botão quebra o fornecedor por classe contábil, mostrando cada serviço com o valor certo (ex.: R$300 do stand × R$250 da obra) — você associa cada um ao seu local. Como o projeto é o próprio local, dois stands que dividem fornecedor + CNPJ + classe ficam cada um no seu contrato, sem ambiguidade. Serviço por classe não carimba a recorrente (ela é compartilhada) — a atribuição fica no contrato.
- 🌐 Internet & 🖨️ Impressão: o bloco em destaque no topo — contrato (fornecedor, R$/mês, recorrência) ao lado da máquina (modelo, série, locado/próprio), com o que falta em cada um. Ver a seção acima.
- 🏷️ Equipamentos: impressoras, roteadores, computadores, switches… com modelo, série/plaqueta, regime (locado × próprio), fornecedor e o contrato que paga.
- 👥 Pessoas: quem está alocado ali (puxa do diretório) e a função.
- 📄 Documentos físicos do local: planta, layout, croqui, vistoria… — os do LOCAL (não do CNPJ). De dois jeitos: ⬆️ Enviar arquivo (PDF, imagem, Office; guardado com segurança no armazenamento da empresa, baixado por link temporário) ou colando uma URL. Os documentos do CNPJ (contrato social, cartão CNPJ…) ficam no card do CNPJ — e há um 3º dono: 📄 Documentos desta contratação dentro de cada contrato (o contrato assinado, termo, proposta), com o botão ➡️ mover p/ contrato quando um doc do CNPJ na verdade é de uma contratação.
- 🖼️ Fotos: ⬆️ Enviar foto (envia a imagem) ou colar a URL de uma imagem. A 1ª foto (ou a capa, se você definir uma) vira o topo da página.
O ⬆️ Enviar só aparece quando o armazenamento de arquivos está configurado (Backblaze). Sem ele, use o campo de link — nada deixa de funcionar.
Use ✏️ Editar dados no topo da página para os dados principais; as demais seções você adiciona/remove ali mesmo, na hora. Novo local cria uma unidade que não veio do ERP.
CNPJ → contratos → lançamentos: cada local tem N CNPJs (da lista oficial de filiais); sob cada CNPJ ficam os contratos (internet, impressora…) com o fornecedor e valor mensal. Botão 🔗 puxar do financeiro traz as recorrentes daquele CNPJ pra associar; 🔎 serviços por classe quebra o fornecedor por classe contábil (2 serviços no mesmo CNPJ). O ✏️ do contrato define nº, valor total, parcelas e início — aí aparece a grade de meses (✓ pago). Os documentos do CNPJ (contrato social, cartão CNPJ…) ficam no card do CNPJ e valem p/ TODO local que use ele.
🖥️ Ativos do Inventário: vincule os ativos (servidores, apps, rede, computadores) que ficam neste local — eles aparecem por padrão na página. Documentos e fotos aceitam arquivo real (⬆️ enviar, guardado no Backblaze) ou link/URL; a capa também pode ser enviada. O CEP preenche o endereço automático (via ViaCEP).
🪪 CNPJs / Filiais
Todos os CNPJs (filiais) da lista oficial num lugar, com os documentos do CNPJ (contrato social, cartão CNPJ, alvará, inscrição…) e os locais que usam cada um. O documento é do CNPJ (não do local): vale para qualquer local que use aquele CNPJ, e você acha o documento pelo CNPJ, sem entrar no local. Busca por nome/CNPJ/cidade/código e um toggle "só com local ou doc". Clique num CNPJ → a página mostra os documentos (arquivo no Backblaze ou link) + os locais.
🏢 Fornecedores
Esta tela lista os fornecedores que foram cadastrados aqui porque ainda não existiam no Mega — e mostra em que pé está a criação de cada um no ERP.
⭐ Antes de cadastrar, procure pelo CNPJ
É o passo que evita quase todo o trabalho. Todos os 14.403 fornecedores do Mega têm CNPJ, então pelo CNPJ a dúvida acaba. Já pelo nome ela não acaba: o ERP guarda a razão social e nós chamamos as empresas pelo nome comercial.
⚠️ Caso real desta casa: procurar por PRINTER MAGAZINE não acha nada — no Mega ela é DEMPHIS AUTOMAÇÃO EM IMPRESSÃO, código 11105. Quem concluísse "não existe" criaria um fornecedor duplicado e todo o histórico de pagamento ficaria partido em dois.
Por isso, no formulário de contrato, o botão 🏢 Não achou? Buscar por CNPJ / cadastrar abre uma janela que começa pelo CNPJ e responde uma de três coisas:
- ✅ Já existe no Mega — mostra o(s) cadastro(s) de lá para você escolher. Nada é criado.
- 📋 Já está cadastrado aqui — é só usar; se ainda estiver aguardando o Mega, a tela diz.
- 🆕 Não existe em lugar nenhum — aí sim aparece o formulário de cadastro.
O que acontece ao cadastrar
O fornecedor entra na fila como ⏳ aguardando o Mega e nasce uma tarefa para a Central de Cadastros criá-lo no ERP. O contrato pode ser salvo normalmente — nada trava esperando.
Quando a Central criar lá, informe o código do fornecedor no botão 🔗 Já criaram no Mega. Nesse momento três coisas acontecem sozinhas: o cadastro passa a ✅ vinculado, os contratos que apontavam para ele recebem o código do ERP (é o que faz a recorrência reconhecer a AP quando a nota chegar) e a tarefa fecha.
⚠️ Ao vincular, o app confere o CNPJ: se o código informado pertencer a um fornecedor de outro CNPJ, ele recusa e mostra os dois. Um código trocado ligaria o contrato à empresa errada, e a partir daí o custo iria para o lugar errado sem ninguém perceber.
📥 Puxar dados da Receita
O botão preenche razão social, endereço e situação cadastral a partir do CNPJ, para você não digitar. Ele só preenche o que está em branco — o que você já escreveu não é sobrescrito, porque muitas vezes você sabe mais que o cadastro da Receita (nome fantasia, contato do consultor).
⚠️ Se a consulta não estiver configurada, o botão avisa e o cadastro manual continua funcionando inteiro. A consulta é um atalho, nunca um pré-requisito.
📑 Contratos
Todos os contratos de todos os locais num só lugar (internet, impressora, energia…): fornecedor, local, CNPJ, valor mensal/total, parcelas, início, nº do contrato e a grade de meses pagos (✓ pago · em aberto). Edite aqui sem entrar local por local. Filtros por fornecedor/local/nº, tipo e "só com contrato definido". O contrato nasce dentro de cada Local (CNPJ → contrato) ou puxando do financeiro; aqui é a gestão central — e a base da auditoria por IA (valor, prazo e contrato conferidos).
➕ Lancei um serviço novo e a fatura ainda não chegou
É o caso de uma internet recém-contratada: o contrato existe, mas a 1ª AP só entra no sistema dias depois. Antes, não havia como registrar isso — a recorrência só nascia depois de o sistema ver o padrão nos lançamentos (uns 3 meses). Agora dá para lançar na hora, por dois caminhos que abrem o mesmo formulário: o botão ➕ Novo contrato aqui, ou o ➕ no card do CNPJ dentro da página do Local.
No formulário você informa fornecedor, nº do contrato, início e fim da vigência, dia de pagamento, valor mensal, e-mail e telefone do serviço. Depois de salvar, aparece o botão 🔁 Gerar recorrência.
- A recorrência nasce do contrato — o valor mensal vem de lá, não de uma média dos lançamentos.
- Ela fica ⏳ aguardando a 1ª fatura: não aparece como atrasada só porque o dia de vencimento passou. Quando a nota chegar, ela passa a conciliar normalmente.
- ⚠️ O reprocessamento automático nunca sobrescreve o valor dela. Uma recorrência detectada pelo sistema pode ter o valor recalculado pela mediana dos lançamentos; uma que nasceu de contrato, não — o que está no papel manda.
⚠️ O fornecedor precisa existir no Mega. É por ele que a recorrência reconhece a AP quando a fatura chega — sem isso ela nunca conciliaria. Se o provedor ainda não foi cadastrado no ERP, peça o cadastro antes; o app avisa exatamente isso em vez de dar erro seco.
💧 A primeira fatura veio menor (proporcional)
É o normal: a operadora cobra só os dias do mês em que o serviço começou. Preencha Valor da 1ª fatura no contrato com o que foi combinado — por ora é registro seu (fica no contrato para conferência à mão); a tela ainda não compara sozinha a fatura que chegar com esse valor — ligar isso de verdade está no 🗺️ Roadmap.
#07 — o número da recorrência
Cada recorrência tem um número visível (#01, #02…) na aba 🔁 Recorrentes, à esquerda do fornecedor. É a referência para citar uma conta específica numa conversa ou num chamado. O número é atribuído na criação e nunca muda. Quando aparece 📑 ao lado dele, é uma recorrência que nasceu de um contrato — ou seja, o valor dela vem do contrato e o reprocessamento não mexe.
💸 O selo de pagamento — 3 estados, 3 ações
O selo de cada contrato (aqui, na página do Local e nas abas 🔁 Recorrentes / 💳 Cartão) não é um degrau de atraso: ele diz o que fazer. O sinal que separa os casos é a AP em aberto — existe um título emitido e ainda sem baixa?
| Selo | O que aconteceu | Ação |
|---|---|---|
| ✅ pago até mai/26 | A última competência paga é recente (≤1 mês). | Nada. |
| ⏳ aguardando a 1ª fatura | Nunca houve baixa, mas já existe título em aberto. É o começo do contrato. | Esperar. Não é atraso — e por isso não gera alerta. |
| 🔴 faturando e não pago há N meses | O fornecedor continua emitindo título e a baixa não aparece. | Cobrar o financeiro. |
| 🟣 o fornecedor parou de faturar | Última baixa há meses e nenhum título em aberto — cara de serviço encerrado sem ninguém baixar o contrato. | Encerrar o contrato? |
| ❔ nenhum título no financeiro | Nunca houve baixa nem título em aberto. | Conferir o cadastro (fornecedor / CNPJ / classe). |
| — sem pagamento próprio a conferir | O contrato não aponta fornecedor do financeiro (ex.: “cotado no CNPJ da matriz”, “isento por parceria”). | Nada — não alarma de propósito. |
A cor segue a mesma escada do 💳 Cartão: verde = ok · âmbar = observar (1-2 meses pode ser defasagem do espelho) · vermelho = 3 meses ou mais. Nenhuma paleta nova foi inventada.
⚠️⚠️ Dois avisos que NÃO são atraso — eles qualificam o selo, e aparecem como chip tracejado ao lado dele:
- 🪪 sinal do CNPJ inteiro — o contrato não tem classe própria e divide o CNPJ com outro contrato do mesmo fornecedor. O espelho do ERP não diz a qual local pertence o título, então o pagamento mostrado é do fornecedor naquele CNPJ, não necessariamente deste contrato. Para separar de verdade, use 🔎 serviços por classe no card do CNPJ. Enquanto o chip está lá, o selo não acusa — ele avisa que não dá para afirmar.
- ⚫ local encerrado — o local está encerrado/inativo e o contrato continua vivo. Confira se o serviço deveria ter sido cancelado (já achamos uma impressora sendo faturada num stand fechado).
Grade de meses (quando o contrato tem parcelas + início): ✓ pago · ⌛ título em aberto (cobraram, sem baixa) · ✗ venceu e não há baixa · · ainda vai vencer. A mesma distinção vale na 📅 matriz mensal das Recorrentes.
⚠️ O selo respeita a união de classes. Quando você une duas classes (🔗, porque a lançadora alterna a classe do mesmo serviço), os pagamentos das duas passam a contar para o contrato. Sem isso, 5 contratos apareciam gritando estando pagos — um deles com “9 meses” de falso atraso.
🌐 Disponibilidade de Internet
Responde duas perguntas, e elas pedem trabalhos diferentes: onde a internet está com o pagamento atrasado e onde não há nada vinculado. Por isso a tela é partida ao meio por um divisor: em cima o que se cobra, embaixo o que se cadastra.
Cada lugar aparece uma vez só, no grupo do seu pior contrato — mesmo tendo três links. O número grande de cada grupo é a contagem daquela ação; não existe faixa de indicadores em cima porque ela repetiria esses mesmos números. Clicar numa linha abre a página do Local, já na seção 🌐 Internet & impressora.
⚠️ Os estados são os mesmos das telas de dinheiro (🔁 Recorrentes, 💳 Cartão, 📑 Contratos): em dia · aguardando a 1ª fatura · faturando e não pago · o fornecedor parou de faturar · nenhum título no financeiro. Esta tela não classifica nada por conta própria — se ela discordasse das outras, uma das duas estaria mentindo.
⚠️⚠️ O grupo âmbar "conferir depois da próxima carga" nasce fechado, e isso é deliberado. O espelho de pagamentos é recarregado em rajada pelo DBA: enquanto a competência do mês não fecha, um contrato em dia aparece com dois meses sem baixa. Deixar esses casos gritando em vermelho encheria a tela de alarme falso — e alarme falso ensina a ignorar a tela. Eles não somem: a contagem e a explicação ficam visíveis, as linhas estão a um clique, e o grupo se abre sozinho quando a competência anterior fecha no espelho.
⚠️ "Sem nenhuma internet cadastrada" é cinza, nunca vermelho. É lacuna de cadastro, não conta atrasada — e uma obra pode legitimamente não precisar de internet. O passo é responder em 🧰 Necessidades, na página do Local; quem declara que não precisa sai da fila e vai para o rodapé.
⚠️ Quando um lugar tem mais de um link e um deles está pago, a tela rebaixa a gravidade e mostra 🔀 — dizer "este lugar pode ficar sem internet" quando dois de três links estão pagos seria o oposto do fato. O app ainda não sabe qual link é principal e qual é reserva; enquanto não souber, ele propõe a leitura em vez de afirmar.
Os locais em análise (cascas importadas do Mega — a tela mostra quantos são) ficam de fora: entrariam como falsos "sem internet". Ficam declarados no rodapé — e quando um local em análise TEM contrato de internet, ele é destacado em alerta (⚠️) em vez de simplesmente sumir. E o R$ aparece rotulado "(cadastro)": o valor de um contrato cujo fornecedor parou de faturar não sai do caixa.
A tela é só de leitura — nenhum campo, nenhum botão de salvar. O contrato se edita onde ele mora: na página do Local ou em 📑 Contratos.
🗺️ Google Empresas · os nossos locais no Perfil da Empresa do Google
Em 🛠️ Gestão de TI › 🗺️ Google Empresas a INC controla, em paralelo ao Google, o cadastro de cada local no Perfil da Empresa (o antigo Google Meu Negócio): o que o Google exige, o que ainda falta, e o status lá (enviado, em verificação, verificado, suspenso). O sistema não fala com a API do Google — ele gera a planilha de importação em massa exatamente no modelo oficial, que você sobe em Perfil da Empresa › Importar empresas › Selecionar arquivo.
De onde vem cada dado (nada se redigita)
- Do 📍 Local (dono): nome/apelido, endereço (rua + número, bairro, cidade, UF, CEP), latitude/longitude, data de inauguração e a foto de capa. Corrija lá — aqui só reflete.
- Dos ⚙️ Padrões (uma vez para todos): site, telefone, categoria principal, categorias adicionais,
logotipo, etiquetas, uma descrição-modelo (aceita
{{nome}},{{cidade}},{{tipo}}) e o horário por tipo de local (stand, escritório, obra… e um fallback). - Do próprio local (override): qualquer campo preenchido no cartão vence o padrão; vazio = herda (o campo mostra herda: … para você saber o que sairia).
Pronto × pendente
O Google exige: código da loja (único — gerado e estável, é a chave que ele usa para atualizar o local nas importações seguintes), nome (≤100), telefone OU site, categoria principal e endereço (rua + cidade + UF) ou latitude/longitude. Quem cumpre tudo aparece ✅ pronto; senão ⚠️ faltam N com a lista. Há ainda os avisos (não impedem, mas fazem falta: horário, descrição, capa, lat/lng). Só os ativos entram na planilha por padrão; um local em montagem pode ser incluído à mão (o Google aceita data de abertura futura). Local encerrado que já estava no Google continua na lista com o aviso para marcar como fechado lá.
Formatos que o Google cobra
Horário: 09:00-18:00, dois turnos 09:00-12:00, 14:00-18:00, fechado x.
Horários especiais: 2026-12-25: x, 2026-12-31: 09:00-13:00. Descrição: até 750 caracteres,
sem URL, HTML ou promoção. Etiquetas: até 10 × 50. Fotos: URL pública — a capa do local é servida
automaticamente por uma URL nossa (/pub/google/…/capa.jpg, só dos locais incluídos).
🧩 Atributos · 🧭 Geocodificar · ⬇️ Exportar
Atributos: o catálogo oficial do Google (acessibilidade, estacionamento, redes sociais…) — marque os que fazem sentido para a INC; só os marcados viram colunas, com valor padrão e override por local. Geocodificar busca latitude/longitude pelo endereço (OpenStreetMap, 1 por segundo) dos locais que não têm e grava no Local, com trilha. Exportar mostra quantos vão e quem fica de fora e por quê, e baixa o CSV no modelo do Google (ou XLSX para conferir no Excel). Cada exportação carimba a data no local.
⚠️ O nome da categoria precisa existir na lista do Google (ex.: Incorporadora imobiliária, Construtora, Imobiliária) — o importador do Google avisa se não reconhecer. O sistema não inventa valor: o que falta fica visível como pendência até alguém preencher ou uma automação buscar.
🗂️ Repositórios
Todos os repositórios de código da TI num só lugar — GitHub e Bitbucket lado a lado. Para cada repo: de qual provedor, a org/workspace, a URL, a visibilidade (privado/público/interno), a linguagem, o status (ativo/arquivado/template), o dono (pessoa do diretório), qual app do Inventário ele roda e qual Claude Creator o mantém. Cada card é clicável para editar; o nome linka direto para o repo no provedor.
Duas formas de preencher: (1) ➕ Novo repo — cadastro manual; (2) 🔄 Sincronizar — puxa os repos direto
do GitHub/Bitbucket via API. O sync precisa dos tokens no .env do servidor: GITHUB_TOKEN
(+ GITHUB_ORG opcional) e/ou BITBUCKET_WORKSPACE+BITBUCKET_USER+BITBUCKET_TOKEN
(app password). Também dá pra rodar pela Manutenção → 🗂️ Sincronizar repositórios. O sync preserva o que você
editou à mão (dono, app, creator, notas) — só atualiza os metadados do repo.
⚠️ O registro guarda só metadados — nenhum token, senha ou segredo vive aqui (mesma política do Inventário). Use os filtros por provedor/status e a busca; 📄 Exportar PDF gera a lista para levar à reunião.
🏛️ Frameworks
| Framework | Responde | Exemplos |
|---|---|---|
| Pool (TBM) | Que tipo de gasto é? | Software, Nuvem, Hardware, Telecom, Internal Labor |
| COBIT | Qual área de governança? | APO (planejar), BAI (adquirir), DSS (operar) |
| ITIL | Qual prática de serviço? | Supplier Mgmt, Service Desk, Software Asset Mgmt |
| ISO | Qual norma se aplica? | 20000 (serviços), 19770 (software), 27001 (segurança), 42001 (IA) |
| COSO | Como tratar o risco? | Matriz Probabilidade × Impacto, objetivos (Estratégico/Operacional/Reporte/Conformidade), resposta (Evitar/Mitigar/Transferir/Aceitar) |
Estrutura TBM em 3 camadas (padrão de empresas de capital aberto): o gasto é classificado em Pool → Categoria → Subcategoria, permitindo subtotais limpos por camada (ex: total da nuvem vs. total de SaaS vs. total por função de SaaS). Seguindo o TBM v4, Nuvem (Cloud) é um pool separado de Software, porque o custo de nuvem é variável/sob demanda e o de SaaS é assinatura.
📦 Armazenamento de arquivos (Backblaze)
Sempre que você anexa um arquivo no sistema — o contrato social de um Local, a foto de um Stand, futuramente um comprovante de pagamento ou uma entrega de um Creator — ele é guardado com segurança na nuvem (Backblaze B2), não no banco de dados. O sistema serve cada arquivo por um link temporário (expira sozinho): o repositório é privado, ninguém acessa direto.
Como anexar
- Nas telas que aceitam arquivo (ex.: Locais → Documentos/Fotos) há o botão ⬆️ Enviar ao lado do campo de link. Enviar = sobe o arquivo; link = aponta pra um arquivo que já mora em outro lugar (Drive, etc.).
- Tipos aceitos: PDF, imagens e Office (documentos); imagens (fotos). Tamanho máximo 25 MB.
- Se o botão ⬆️ Enviar não aparecer, o armazenamento ainda não está configurado no servidor — nesse caso use o campo de link (nada deixa de funcionar).
Como os arquivos ficam organizados
O sistema monta o caminho sozinho, num padrão fixo e previsível — pensado pra um dia apontar uma IA no repositório e ela se virar só pelos nomes. Dois formatos:
- Ligado a uma coisa (o contrato de um local):
<módulo>/<entidade>/<id>/<categoria>/<arquivo>
ex.:locais/local/<id>/documentos/contrato-social-a1b2c3.pdf - Recorrente / por período (comprovantes mensais):
<módulo>/<categoria>/<ano>/<mês>/<arquivo>
ex.:financeiro/comprovantes/2026/07/comprovante-ap-12345.pdf
Nomes sempre em minúsculo, sem acento, sem espaço, com a data no caminho — nunca uma pasta única
gigante. Cada Creator tem espaço próprio de outra forma: um bucket B2 privado só dele
(creators-<slug>-<rand>) com chave escopada, provisionado pelo botão
🔓 Liberar bucket no Claude Creators.
Segurança & escala
- Repositório privado + link que expira; as credenciais ficam só no servidor (nunca no código/git).
- Só sobe quem tem permissão na área; o tipo de arquivo é validado; documentos abrem como download (não executam nada no navegador).
- Pensando em centenas de usuários simultâneos: o plano é o navegador subir o arquivo
direto pra nuvem (o servidor só autoriza), tirando o peso do servidor. Detalhes técnicos e
o roadmap de escala estão em
docs/armazenamento-backblaze.mdedocs/analise-escalabilidade-2026-07.md.
📍 Localizações · a intranet dos lugares da INC
Uma área para toda a empresa, não só para a TI: qualquer pessoa liberada encontra onde fica cada unidade, como chegar e qual CNPJ usar. Nasceu de um pedido simples: quem precisa fazer um pedido, solicitar uma instalação ou conferir um dado não deveria depender de perguntar no grupo — e quem vem de fora consegue conhecer o lugar antes de ir.
O que a pessoa vê
- 📍 Endereço completo, com a observação de acesso (aquele "a rua não tem saída, entre pela lateral") e os botões 🗺️ Traçar rota e 🚗 Waze — que abrem o app de mapas do celular — além de 📋 Copiar endereço e, quando o lugar tem um, ▶️ Vídeo de como chegar. Os quatro ficam na mesma fileira de propósito: "como chego lá?" é uma pergunta só, e o vídeo é mais uma resposta dela. O vídeo abre num popup (tela cheia no celular) e só é baixado quando alguém clica — quem veio ler o CEP não paga os dados dele.
- 🧭 Como chegar: instruções escritas, transporte público e fotos do caminho/fachada/portaria. Só aparece quando tem esse conteúdo — num lugar que só tem o vídeo, a seção sumiria dizendo "ninguém descreveu como chegar" logo abaixo de um vídeo que mostra o caminho.
- 🌐 Infraestrutura: quantas internets e quantas impressoras a unidade tem — só a quantidade, sem fornecedor nem valor.
- 🪪 CNPJs da unidade: razão social, CNPJ (com botão de copiar) e endereço fiscal — exatamente o que se precisa para pedido, nota fiscal, instalação ou auditoria.
- 💬 Comentários: quem já foi deixa a dica (horário da portaria, onde estacionar). Cada um pode apagar o próprio comentário.
O que a pessoa NÃO vê (por construção)
A intranet usa endereços de dados próprios, separados da área de Gestão. Ela não tem acesso — nem pela tela, nem pelos bastidores — a contratos, valores, fornecedores, lançamentos, documentos do CNPJ (contrato social etc.), inventário de equipamentos, pessoas alocadas ou qualquer número financeiro. Quem só tem a permissão da intranet também não alcança as telas de Custos e Gestão.
Permissões (tela 🔑 Funções)
| Quem | Pode |
|---|---|
| Intranet · ver (o colaborador) | Ver tudo da intranet e comentar (inclusive apagar o próprio comentário) |
| Intranet · editar (o curador do conteúdo) | Além do acima: escrever o Como Chegar, as coordenadas, adicionar vídeos e fotos do caminho |
| Gestão de TI | Enxerga e edita a intranet também (é quem cuida dos Locais), sem precisar de função extra |
O que aparece aqui: só o que foi VALIDADO
A intranet mostra apenas as unidades com status 🟢 Ativo em 📍 Locais (Gestão). Todo o resto fica de fora: 🔍 Em análise (veio do ERP e o status real ainda não foi definido — a maioria, hoje), 🟡 Em montagem, ⚫ Encerrado e ⏸️ Inativo. Isso é de propósito: a intranet é vitrine da empresa, então nada entra nela por acidente de importação. Publicar um lugar = abrir o local em Gestão › 📍 Locais e mudar o status para 🟢 Ativo (idealmente já com endereço, foto e o "como chegar" preenchidos). As fotos carregam sob demanda (economiza dados no celular).
📱 No celular
Esta é a primeira área pensada para o telefone — cartões em coluna única, botões grandes, e a lista de lugares com busca. As áreas que ainda não foram adaptadas ao celular não aparecem em tela pequena (você vê um aviso "esta tela ainda é para o computador"); elas vão sendo liberadas conforme ficam prontas.
📰 Feed · a página inicial da empresa
O mural da INC dentro do sistema: comunicados, gente & cultura, benefícios, obras e as boas práticas que qualquer pessoa quiser dividir. Fica na área 🏠 Intranet, a mesma das 📍 Localizações — quem tem a permissão da intranet já entra aqui, sem função nova.
Quem pode postar o quê
Não é uma regra escrita no código: é o tipo do post que manda, e o tipo é dado editável. Cada tipo diz se é só da curadoria (a voz da empresa) ou de todo mundo, e se o post de um colaborador precisa passar por revisão antes de aparecer.
| Tipo | Quem posta | Vai ao ar |
|---|---|---|
| 📢 Comunicado | curadoria | na hora |
| 🎉 Gente & Cultura | curadoria | na hora |
| 🎁 Benefícios | curadoria | na hora |
| 🏗️ Obras & Projetos | curadoria (e o robô, quando ligado) | na hora |
| 🛠️ TI & Sistemas | curadoria | na hora |
| 💡 Boas Práticas | todo mundo | após revisão |
Curadoria = quem tem Intranet · editar. É quem publica direto, aprova a fila, fixa no topo, arquiva, oculta comentário alheio e cadastra benefício. Quem tem só Intranet · ver pode ler, curtir, comentar e postar nos tipos abertos — e edita ou apaga o que é seu.
Nota: quem tem Gestão · editar continua podendo escrever o "Como Chegar", as fotos e os vídeos de um lugar — mas não é curadoria do feed. Cuidar do Inventário e dos Locais não deve dar, junto e sem ninguém decidir, a página inicial da empresa.
🎯 Público-alvo — o comunicado que chega em quem interessa
A curadoria pode direcionar um post a departamentos e/ou cidades. Sem nada marcado, o post é para a empresa inteira. Quem não é do público simplesmente não vê — nem na busca. A cidade vem do diretório do RH (sincronizado), então funciona sem ninguém preencher nada.
Como o feed é ordenado
Por peso explicável, nunca por engajamento: 📌 fixado primeiro, depois direcionado a você, depois o mais recente. É de propósito — ranquear por curtida faria o comunicado do RH afundar sem que ninguém entendesse por quê. Ao abrir, você vê quantas novidades apareceram desde a última visita.
📷 Fotos
Até 6 por post. A imagem é reduzida no seu próprio aparelho antes de subir (foto de celular tem 3-8 MB; vai com ~300 KB) — economiza seus dados e o armazenamento. Os arquivos ficam no Backblaze, em bucket privado, com link temporário a cada leitura.
💬 Comentários e curtidas
Você vê a contagem de curtidas e se você curtiu — nunca a lista de quem curtiu. É deliberado: curtida em post de saúde, benefício ou campanha permite inferir situação pessoal de alguém.
🎁 Benefícios & Parceiros · o que é bom em fazer parte da INC
A vitrine dos descontos de parceiros e dos benefícios da própria INC, na área 🏠 Intranet. Nasceu de uma constatação: o cadastro de parceiros já existia, mas não ficava visível — logo, não era usado.
O campo que faz diferença: Como usar
Um desconto só vira uso quando a pessoa sabe o que fazer na hora ("apresente o crachá", "informe o CNPJ da INC", "peça o código no RH"). Por isso o Como usar é campo próprio e aparece em destaque no cartão — não some no meio da descrição.
📍 Filtro por cidade — ligado por padrão
A tela já abre na sua cidade (vem do diretório do RH, ninguém precisa preencher nada) e mostra também tudo que vale em qualquer lugar. Um benefício sem cidade marcada é considerado nacional. Sem esse filtro, a lista seria a vitrine de Juiz de Fora para o resto da empresa — 278 das 445 pessoas estão lá, e 8 em São João Del Rei.
Quem cadastra
A curadoria (Intranet · editar). Todo colaborador com Intranet · ver pode curtir e comentar — o comentário de quem já usou vale mais que a descrição do parceiro. Como no Feed, aparece só a contagem de curtidas, nunca a lista de quem curtiu.
Campos do cadastro
| Campo | Para quê |
|---|---|
| Tipo | 🤝 Parceiro (desconto de terceiro) ou 🏢 Benefício da INC — a mesma tela mostra os dois |
| Desconto | Texto livre ("15%", "2ª mensalidade grátis") — vira o selo laranja do cartão |
| Cidades | Onde vale. Nenhuma marcada = vale em qualquer lugar |
| Válido até | Convênio com prazo; vencido ganha aviso no cartão (não some sozinho) |
| Status | ⚫ Inativo tira da vitrine sem apagar o histórico |
| ⭐ Destaque | Sobe para o topo da lista |
| Logo | Arquivo no Backblaze (bucket privado). Sem logo, o cartão usa as iniciais coloridas |
👤 Meu perfil & 👥 Pessoas · quem é quem na INC
A tela tem duas metades, e isso é o desenho
| Vem do RH | Você edita |
|---|---|
| Nome · cargo · departamento · cidade · lotação · e-mail · telefone corporativo. Só leitura aqui, com o botão "algo está errado". |
Foto · como prefere ser chamado(a) · ramal · uma bio de duas linhas · a praça que você quer ver na intranet. |
Por que não deixamos você editar o dado do RH aqui: o diretório é sincronizado periodicamente e a sincronização sobrescreve nome, cargo, área, lotação e telefone. Um dado corrigido nesta tela sumiria na próxima sincronização, sem erro e sem aviso. Então a correção vira um chamado para o RH — e passa a valer em todos os sistemas, não só aqui. Regra da casa: nunca dois donos para o mesmo campo.
O convite para conferir o cadastro é um banner com ✅ Está tudo certo em um clique — nunca um formulário que trava a entrada. Depois de confirmar, o banner some.
"Algo está errado" pede que você aponte qual campo (nome, cargo, departamento, cidade, lotação, e-mail, telefone) — e só isso. Não escreva o valor certo ali: o pedido vira uma tarefa no hub, que outras pessoas da empresa conseguem ler. O RH fala com você para confirmar. Por isso o campo de texto livre foi deliberadamente removido dessa tela.
🔒 O que esta tela NÃO pede — e não vai pedir
Sem cor/raça, identidade de gênero, deficiência, PIX ou dados bancários, dependentes, contato de emergência, telefone e e-mail pessoais, data de nascimento. Nada disso é coletado, guardado ou exibido por este sistema; segue no RH. Tudo o que existe no perfil é, por construção, informação que você escolhe publicar aos colegas — e é exatamente o que aparece em 👥 Pessoas.
👥 Pessoas
O diretório da empresa: busca por nome, cargo, apelido ou e-mail, e filtro por departamento e cidade. Carrega 40 por vez (são mais de 450 pessoas) e as fotos entram sob demanda, para não queimar dados no celular. A foto é reduzida no seu aparelho antes de subir.
📇 Cadastro de Recorrências · a segunda tela — o registro, sem a operação
A 🔁 Recorrentes é a tela de operação (pago/atrasado, selos, conciliação) e ficou densa. Esta é a de cadastro: o registro limpo, centrado no local — fornecedor, valor, local, CNPJ, classe Mega (código + nome), categoria do catálogo e cidade. Só aparecem recorrências com local; as sem local ficam na 🔁 (e a tela diz quantas são — associe o projeto lá e elas entram sozinhas).
➕ Criar: aqui a recorrência nasce com local (escolha o local → o CNPJ dele → o fornecedor → a classe). Só aparecem as classes já mapeadas no De-Para — sem o mapa, a conciliação nasceria cega. Valor e dia em branco = o sistema usa a mediana e o dia predominante das APs reais. O checkbox cria também o 📑 contrato na página do Local (recomendado — é a mão dupla que já existia).
Filtros: além da busca, a lista filtra por 🌆 cidade e 🏗️ tipo do local (stand, obra, escritório…) — cada opção mostra quantas linhas entrega, contadas já com os outros filtros aplicados (opção que daria zero nem aparece). As ⚫ encerradas ficam fora por padrão e voltam pelo toggle, esmaecidas e com o motivo no selo; o KPI total/mês nunca soma encerrada (dinheiro que não sai mais não entra na conta). Os KPIs refletem a lista filtrada.
📊 Agrupar: o seletor "agrupar" quebra a lista por local, CNPJ, classe ou categoria — cada grupo ganha um cabeçalho com a contagem e o subtotal R$/mês (encerrada nunca soma), do mais caro para o mais barato. Os filtros e a busca continuam valendo dentro do agrupamento, e o clique no cabeçalho da tabela ordena as linhas dentro de cada grupo. Clicar na faixa do grupo recolhe/abre as linhas dele (▸/▾), e o botão ▸ recolher tudo deixa só os subtotais — a visão de análise ("quanto custa cada um") num relance.
✏️ Editar: o lápis da linha edita valor, dia do vencimento, rótulo e o local — e só grava o que você mudou (abrir e salvar sem mexer não tem efeito nenhum). Mudar o valor protege a linha do rebuild (vira ajuste manual); mudar o local re-carimba o projeto. Encerrar, cartão e automação continuam na 🔁 — aqui se edita o registro. Recorrência encerrada tem o ↩️ reativar na própria linha. Tudo na trilha.
🗑️ Apagar tem guardas: recorrência ligada a contrato no Local ou com autorização de automação ativa não apaga (desassocie/revogue antes). E um aviso honesto: se o serviço tem histórico mensal de verdade, a detecção pode recriar a linha no próximo rebuild — apagar serve para cadastro errado; para tirar da operação de vez, o caminho é encerrar (na 🔁). Tudo fica na trilha.
⚡ Avulsos · compras e serviços pontuais — o resto que nenhuma outra aba reivindica
A estrutura financeira de TI ficou completa em 6 naturezas, cada uma em UMA aba: 🔁 Recorrentes (boleto mensal) · 💳 Cartão (recorrência no cartão) · 🔋 Recargas (crédito pré-pago) · 👥 Folha/PJ (equipe — precisa da permissão 💰) · 📉 Financiamento (parcelamentos) · e ⚡ Avulsos, que é tudo o que sobrou: a manutenção do notebook, a compra no Mercado Livre/Kalunga, o serviço pontual.
Avulso é DERIVADO, nunca marcado: a aba mostra o lançamento de TI mapeado que não casa com nenhuma recorrência, não é de fornecedor de folha/PJ e não é financiamento/recarga. Se um avulso virar recorrente (botão 🔁 na tela de APs), ele sai daqui sozinho — nada para dessincronizar.
Compra × serviço é decidido pela classe contábil (material/equipamento/hardware/peça = compra; o resto = serviço) e a classe aparece em toda linha, para a separação ser conferível. Nota com peças E serviço na mesma fatura existe, mas é rara (medido: 2 em 354 títulos) — aparecem como duas linhas do mesmo título, como no resto do app.
🔄 Renovações anuais
Licença que paga 1x por ano (TeamViewer, banco de imagens…) não é recorrência mensal nem compra pontual: tem data de renovação que ninguém vigia — você só descobre quando a cobrança chega. Aqui dá para vigiar cada uma: aviso por e-mail 30 dias antes, 7 dias antes e no dia (mais folga que os 10/2 do PJ, porque cancelar/renegociar licença anual precisa de antecedência). A tela ainda sugere candidatas pela cadência real dos pagamentos (quem pagou ~1x/ano em 2+ anos).
⚠️ A data nunca avança sozinha: quando vence, a linha fica 🔴 e o e-mail pergunta — quem confirma a renovação é você (botão ✅ +1 ano). Avançar sozinho esconderia a renovação esquecida, que é exatamente o que a tela vigia. E como o app não tem agendador, os avisos saem quando alguém usa o sistema (o dia é aproximado).
🔗 Ligar a compra ao equipamento
Cada lançamento pode ser ligado a um bem do 🏷️ ledger (botão 🔗) — é o que transforma “gastei R$ 800 em manutenção” em “este notebook já custou R$ 2.400: vale trocar?”. O vínculo é manual (atribuição de custo é decisão humana) e reversível.
💰 Folha de pagamento · a permissão que nem o admin tem de graça
É a primeira informação do sistema com regra de need-to-know: só vê quem precisa ver.
⚠️ O administrador NÃO vê por ser administrador
Em todo o resto do sistema, quem tem papel de administrador enxerga tudo. Folha é a única exceção. Administrar o sistema não é motivo para saber quanto cada pessoa ganha — quem não tiver a permissão 💰 Folha de pagamento não vê, mesmo sendo admin.
Limite honesto: um administrador consegue se conceder a permissão na tela 🔑 Funções. O que o sistema garante é que isso seja um ato deliberado e registrado na trilha — nunca um acesso silencioso. Fechar de vez exigiria que outra pessoa (não-admin) fizesse a concessão.
O que fica protegido
| Onde | Sem a permissão |
|---|---|
| Salário no Organograma de TI | O valor não sai do servidor. O cartão mostra 🔒 restrito e o botão “Mostrar salários” nem aparece. Alterar salário devolve erro. |
| Lançamentos de fornecedor marcado (APs, drills do Dashboard, Excel) | A linha continua aparecendo, mas o valor vira ••••. Os totais continuam corretos — o número da empresa não muda por causa de quem está olhando. |
| Auditoria de um fornecedor marcado | Bloqueada por inteiro: ali tudo é sobre aquele fornecedor, então mascarar linha a linha não protegeria nada. |
👥 Pagamentos Equipe
A aba 👥 Pagamentos Equipe (a primeira da área 💰 Folha) é onde vivem os pagamentos de PJ da equipe: ao marcar um fornecedor como folha/PJ, as recorrências dele saem da aba 🔁 Recorrentes (e de 💳 Cartão, matriz, calendário, Excel e alertas de Custos) e passam a existir só aqui — nome, valor e status do mês. Quem tem apenas Custos não vê nem que a linha existe: numa lista de pagamentos de equipe, o nome já é a informação.
A aba também mostra a folha CLT que o espelho do ERP tem no centro de custo da TI (os títulos “Folha de Pagamento”, “Folha Adiantamento”, “Folha 13º”, Unimed — o mesmo critério do balde 🧑💼 da Reconciliação) e uma lista de candidatas: recorrências com cara de equipe que ainda estão visíveis em 🔁 Recorrentes, para mover com 1 clique.
🎯 Escopo por classe (o PJ misto): se o mesmo PJ tem mensalidade (equipe, confidencial) E serviço avulso (o caso “mensalidade + manutenção”), o botão 🎯 escolhe quais classes contábeis dele são equipe: só essas ficam confidenciais e nesta página; o resto volta sozinho a ser custo normal, visível em 🔁 Recorrentes/⚡ Avulsos. E o ✏️ edita valor/dia/rótulo da mensalidade por aqui mesmo (a linha saiu da tela de Recorrentes — sem isso ficaria ineditável), com trilha.
⚠️ Nos agregados sem classe (ex.: drill por fornecedor do Dashboard), a linha de um PJ com escopo continua mascarada por inteiro — o agregado mistura mensalidade e serviço, e o conservador nunca vaza. O serviço aparece aberto onde a classe existe (APs, Avulsos), que é onde se opera.
🗓️ Saída programada do PJ
Em cada PJ dá para programar a data de saída (🗓️): o sistema manda e-mail 10 dias e 2 dias antes para quem programou e, chegando o dia, encerra sozinho todas as recorrências daquela pessoa (elas ficam na seção 🚫 Encerrados da própria página — continuam invisíveis em Custos). Para quem já saiu, o botão 🚫 encerra na hora, com motivo e autor na trilha.
⚠️ O app não tem agendador: o encerramento e os avisos rodam quando alguém usa o sistema (a página, ou qualquer login). Na prática o dia é aproximado — se ninguém abrir o app num feriado, acontece no primeiro acesso seguinte. Trocar a data rearma os avisos.
Como marcar um fornecedor
Nas abas 👥 Pagamentos Equipe / 💰 Folha de pagamento — que moram dentro do Financeiro e só aparecem para quem tem a permissão (ago/2026; antes eram uma área própria): busque o fornecedor, escolha se é 🧑💼 Folha/encargo ou 👤 Profissional PJ e marque. Só quem tem a permissão pode marcar e desmarcar — quem não pode ver folha também não decide o que é folha.
Por que é manual: não dá para detectar “profissional PJ” automaticamente. No ERP inteiro só um fornecedor tem CPF; os PJ têm CNPJ e são idênticos a qualquer prestador. E a regra por nome que a Reconciliação usa pega junto o “INSS — Retenção Pessoa Jurídica” (milhares de lançamentos), que é imposto retido, não folha. A decisão é de quem entende do assunto, não de um filtro de texto.
Marcar e desmarcar entram na trilha de auditoria: esconder valores de outras pessoas (ou voltar a mostrá-los) é um ato com autor e data.
🧾 Compras & RM · o controle dos lançamentos (aposenta o Excel)
Dentro do 💰 Financeiro (só quem tem a função Lançamentos de Compras vê a aba). Separa os lançamentos em 📋 Precisa de RM × 🧾 Pedido Livre e conduz cada um até o chamado — o que a planilha fazia à mão.
O mês vem pronto (não se redigita)
⚙️ Gerar competência monta o mês a partir das recorrências que já temos — cada uma já vem com fornecedor, CNPJ, valor, local e natureza, e já separada RM × Pedido Livre. A classificação usa a classe real do ERP (que já diz "Internet (Obras)" × "Internet - (Adm)" × "(MKT)") + a nossa categoria + o tipo do local. Regra do RM: só quando é de OBRA (internet de obra, itens/serviços de obra). Internet de stand, software e o resto = Pedido Livre (não leva RM). Você pode trocar em qualquer item, e o sistema aprende a sua correção para o próximo mês.
Gerar de novo é seguro: não duplica (idempotente) e ainda re-classifica os itens que você ainda não começou a processar — então, se a regra melhorar ou você ajustar uma preferência, é só clicar em ⚙️ Gerar competência de novo. Compras pontuais que você inicia entram por ➕ Compra avulsa.
As cores (natureza)
📦 material · 🌐 internet · 💻 sistema · 🖨️ impressora · 🔧 serviço técnico · 💸 adiantamento — a cor fica na borda de cada cartão. Internet de stand × obra se distinguem pela cor da borda (laranja × cinza) e pelo rótulo (a de obra é a única que leva RM).
O fluxo (estágios)
Abra o cartão e avance: RM (nº → aprovada) → Pedido (nº → aprovado) → Chamado (nº) → AP. No Pedido Livre, sem a etapa de RM. O estágio é calculado do que você preencheu (a processar → RM gerada → RM aprovada → pedido aberto → pedido aprovado → chamado → concluído), então nada fica desencontrado. Para a RM, o CNPJ da filial, o CNPJ do fornecedor, o Item e a Observação têm botão de copiar (⧉) — é colar no Mega.
🔎 A AP fecha o processo
O que encerra o ciclo é a AP (o título no ERP). Em vez de digitar o número, use o botão 🔎 buscar no ERP na etapa AP: o sistema procura o título real pelos dados que já temos — fornecedor + filial + classe + a competência do vencimento — em títulos a pagar e pagos, e mostra os candidatos ranqueados (o do mês e da classe certa primeiro, marcando os pagos ✅ com a data da baixa). Você confere e vincula com um clique — ele não escolhe sozinho. Se o título ainda não chegou do ERP, a lista vem vazia com o aviso; se a compra não tem fornecedor no cadastro, aí é digitar à mão. Vinculada, a AP aparece no topo do cartão (🧾 AP nº).
⚠️ Esta é a Fase 1: o controle e a organização. A busca da AP já casa o título do ERP pelos dados que temos; a API de chamado (Agidesk, hoje o nº é anotado à mão) e as demais automações (receber anexos, acompanhar aprovação) vêm nas próximas fases. Nada aqui escreve no ERP — é o seu painel de controle.
📡 Canais de comunicação · por onde o sistema fala
Em ⚙️ Sistema › 📡 Canais você cadastra quantos canais quiser — e cada aviso do sistema escolhe por qual deles sair.
| Tipo | O que precisa |
|---|---|
| ✉️ E-mail (SMTP) | Servidor, porta, usuário, senha e o remetente. Configurado aqui na tela — não precisa de deploy nem de mexer no servidor. |
| 📧 E-mail (Resend) | Só a API key e o remetente. É o caminho mais rápido quando não se quer administrar um SMTP. |
| A URL do provedor (Z-API, Evolution, Twilio…), o token e o formato do corpo. | |
| 🔌 API / Webhook | Qualquer endpoint que aceite um POST — serve para n8n, Make, Power Automate ou um sistema interno. |
🔐 Onde ficam as senhas
As credenciais são guardadas cifradas e nunca voltam para a tela: você vê apenas os 4 últimos caracteres. Se abrir um canal e salvar sem tocar no campo da senha, ela não é apagada. A regra irmã: trocar o destino (URL, cabeçalho ou prefixo do token) de um canal que guarda credencial exige reenviar a credencial — o salvar é recusado com a explicação (senão o token seria entregue ao endereço novo).
A chave que abre a cifra fica fora do banco quando APP_SECRET_KEY está definida no
servidor — é a configuração recomendada. Sem ela o sistema gera uma e guarda no próprio banco: funciona
igual, mas aí a cifra protege contra vazamento de backup ou consulta, não contra quem já tem o
banco inteiro. A própria tela diz qual dos dois modos está valendo.
🧪 Teste antes de confiar
Cada canal tem Testar envio: manda uma mensagem de verdade para o endereço que você informar e guarda o resultado no cartão (✅ ou o erro do provedor). Um canal que nunca foi testado aparece marcado — é o que separa "configurei" de "funciona".
⭐ Canal padrão
Um canal por tipo pode ser o padrão: é o usado quando o aviso não escolhe um específico. Assim, trocar de provedor de e-mail é um clique, sem reeditar cada regra. Se você apagar um canal, as regras que apontavam para ele voltam a usar o padrão em vez de quebrar.
⛔ Dado de teste não vira e-mail
Todo lugar de teste do sistema tem o nome começando com ZZ. Quando um aviso nasce de um
desses, ele é montado e registrado normalmente — mas não sai da casa por e-mail, WhatsApp
ou webhook: a linha aparece no histórico com o selo 🧪 e o motivo. O canal interno (virar tarefa no hub)
continua funcionando, porque ele não atravessa nada.
Isso existe porque aconteceu de verdade: os testes automáticos criam lugares no banco real, o evento "local criado" disparava a regra de aviso e o canal entregava — 468 e-mails em 5 dias na caixa de quem cuida do sistema, contra 3 avisos de verdade. A entrega é o único efeito deste sistema que sai do prédio, então ela ganhou uma trava própria, sempre ligada.
🔌 API de saída · o CRM do C-Level consome os colaboradores
Em ⚙️ Sistema › 🔌 API de saída você libera para um sistema externo (o CRM do C-Level) puxar a lista de colaboradores — por exemplo, para montar a tela onde ele adiciona pessoas em eventos. É só leitura: o CRM guarda a nossa URL + um token e busca os dados quando precisa (nós não empurramos nada).
Como configurar
- Ligue a API no botão (desligada, o endereço responde 503).
- Gere o token e copie — é a chave que autoriza o CRM. Gerar um novo invalida o anterior.
- Copie o endereço e cole os dois (endereço + token) na configuração do CRM. Ele deve mandar o
token no cabeçalho
Authorization: Bearer <token>. - Escolha os campos que saem e clique em Ver amostra para conferir antes.
O que sai (e o que NUNCA sai)
Por colaborador ativo: nome (sempre) + os que você marcar — e-mail, cidade, local/projeto, departamento, líder e cargo. O líder é o responsável do departamento. Nunca saem salário, senha, telefone pessoal, CPF nem quem está inativo — a lista de campos é fechada, então nem um erro de configuração vaza dado sensível.
🔒 O token fica cifrado no banco e a tela é só para quem tem Sistema. A tela mostra quando o CRM consumiu pela última vez. Se precisar cortar o acesso na hora, é só desligar ou gerar um token novo.
⚙️ Parâmetros de Locais · quem é avisado
Em Gestão de TI › 📍 Locais, o botão ⚙️ Parâmetros abre a configuração de quem recebe aviso quando algo acontece com uma unidade: local criado, vinculado ao Mega, ⏳ projeto a criar no Mega (a tarefa de alta prioridade que fecha sozinha ao vincular), internet solicitada, impressora, câmera/alarme, totens, entregue, 🪪 CNPJ não encontrado, ✅ CNPJ vinculado e 🔐 aprovação solicitada/concluída — cada evento novo do catálogo aparece sozinho na tela.
Como a mensagem chega
| Canal | O que acontece |
|---|---|
| 📋 Tarefa no sistema | Funciona hoje. Vira uma tarefa no hub, no nome da pessoa, com o local, o endereço e o que foi pedido. |
| A mensagem é registrada na própria tela, com o texto pronto para copiar — mas não sai sozinha enquanto não houver um canal de e-mail configurado. A tela avisa isso em destaque. |
Um destinatário de fora do diretório (o provedor, por exemplo) só pode receber por e-mail — não há a quem atribuir uma tarefa. E o 3º tipo de destinatário é a 👥 EQUIPE (de ⚙️ Sistema › 👥 Equipes): recebe sempre como 📋 tarefa na fila (o canal é ignorado), o chip mostra "hoje: Fulano" (o titular vigente) e apontar para equipe vazia é recusado na hora.
🧪 Simular
Cada evento tem um botão Simular: mostra quem receberia e o texto da mensagem, sem criar nada e sem disparar nada. Serve para não descobrir que a regra estava errada só quando o local de verdade for criado — que é o erro do qual ninguém reclama, porque a mensagem simplesmente não chega.
📨 Mensagens geradas
O histórico do que foi disparado fica no fim da tela, com o texto congelado do momento do envio. Mudar a regra depois não reescreve o passado — "quem foi avisado daquele local?" é justamente a pergunta que se faz semanas depois.
Avisar alguém nunca impede o local de nascer: se a configuração estiver errada ou o canal cair, o cadastro acontece igual e a falha aparece marcada aqui.
📐 Padrões & Boas Práticas · como este sistema é construído
As regras da casa, num lugar só. Servem para quem desenvolve (inclusive a IA) e para quem pede uma função nova: se algo aqui não for seguido, é bug. Você não precisa repetir estes padrões em cada pedido — eles são o padrão automático.
📦 Arquivos → sempre no Backblaze B2, com a pasta certa
Nenhum arquivo é guardado no banco nem no servidor do app. Todo upload vai para o Backblaze (bucket
privado) através do app/storage.js, e o app guarda só a chave — a URL de download é
assinada na hora da leitura e expira. As pastas seguem dois formatos, sem exceção:
| Quando | Estrutura da chave | Exemplo real |
|---|---|---|
| Arquivo de uma entidade (o normal: um local, um CNPJ, um agente…) |
<modulo>/<entidade>/<id>/<categoria>/<arquivo> |
locais/local/<uuid>/documentos/contrato-social-a1b2c3.pdflocais/local/<uuid>/capa/frente-9f8e7d.jpgbranches/branch/141/documentos/cartao-cnpj-4c5b6a.pdfworkforce/agente/<uuid>/avatar/aurora-7a8b9c.png |
| Arquivo recorrente / por período (comprovante, fatura do mês) |
<modulo>/<categoria>/<ano>/<mes>/<arquivo> |
financeiro/comprovantes/2026/07/boleto-vivo-3d4e5f.pdf |
- O nome do arquivo é higienizado (minúsculo, sem acento/espaço) e ganha um sufixo aleatório — dois arquivos com o mesmo nome nunca se sobrescrevem, e o nome continua legível.
- Whitelist de extensão (o tipo vem da extensão, não do que o navegador diz) e limite de 25 MB.
- Se o armazenamento não estiver configurado, a tela degrada para “colar um link” — nunca quebra.
- Ao apagar o registro, o arquivo também é apagado do bucket (primeiro o banco, depois o arquivo).
🔐 Segredos
- Senha, token e chave de infraestrutura (banco, B2, SSO) só no
.env(fora do git) ou nas variáveis do Coolify. Nunca no código, num print ou no chat. Exceção consciente: as credenciais de negócio dos 📡 Canais (senha SMTP, API key do Resend, token de webhook) ficam cifradas no banco (AES-256-GCM), mascaradas na leitura — trocar o remetente de um e-mail não pode exigir deploy. - O sistema não guarda senha de Wi-Fi, credencial de fornecedor nem token de API no Inventário — só metadados e a postura de acesso (tem 2FA? onde? exposição?).
- Chave de IA/API aparece mascarada (••••1234) e um "salvar" com o valor mascarado não sobrescreve a real.
🛡️ Dados e segurança
- Consulta sempre com as colunas nomeadas — nunca
SELECT *em rota que qualquer pessoa acessa (já vazousenha_hashuma vez desse jeito). - Todo texto que o usuário digita é escapado ao ir para a tela. Vale também para o "rótulo bonito ou o valor cru" — o valor cru vai escapado (senão vira brecha de XSS).
- O schema do ERP é somente leitura: o sistema lê o espelho do Mega/Senior e nunca escreve nele.
- Acesso é por módulo (tela 🔑 Funções): quem não tem a permissão não vê a área e não passa pela API — esconder no visual não é segurança.
💰 Regras do dinheiro (não se mexe sem conversar)
- Só conta como pago quem tem data de baixa.
- Dedup obrigatório: um título se repete por classe/centro de custo — somar direto infla o valor.
- Valor de recorrência é a mediana (não a média — lançamento de centavos distorce a média).
- Retenção de imposto já está dentro do bruto do fornecedor: contar de novo é dobrar.
🧪 Testes e mudanças
- Todo teste é self-cleaning: apaga só o que ele mesmo criou, por id. Nunca apagar em bloco — o banco é de produção (já se perdeu dado real assim uma vez).
- Não-destrutivo: migração e seed são idempotentes (rodar de novo não duplica nem sobrescreve o que você editou na tela).
- Função nova nasce em módulo próprio (não engorda os arquivos grandes) e é documentada aqui na Ajuda.
- Fuso horário: instante vira UTC no banco e aparece no fuso de quem olha; data civil (vencimento, prazo) não tem fuso — não "anda" um dia.
Detalhe técnico completo em CLAUDE.md (raiz do projeto),
docs/armazenamento-backblaze.md e docs/backlog.md.
🔑 Funções · quem enxerga o quê
O acesso ao sistema é por função: você cria uma função (ex.: Intranet), marca em quais módulos ela dá 👁 ver e/ou ✏️ editar, e atribui às pessoas. Quem tem mais de uma função enxerga a união das duas. Quem não tem nenhuma vê só a tela de boas-vindas.
Liberar para muita gente
Atribuir uma a uma não escala num diretório de centenas de pessoas. No card de cada função há duas coisas — propositalmente separadas, porque respondem a perguntas diferentes:
| Controle | O que faz |
|---|---|
| ⭐ padrão para quem entrar | Toda pessoa nova passa a nascer com essa função — seja no primeiro login com a Microsoft, no sync do diretório ou num cadastro manual. ⚠️ Não é retroativo: não mexe em quem já existe. É para você não precisar lembrar de liberar o acesso de cada pessoa que entra na empresa. |
| 👥 liberar em massa | O ato explícito de dar a função a quem já existe — para toda a empresa ou só para um departamento (útil para um piloto). Pode rodar quantas vezes quiser (não duplica) e é reversível: é só tirar a função depois. |
No cabeçalho do card aparece quantas pessoas ativas ainda não têm aquela função — o jeito rápido de ver se o rollout ficou pela metade. Ligar/desligar o padrão e liberar em massa ficam na trilha (📜 Histórico).
Módulos especiais (capacidades)
Alguns módulos não são áreas com botão — são poderes concedidos por função:
- 💰 Folha de pagamento — need-to-know: quem não tem não vê salário nem o valor de fornecedor marcado como folha. É a única permissão sem bypass de admin — nem o admin vê sem se conceder a função.
- 🛡️ Gestão do Creators — o admin do programa Claude Creators: quem tem vê custos/PDF e gere fases, publicação, co-criadores e avaliações de todos. Pode ser dada até a quem não é creator. Substituiu (ago/2026) o antigo checkbox "admin do programa", que ficava escondido no modal do creator — agora é uma função, num lugar só. O selo 🛡️ no card do creator mostra quem tem.
Para conferir se o recorte ficou certo, use o 👁️ ver como — em vez de deduzir da grade, você vê a tela da pessoa. Explicado logo abaixo.
👁️ Ver como · enxergar o sistema com os olhos de outra pessoa
Conferir permissão olhando uma grade de ver/editar é adivinhação. Este modo responde a pergunta de verdade — “o que essa pessoa VÊ quando entra?” — abrindo o sistema exatamente como ela o vê. É a conferência definitiva do RBAC e a forma de dar suporte (“não estou achando a tela X”) sem pedir a senha de ninguém.
Como usar
- Vá em ⚙️ Sistema → 🔑 Funções, procure a pessoa em “Atribuir funções” e clique 👁️ ver como. A página recarrega já com os olhos dela.
- Uma faixa azul fixa no rodapé lembra o tempo todo em quem você está: “Você está vendo o sistema como Fulano · 🔒 somente leitura”. Para voltar, Sair deste modo.
- O topo continua mostrando o SEU nome — de propósito. O rodapé diz quem você vê; o topo diz quem você é. Assim não dá para se confundir sobre quem está no comando.
Por que é seguro (e por que NÃO é um “magic link”)
| Garantia | Como funciona |
|---|---|
| A pessoa não “logou” | Nenhuma sessão é criada para ela e o último acesso dela não muda. Quem está logado continua sendo você; a sua sessão só ganha uma anotação de “enxergue como fulano”. O histórico dela não passa a mentir. |
| Somente leitura | Toda alteração é bloqueada enquanto o modo está ligado — inclusive coisas que a pessoa poderia fazer (comentar, criar tarefa). Motivo: se desse para escrever, ninguém saberia depois se foi você ou ela. Nada de autoria ambígua na trilha. |
| Não dá acesso extra | Enquanto vê como alguém, você perde o seu próprio acesso de administrador (o Dashboard some, por exemplo). O modo só reduz — nunca amplia. |
| Só administrador liga | Nenhum outro papel consegue entrar no modo, nem chamando a API direto. |
| Expira sozinho | Depois de 30 minutos o modo cai automaticamente e você volta a ser você. Sessão esquecida não vira porta aberta. |
| Fica na trilha | Entrar e sair são registrados em 📜 Histórico (quem, em quem, quando). |
Dica: para testar uma função nova, crie-a, atribua a alguém e use o 👁️ ver como — em 10 segundos você sabe se acertou o recorte, sem precisar de um segundo computador.
🗺️ Roadmap & Checklist
A lista viva do que falta e do que já foi concluído no desenvolvimento desta plataforma — dentro do próprio sistema (área ⚙️ Sistema → 🗺️ Roadmap). Antes isso vivia só num arquivo do repositório; agora é dado editável: você marca feito, adiciona item e filtra na tela.
O que a tela mostra
- KPIs no topo: quantos itens a fazer, quantos de 🔴 alta prioridade, quantos dependem de 🔵 uma decisão sua, quantos estão ⛔ bloqueados (esperando algo de fora) e quantos já foram ✅ concluídos.
- Chips de filtro: Tudo · ⬜ A fazer · 🔴 Alta · 🔵 Sua decisão · ⛔ Bloqueado · ✅ Concluído — com a contagem de cada um. Mais o campo de busca.
- Itens agrupados por tema (Segurança, Automação, Locais, DBA…), cada grupo com o progresso (7/12). Cada item traz a prioridade, o esforço e, se houver, o motivo do bloqueio.
- A aba mostra um badge com o número de itens de alta prioridade em aberto.
Como usar no dia a dia
- Marcar feito: clique no quadradinho à esquerda do item — 1 clique. Clicando de novo, reabre. O item concluído fica riscado e desce para o fim.
- Editar / criar: clique no corpo do item para abrir o formulário (título, descrição, seção, prioridade, esforço, status, bloqueio e ordem), ou ➕ Novo item para incluir algo que surgiu.
- ▶️ Virar tarefa: transforma o item numa tarefa no hub de Tarefas (com a prioridade equivalente e o contexto "Roadmap"). O roadmap diz o que fazer; a execução acontece no hub. Cada item gera no máximo uma tarefa — clicar de novo não duplica.
- 📄 Exportar PDF: gera o relatório do que está filtrado, para levar a uma reunião.
A prioridade 🔵 "Decisão do Felipe" marca o que está parado esperando uma escolha sua (não é falta de tempo, é falta de decisão) — é o filtro mais útil quando quiser desbloquear o time. Já ⛔ bloqueado é o que depende de terceiros (uma credencial, um acesso, outra área).
Toda alteração fica na trilha de auditoria (📜 Histórico): quem marcou feito, quando, o que mudou.
🏗️ Arquitetura & schema admti
O banco é um espelho do ERP (Mega/Senior) com os lançamentos de contas a pagar. Para
não misturar os nossos dados com os dados originais, tudo que este sistema cria fica num
schema separado chamado admti — nome legado que só batizou o schema (esse domínio
nunca existiu; a produção é gestaoti.appinc.com.br).
- Schema
public: tabelas originais do ERP —aps,aps_baixadas,agents,financial_classes,cost_centers,branches,projects. Somente leitura; o sistema nunca as altera. - Schema
admti: nossas tabelasti_*(padrão de classificação, recorrentes, tarefas, orçamento, configs). É o nosso "datalake".
A conexão usa search_path = admti, public: por isso as consultas funcionam sem
prefixo — um ti_recurring_payments resolve em admti e um aps
resolve em public, automaticamente. Separar em schema facilita backup, permissões e
deixa claro o que é nosso versus o que é do ERP.
🗺️ Diagrama do banco (UML / ER)
Estrutura das tabelas e relacionamentos. As tabelas ti_* (schema admti)
são o nosso padrão de TI; as demais (schema public) vêm do ERP / contas a pagar (AP).
📚 Dicionário de tabelas
Nossas tabelas vivem no schema admti; as do ERP ficam em
public (somente leitura).
Nossas — schema admti
| Tabela | O que guarda |
|---|---|
ti_cost_categories | Taxonomia TBM em 3 níveis: Pool → Categoria → Subcategoria (auto-relacionada por parent_id/level) |
ti_classification_map | De-Para: fornecedor × classe → categoria/nome novo |
ti_recurring_payments | Catálogo de recorrentes (fornecedor × categoria × local) + dados de contrato e o canal de pagamento (paga_cartao: vazio = auto-detectado pelas baixas; true/false força Cartão/boleto) |
ti_recurring_actions | Ações da equipe por mês (paguei/agendei/em análise) |
ti_budget | Orçamento de TI por mês |
ti_settings | Configurações (webhook de alerta, antecedência) e data da última manutenção |
ti_anomaly_treatments | Decisões/tratativas das anomalias de qualidade de dados |
ti_agent_aliases | Apelido/nome amigável do fornecedor (não toca em agents) |
ti_tasks | Hub único de tarefas de todo o sistema. Vínculos: modulo (financeiro/risco/iso/infra/reuniao/geral), area_ti (equipe: Infraestrutura/Desenvolvimento…), risco_id, tratativa_id, iso_item_id, ativo_id, tema_id, recurring_id, agent_code |
ti_procedimentos | Gestão: procedimentos/SOPs (atendimento, segurança...) com ISOs e frameworks |
ti_treinamentos | Gestão: treinamentos planejados/realizados, vinculados a normas (evidência de auditoria) |
ti_treino_avaliacoes | Gestão: eficácia do treinamento (nota/aprovado por pessoa) — prova que o treino funcionou (ISO 9001 7.2 / A.6.3) |
ti_iso_projetos / ti_iso_itens | Gestão: projetos de implementação de ISOs e seus controles (gap analysis, % de progresso). Ganharam setor/ambito (lente corporativa) e SoA (aplicavel + justificativa) |
ti_riscos | Gestão: matriz de risco (COSO). Probabilidade × Impacto, categoria/objetivo COSO, resposta, origem (manual/avaliação), setor/ambito |
ti_risco_perguntas | Catálogo do questionário de avaliação (opções com peso prob/impacto em opcoes jsonb) |
ti_risco_avaliacoes / ti_risco_respostas | Rodadas da avaliação guiada (histórico) e as respostas de cada pergunta (autosave/retomada) |
ti_risco_tratativas | Planos de tratamento de um risco (estratégia COSO, prazo, dono, custo); agrupam tarefas |
ti_ativos | Gestão: inventário de infraestrutura — árvore auto-relacionada (parent_id) provedor→servidor→painel→serviço→banco/conta→aplicação; postura de acesso (2FA/exposição) e LGPD. Evidencia ISO 27001 A.5.9. Nunca guarda senha |
ti_areas | Setores/departamentos da empresa como dado (fonte da verdade da lente 👁️ Visão); alimentada pelo sync do diretório da intranet. responsavel_id = líder da área (roteamento RACI) |
ti_pessoas | Diretório de pessoas (nome, e-mail, cargo, área) — base do RACI/accountability; sync da intranet. Também guarda as credenciais de login (senha_hash, acesso_liberado, role, deve_trocar_senha) |
ti_sessoes | Sessões de login server-side (token opaco no cookie, validade, revogáveis) — referenciam ti_pessoas |
ti_evidencias | Cadeia de evidência N:N (visão 360): liga um item de origem às provas que o sustentam, entre 7 tipos (iso_item/procedimento/treinamento/risco/ativo/contrato/autorizacao) |
ti_audit_log | Trilha de auditoria (ISO 27001 A.8.15): quem mudou o quê, de → para, quando |
ti_roadmap_itens | 🗺️ Roadmap & Checklist do próprio sistema (o que falta / o que foi feito): seção, prioridade, esforço, status, bloqueio, ordem — e o task_id quando o item virou tarefa no hub |
ti_local_videos | 📍 Vídeos do "Como chegar" de cada lugar (por link — YouTube/Drive; o app não guarda vídeo) |
ti_local_comentarios | 📍 Comentários da intranet sobre um lugar (dicas de acesso). Autor vem da sessão e fica congelado no registro |
ti_reunioes / ti_reuniao_temas | Reuniões: a ata (análise crítica pela direção, ISO 9.3) e seus temas/pautas (8 tipos), que viram tarefa/risco/decisão/projeto roteados por departamento |
ti_decisoes | Log de decisões que precisam da diretoria/CEO (pendente/aprovada/reprovada/adiada), geradas dos temas |
ti_projetos | Portfólio leve de projetos/iniciativas (gerados dos temas tipo Projeto) — status e responsável |
ti_ai_agents | Config: agentes de IA (API, modelo, funções) usados na Auditoria |
RACI: o campo "responsável" das 8 tabelas de GRC (ISO, risco, tratativa, avaliação, treinamento, ativo, projeto, tarefa) tem a coluna responsavel_id (FK ti_pessoas), preenchida automaticamente a partir do nome pelo trigger set_responsavel_id.
ERP / origem — schema public (somente leitura)
| Tabela | O que guarda |
|---|---|
agents | Fornecedores |
financial_classes | Classes contábeis (origem) |
cost_centers | Centros de custo (TI = 23) |
branches | Filiais (CNPJ / razão social / nome fantasia) |
projects | Projetos / empreendimentos (local da conta) |
aps | Lançamentos em aberto (a pagar) |
aps_baixadas | Lançamentos pagos (histórico) |